ILHÉUS: TCU PÕE MARÃO NA DEFENSIVA EM PLENA LARGADA PARA 2026

Em Ilhéus, o clima azedou para o ex-prefeito Mário Alexandre, o Marão. Justo no momento em que tenta embalar a pré-candidatura a deputado estadual, ele foi atingido por uma decisão do Tribunal de Contas da União que manda devolver R$ 1,589 milhão aos cofres federais por falta de comprovação do destino de recursos enviados para atender vítimas das chuvas de 2023.
O dado político que mais pesa talvez nem seja só o valor. Marão foi condenado à revelia, sem apresentar defesa no processo. Para quem tenta vender viabilidade eleitoral e experiência administrativa, a imagem de gestor que não conseguiu explicar a aplicação de verba emergencial cai como chumbo nos bastidores.
O TCU ainda aplicou multa de R$ 190 mil e determinou a adoção de medidas para ressarcimento do dano. No papel, é uma decisão técnica. Na política, é munição pronta para adversários e um desgaste daqueles que grudam.
Em ano de pré-campanha, disputar vaga na Assembleia com esse passivo nas costas é como tentar remar contra a maré em dia de ressaca. Em Ilhéus, já tem muita gente olhando para Marão não mais como favorito natural, mas como um nome obrigado a gastar energia demais para explicar o passado antes de tentar falar de futuro.
BAHIA: CHAPÃO DA FEDERAÇÃO JÁ PROVOCA INCÔMODO NA BASE PETISTA

A federação formada por PT, PV e PCdoB virou um dos ambientes mais tensos da pré-disputa para a Assembleia Legislativa. Nos bastidores, a conta feita por analistas experientes é de que a linha de corte deve girar entre 55 mil e 60 mil votos, o que já basta para tirar o sono de muita gente.
O mal-estar aumentou com a chegada de nomes de peso à chapa, como Eduardo Salles, Ângelo Almeida e Antônio Henrique Júnior. A entrada desse trio mexeu no humor interno e acendeu a insatisfação entre deputados do PT, que passaram a enxergar uma concorrência ainda mais dura dentro da própria federação.
Entre os nomes mais cotados na disputa aparecem Eduardo Salles, Osni Cardoso, Rosemberg Pinto, Zé Raimundo Fontes, Júnior Muniz, Marquinho Viana, Rowenna, Robinson Almeida, Fabíola Mansur, Ângelo Almeida, Fabrício Falcão, Roberto Carlos, Bobô, Antônio Henrique Júnior, Fátima Nunes, Vilma Reis, Euclides Fernandes, Zó, Neusa Cadore, André de Maria del Carmen, Radiovaldo Costa, Júlio Pinheiro, Juvenilson e Tagner Cerqueira.
Na política, chapa forte é boa para o projeto coletivo, mas costuma virar pesadelo para quem depende de voto na conta individual. E é justamente esse o clima hoje na base governista: muita gente sorrindo em público e fazendo conta, com preocupação, nos bastidores.
EUNÁPOLIS: JUSTIÇA HOMOLOGOU DELAÇÃO E REDUZIU PENA DE JONEUMA DE 18 PARA 6 ANOS

A Justiça homologou o acordo de colaboração premiada da ex-diretora do presídio de Eunápolis, Joneuma Silva Neres, e confirmou a redução de 2/3 da pena máxima considerada no caso, que caiu de 18 para 6 anos de prisão.
Pela decisão, Joneuma cumprirá a pena em etapas: 1 ano em regime fechado, 2 anos em regime semiaberto com recolhimento domiciliar e 3 anos em regime aberto, todos com condições fixadas pela Justiça. Na prática, a colaboração garantiu à ex-diretora um corte de 12 anos na pena.
A delação de Joneuma também ampliou o alcance político da investigação. Em seus depoimentos, ela relatou ao Ministério Público que o ex-deputado federal Uldurico Júnior teria negociado a cobrança de R$ 2 milhões para facilitar a fuga de detentos do Conjunto Penal de Eunápolis, valor que teria sido tratado como contrapartida pela operação criminosa. O Ministério Público informou, ao anunciar a prisão do ex-parlamentar, que as investigações apontam justamente para a suspeita de negociação desse montante para viabilizar a fuga.
Além da pena reduzida, a decisão homologatória fixou multa de um salário mínimo e autorizou a restituição de R$ 8.171,75 apreendidos no momento da prisão da colaboradora.
BAHIA: POSSÍVEL DELAÇÃO DE ULDURICO JR. JÁ ASSOMBRA POLÍTICOS

