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IBIRAPITANGA: PREFEITO  DIZ QUE GESTÃO É INSPIRADA EM LÉO DE NECO E DECLARA: “SERÁ UM GRANDE DEPUTADO DA BAHIA!”

As comemorações pelos 64 anos de emancipação política de Ibirapitanga foram marcadas por momentos de festa, entrega de obras e presença de grandes lideranças políticas da região. Entre os convidados especiais, esteve o ex-prefeito de Gandu, Léo de Neco, recepcionado com entusiasmo pelo atual gestor de Ibirapitanga, Jé, e lideranças como Anderson (Neguinho da Patrol) e Aroldo.

Durante sua fala, o prefeito Jé fez questão de agradecer a presença de Léo e reconheceu publicamente a inspiração que sua gestão representa para Ibirapitanga.

“Muito feliz no dia de hoje em receber o ex-prefeito de Gandu, o homem que nos deu a bula, como a gente faz uma gestão bacana. A gente está aqui seguindo os ensinamentos dele”, destacou Jé, em tom emocionado e de gratidão.

A declaração reforça a influência positiva do trabalho de Léo de Neco, reconhecido por sua gestão inovadora, eficiente e voltada para o cuidado com as pessoas. Segundo o prefeito Jé, a experiência de Léo se tornou um modelo a ser seguido por quem deseja governar com seriedade e compromisso com a população.

Em resposta, Léo agradeceu o convite e parabenizou Ibirapitanga pelo momento especial:

“Já vi aqui grandes entregas, como essa regulação que vai cuidar das pessoas, e anúncios importantes que vão impulsionar o desenvolvimento do município. Conte comigo, com meu empenho e minha luta para contribuir com sua gestão e com a qualidade de vida do povo de Ibirapitanga.”

O evento simbolizou não apenas uma celebração histórica para o município, mas também a união de forças políticas comprometidas com o progresso regional. A presença de Léo de Neco nas festividades fortalece sua caminhada como pré-candidato a deputado estadual e reafirma seu compromisso com o fortalecimento da região.

SANÇÃO E TARIFA: O CASTIGO SIMBÓLICO DO NORTE AO BRASIL QUE OUSA PENSAR COM A PRÓPRIA CABEÇA


Em um curto espaço de tempo, o Brasil foi surpreendido por dois atos de força do governo dos Estados Unidos, cada qual mais eloquente em sua mensagem simbólica do que em seus argumentos oficiais. Primeiro, as tarifas impostas por Donald Trump contra o aço e os produtos agrícolas brasileiros. Agora, a sanção ao Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com base na chamada Lei Magnitsky Global, sob a justificativa de violações a direitos fundamentais.

Explico. Tarifas e sanções. Comércio e política. Soja e Constituição. Bem, em comum, esses episódios compartilham mais do que a assinatura norte-americana: ambos funcionam como gestos de disciplinamento simbólico contra um país que tem ousado afirmar sua autonomia econômica e institucional. Não se trata apenas de proteger mercados ou defender valores democráticos — trata-se de recolocar o Brasil no lugar que lhe é reservado pelo velho centro imperial: o da obediência.

O tarifaço de Trump, anunciado com alarde em 2019 e reincidido em medidas mais agressivas em 2025, foi vendido ao público americano como proteção à indústria nacional. Na prática, atingiu diretamente setores estratégicos da economia brasileira, como o agronegócio e a siderurgia, em plena tentativa de reposicionamento global do país via BRICS, África e América do Sul.

Sob o olhar da teoria crítica latino-americana, não há como ignorar o eco da colonialidade nesse tipo de ação. O sociólogo peruano Aníbal Quijano nos alerta que “a colonialidade do poder não é um resíduo do passado colonial, mas uma estrutura central do presente capitalista globalizado” (QUIJANO, 2000, p. 342). Para Quijano, mesmo depois das independências formais, as relações de dominação entre centro e periferia continuam operando em múltiplos níveis — inclusive nas políticas comerciais travestidas de técnica econômica.