A prisão do ex-deputado federal Uldurico Júnior, alvo da Operação Duas Rosas, abriu uma temporada de sobressalto nos bastidores da política baiana. Investigado por supostamente negociar R$ 2 milhões para facilitar a fuga de 16 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis, o ex-parlamentar passou a ser visto não apenas como personagem central de um escândalo criminal, mas como uma ameaça potencial ao silêncio de muita gente.
No entorno do poder, o que circula agora é o temor de uma eventual colaboração premiada. Não há, até o momento, confirmação pública de que Uldurico tenha fechado ou esteja formalmente negociando delação, mas o simples risco de ele decidir falar já é suficiente para provocar dor de cabeça em diferentes alas da política estadual. Quando um caso policial encosta em relações de poder, o nervosismo costuma chegar antes mesmo das provas.
O receio ganha ainda mais força porque a investigação já avançou para além da fuga em si. A delação da ex-diretora do presídio de Eunápolis, Joneuma Silva Neres, detalhou a relação de Uldurico com o caso e ampliou o alcance político do escândalo, num enredo que deixou o extremo sul da Bahia em permanente estado de alerta.
Nos bastidores, a avaliação é direta: se Uldurico resolver abrir a boca, o estrago pode ir muito além da esfera criminal. Na política, há prisões que produzem barulho. E há outras que, só pela possibilidade de delação, já fazem muita gente perder o sono.
ITABUNA: CAPITÃO AZEVEDO IMPÕE CONDIÇÃO PARA REABRIR PONTE COM ACM NETO

Nos bastidores da política baiana, o ex-prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, sem partido, decidiu deixar claro que uma reaproximação com ACM Neto não virá sem gesto político. Segundo relatos que circulam no entorno da oposição, Azevedo topa voltar a apoiar o ex-prefeito de Salvador, mas cobra antes um desagravo público pela forma como foi rifado da disputa de 2024, quando ficou sem a legenda do União Brasil para concorrer à prefeitura de Itabuna. A ruptura entre os dois grupos após aquela eleição já havia sido registrada publicamente, e Bruno Reis passou a atuar na tentativa de reconstruir essa ponte.
De acordo com uma fonte, o recado já foi dado a Bruno Reis: Azevedo quer um gesto claro, aberto e sem meias-palavras sobre a “tratorada” que diz ter sofrido. Na prática, o ex-prefeito sinaliza que não fecha a porta para ACM Neto, mas também não aceita voltar ao grupo como se nada tivesse acontecido.
A leitura nos bastidores é simples: Azevedo ainda tem peso político em Itabuna e segue sendo visto como um ativo relevante no sul da Bahia, razão pela qual o esforço de reaproximação ganhou valor estratégico no tabuleiro de 2026. Agora, a bola está com ACM Neto. Em política, perdão até existe — mas, às vezes, vem acompanhado de cobrança pública.
HOSPITAL BEIRA RIO PARTICIPA DO 50º CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE RETINA E VÍTREO

Os doutores Rafael Andrade, André Castelo Branco e Karla Carvalho participaram do 50º Congresso da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (Retina 2026), realizado no Expo Center Transamérica em São Paulo. Considerado o maior da América Latina na especialidade, o evento celebra os 50 anos da SBRV, com foco em avanços científicos, inteligência artificial, novos tratamentos farmacológicos e técnicas cirúrgicas de ponta, reunindo os maiores especialistas nacionais e internacionais.
Entre os principais temas debatidos no Congresso, destacam-se Retina Clínica e Cirúrgica, atualizações em diagnóstico e tratamento de doenças da retina e vítreo, incluindo casos complexos; Avanços Tecnológicos e IA, aplicação de inteligência artificial e novas tecnologias na prática oftalmológica; Farmacoterapia, novas drogas e protocolos para retina médica, com foco em doenças como degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e retinopatia diabética; Cirurgia de Retina (Vitreorretiniana), inovações em técnicas cirúrgicas, materiais e equipamentos (retina cirúrgica); e História e Futuro, Comemoração dos 50 anos da SBRV, focando na evolução da especialidade no Brasil.
O Dr. Rafael Andrade, diretor institucional e coordenador do Centro Avançado em Retina e Vítreo-CARV, do Hospital Beira Rio, que também participou de um dos painéis do SBRV, destaca que “temos um compromisso com a atualização permanente numa área em constante evolução, buscando garantir um atendimento seguro aos nossos pacientes, já que a visão saudável significa mais qualidade de vida”.
SÃO JOSÉ DA VITÓRIA : PREFEITO RODSON VIRA CABO ELEITORAL DE JEOVÁ

Em São José da Vitória, já tem gente dizendo que o prefeito Professor Rodson (POD) caminha para se tornar o principal cabo eleitoral do ex-prefeito Jeová Nunes (PSB).
O motivo é simples: até agora, a gestão de Rodson ainda não caiu no gosto da população. Em vez de empolgação, o que começa a aparecer nas ruas é frustração — e, junto com ela, a velha saudade de quem já passou pela cadeira.
Nos bastidores, a leitura é de que, quanto mais o atual governo decepciona, mais Jeová volta a crescer politicamente no imaginário popular. Na política do interior, isso costuma acontecer rápido: quando o novo não entrega, o passado ganha cara de solução.
E, em São José da Vitória, Jeová começa a ser lembrado justamente no vácuo deixado por uma administração que, por enquanto, ainda não conseguiu convencer.
ITAJUÍPE: MARCONE AMARAL ANUNCIA OBRA IMPORTANTE

Em entrevista ao analista político João Mateus do programa frequência política neste sábado, o ex Prefeito e suplente de Deputado Estadual Marcone Amaral anunciou a estrada de acesso norte da cidade.
Segundo Marcone essa obra vai transformar o desenvolvimento futuro de Itajuípe, permitindo a possibilidade de instalação de fábricas e indústrias para geração de emprego e renda, além da possibilidade de investimentos em casas habitacionais.
Essa obra é uma parceria do Ex Deputado Marcone, o Deputado Federal Paulo Magalhães e o Governo do Estado.
BAHIA: DELAÇÃO DE JONEUMA EXPLODE A POLÍTICA ESTADUAL

A delação premiada da ex-diretora do presídio de Eunápolis, Joneuma Silva Neres, caiu como uma bomba nos bastidores da política baiana. O acordo firmado com o Ministério Público abriu uma nova frente no escândalo da fuga de 16 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis e colocou o ex-deputado federal Uldurico Júnior no centro da crise. Neste sábado, novas reportagens detalharam trechos do depoimento e reforçaram o impacto político do caso.
Segundo a delação, Joneuma narrou uma negociação entre Uldurico e integrantes de facção criminosa para viabilizar a fuga dos presos. O valor acertado, de acordo com o relato, teria sido de R$ 2 milhões — as chamadas “duas rosas” — com um adiantamento de R$ 200 mil já pago. A investigação aponta que, depois desse primeiro repasse, a ex-diretora passou a ser usada como intermediária nas conversas sobre a cobrança do restante.
O enredo, por si só explosivo, ganhou contornos ainda mais delicados porque a fuga ocorreu em dezembro de 2024 e, segundo as apurações divulgadas, teria sido organizada ao longo de cerca de 40 dias, com visitas privilegiadas, articulação interna e apoio externo. A delação também descreve a aproximação entre o ex-parlamentar e Ednaldo Pereira Souza, o “Dada”, apontado como liderança da facção Primeiro Comando de Eunápolis.
Nos bastidores, o caso é tratado como uma daquelas histórias que ninguém consegue mais conter apenas no campo policial. Virou assunto inevitável na política. A prisão de Uldurico Júnior elevou a temperatura do episódio e transformou a delação de Joneuma numa peça central para entender até onde ia a rede de influência descrita nas investigações.

