Quando os Estados Unidos impõem barreiras ao aço brasileiro, estão reafirmando a divisão global do trabalho. Ao Brasil cabe fornecer matéria-prima, não disputar mercado. Ao Sul cabe aceitar regras, não escrevê-las. Que foi a ousadia de um brasileiro.

Com a sanção imposta ao ministro Alexandre de Moraes em 2025, os EUA extrapolaram a esfera comercial e ingressaram em terreno institucional delicado: a política constitucional interna do Brasil.

A justificativa? Supostas violações à liberdade de expressão, com base em decisões judiciais contra desinformação, discursos de ódio e ataques ao sistema eleitoral. Mas o contexto é outro: trata-se de um magistrado que liderou a contenção de uma tentativa de ruptura institucional em 2023, sendo reconhecido por setores amplos da sociedade brasileira — e também criticado, como é da natureza de seu cargo.

O que a sanção busca, no entanto, não é o debate jurídico — é o desgaste simbólico. É a tentativa de isolar, intimidar e estigmatizar um ator institucional que rompeu com os padrões de deferência ao modelo liberal norte-americano.

O sociólogo francês Pierre Bourdieu explicou com precisão como funciona esse tipo de dominação sutil: “A violência simbólica é aquela que se exerce com a cumplicidade daqueles que a sofrem, na medida em que suas categorias de percepção foram moldadas pelas estruturas da dominação” (BOURDIEU, 1998, p. 7).

Em outras palavras, não se trata de um míssil, mas de uma etiqueta. A sanção é um rótulo com poder de constranger não só o indivíduo, mas a legitimidade das instituições do país em que ele atua.
O argumento central da Lei Magnitsky é a punição internacional contra violadores de direitos humanos e corruptos. À primeira vista, parece uma iniciativa nobre. Mas sua aplicação seletiva e assimétrica revela outra face: a de um instrumento de poder geopolítico que atua sob o verniz do universalismo moral.

O filósofo e cientista político Pierre Rosanvallon, ao analisar as novas formas de legitimidade nas democracias contemporâneas, adverte que imparcialidade, reflexividade e proximidade passaram a compor a gramática democrática moderna. Porém, isso exige cuidado: “O novo regime democrático não substitui a representação, mas a relativiza ao diversificar as formas de legitimidade” (ROSANVALLON, 2008, p. 19).

Quando essa diversidade vira pretexto para intervenção seletiva em países do Sul — especialmente aqueles que afirmam sua soberania constitucional — a imparcialidade se torna ingerência. A imparcialidade não pode ter nacionalidade, nem a democracia pode ser exportada sob ameaça.

O que incomoda, no fundo, é o reposicionamento do Brasil no sistema internacional. A rearticulação dos BRICS, os investimentos estratégicos na África, a política externa menos subordinada, a regulação das plataformas digitais, a proteção ativa da democracia contra ataques autoritários — tudo isso representa um modelo que desestabiliza o centro hegemônico.

Punir o Brasil, portanto, é mais do que retaliação ou sanção — é uma pedagogia da obediência. É uma forma de dizer que quem se desvia será disciplinado — no mercado, na imprensa e nos fóruns internacionais.

Mas como ensinou Quijano, o enfrentamento da colonialidade não se faz apenas com tratados, mas com consciência crítica: “Descolonizar o poder é também descolonizar o saber e o ser” (QUIJANO, 2000, p. 348).

O Brasil não é colônia.
Nem da soja. Nem da toga.

Dra. Janaína Araújo
Advogada de Família e Eleitoral no escritório Lima e Araújo Advogados; Mestra em Direito; Pedagoga; Grafóloga; Servidora Pública de carreira;
Membra do Tribunal de Ética e Disciplina OAB/BA; Membra do Instituto Brasileiro de Direito de Família;
Membra do Instituto de Práticas Colaborativas; Coach Integral Sistêmica e Business;
Analista de Perfil Comportamental para Empresas; Especialista em Direito de Família e Sucessões e Direito Eleitoral;
Práticas Jurídicas Cível, Trabalhista e Previdenciária; Formação em Justiça Restaurativa;
Líder do Grupo Mulheres do Brasil – Núcleo Itabuna.

EXTREMO SUL: FORÇA ECONÔMICA, AUSÊNCIA DE LIDERANÇA POLÍTICA

A política do Extremo Sul da Bahia segue enfrentando um vazio de liderança estadual. Enquanto o articulador Adolpho Loyola observa à distância e tenta pautar ações do governador Jerônimo Rodrigues na região, os prefeitos, sem articulação ou unidade estratégica, continuam batendo cabeça.

Em Caravelas, o cenário é de indefinição e rejeição. O ex-prefeito Silvio Ramalho, que por motivos pessoais não apoiou seu ex-vice, Dr. Adauto, afirmou em entrevista ao jornalista Lucas Bocão que poderá ser candidato a deputado estadual ou federal — tudo dependerá da sinalização do governador. Apesar de ter deixado o mandato com mais de 70% de aprovação, Silvio não conseguiu consolidar sua sucessão.

Em Alcobaça, o reeleito Zico de Baiato, alvo de críticas e com baixa aceitação popular, venceu pela força da estrutura e da articulação financeira. Já em Prado, Gilvan Produções, abastecido por emendas, foi reeleito e ainda desfruta de capital político, sustentado por carisma e conexões.
Em Itamaraju, a gestão eficiente — mas fria e pouco humanizada — do ex-prefeito Marcelo Angênica permitiu a eleição do empresário Jorge Almeida, num processo marcado por erros estratégicos do governo estadual, que apostou em um nome frágil e desacreditado.

Em contraste, em Caravelas, o deputado Robinho brilhou ao lado de sua esposa, Luciana, que transformou a cidade com emendas robustas vindas da base de ACM Neto, reforçando a força da oposição na região.

O que se vê é uma região rica em potencial econômico, especialmente no agronegócio, mas abandonada politicamente, sem voz unificada ou representantes de peso na esfera estadual. O Extremo Sul resiste por sua gente, pela força do trabalho e pela sua resiliência. Mesmo sem apoio institucional consolidado, é uma região que se reinventa e se projeta como polo de transformação social, cultural e econômica da Bahia — e do Brasil.

IBITAPITANGA: RUA DA PAZ TERÁ OBRA DE CONTENÇÃO COM INVESTIMENTO DE R$ 2,2 MILHÕES EM ITAMARATI

 

Intervenção é fruto de parceria entre o prefeito, o governador e os deputados Niltinho e Neto Carletto

O prefeito de Ibirapitanga, Jé Assunção, em parceria com o governador Jerônimo Rodrigues e com apoio dos deputados Niltinho (estadual) e Neto Carletto (federal), dará início à execução da contenção da encosta da Rua da Paz, no distrito de Itamarati. A intervenção contará com um investimento de quase R$ 2,2 milhões e será realizada pela empresa STS Engenharia, com prazo médio de conclusão de nove a doze meses.

A obra é considerada essencial para garantir a segurança dos moradores de uma área classificada como de extremo risco. O prefeito Jé celebrou o início da intervenção e destacou o apoio recebido dos parlamentares e do Governo do Estado, por meio da Conder. “Essa é uma conquista importante para Itamarati. Agora é realidade. A parceria com o Governo do Estado, do nosso governador Jerônimo e com os nossos deputados Niltinho e Neto Carletto vai permitir executar essa obra, e vai devolver tranquilidade às famílias, que em breve, poderão retornar com segurança para suas casas”, afirmou.

Desde 2019, a população da Rua da Paz convive com constantes deslizamentos de terra. Em 2021, as fortes chuvas obrigaram diversas famílias a deixarem suas residências. A contenção da encosta representa mais do que uma obra de infraestrutura, mas sim o resgate da dignidade de uma comunidade que tem papel importante na história de Itamarati.

JUSSARI: POPULAÇÃO É SURPREENDIDA COM POSSÍVEL FECHAMENTO DO PONTO DE ATENDIMENTO DO BRADESCO

Uma denúncia feita por um morador de Jussari acendeu o alerta na manhã desta sexta-feira (01). Segundo o relato, o ponto de atendimento do Banco Bradesco no município estaria com previsão de fechamento nos próximos dias, o que causou preocupação entre os usuários da instituição financeira.

Embora ainda não haja uma confirmação oficial por parte do banco, a possibilidade gerou revolta entre os munícipes, especialmente entre aposentados, beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e servidores públicos que utilizam os serviços bancários da unidade para recebimento de salários e demais operações cotidianas.

O Bradesco tem sido alvo de críticas em diversas cidades do interior da Bahia e de outros estados devido ao fechamento de agências e pontos de atendimento. Municípios como Itaju do Colônia, Santa Luzia, Arataca e outras localidades da região já enfrentaram a mesma situação, sendo obrigados a deslocar seus moradores para cidades vizinhas em busca de serviços bancários básicos.

Caso o fechamento se confirme, Jussari se somará à lista de cidades afetadas por essa política de reestruturação do banco, o que representa um retrocesso para comunidades que já enfrentam dificuldades de acesso a serviços essenciais.

Até o momento, o Bradesco não se manifestou oficialmente sobre a situação em Jussari.

POR ACLAMAÇÃO, NEGO DE SARONGA É ELEITO PRESIDENTE DO CONSÓRCIO DA POLICLÍNICA REGIONAL

Na manhã desta sexta-feira (02), o Consórcio Interfederativo de Saúde da Região de Ilhéus realizou a eleição para a presidência da Policlínica Regional. Por aclamação, o prefeito de Itacaré, Nego de Saronga, foi eleito presidente do consórcio, tendo como vice-presidente o prefeito Fernando Brito, de Santa Luzia.

Nego de Saronga sucede o ex-prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, que também presidiu o consórcio que reúne os municípios de Canavieiras, Coaraci, Gongogi, Ilhéus, Itacaré, Maraú, Ubaitaba, Santa Luzia, Una e Uruçuca, com o objetivo de fortalecer a gestão compartilhada da saúde pública, garantindo mais eficiência e qualidade no atendimento à população.

Em seu pronunciamento, Nego de Saronga destacou que a prioridade será ampliar o acesso aos serviços especializados e continuar aprimorando o atendimento. “Assumimos com o compromisso de fortalecer a saúde regional, trabalhando em união com todos os prefeitos para que nossa população tenha cada vez mais acesso a serviços de qualidade”, afirmou o novo presidente do consórcio.

A Policlínica Regional é uma importante ferramenta de integração dos serviços de saúde, oferecendo consultas e exames especializados que reduzem deslocamentos e desafogam os sistemas municipais, beneficiando milhares de moradores da região.

AGERSA REALIZA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE SOLUÇÕES ALTERNATIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO

A Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia (AGERSA) está mobilizando a sociedade civil, entidades públicas e privadas, prestadores de serviços e demais interessados a participarem da Audiência Pública Nº 003/2025, que tratará sobre soluções alternativas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, individuais e coletivas. A audiência atende a Norma de Referência nº 08/2024 da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

O encontro ocorrerá de forma on-line, na quinta-feira, dia 14 de agosto, às 9:30 horas, com previsão de encerramento às 12 horas..

A Audiência Pública é uma oportunidade para contribuir com o aprimoramento das diretrizes regulatórias e garantir a participação social na construção de soluções sustentáveis para o saneamento básico.

PAU BRASIL: ROBSON E MAN COMEMORAM RECURSOS DESTINADOS POR PAULO MAGALHÃES PARA A SAÚDE E OUTRAS ÁREAS

O prefeito de Pau Brasil, Robson Venâncio (PT), o vice-prefeito Man de Milton da Manteiga (PSD), o vereador Dr. Ventura e a secretária de Saúde do município comemoraram nesta semana a destinação de recursos para a saúde pública, fruto de emenda parlamentar do deputado federal Paulo Magalhães (PSD).

“Agradecemos ao deputado que não tem nos faltado. Paulo Magalhães é conhecido por manter sua palavra e, mais uma vez, honrou seu compromisso com Pau Brasil”, afirmou o prefeito Robson.

Vice-prefeito e também presidente municipal do PSD, Man de Milton da Manteiga destacou o esforço coletivo pela conquista. “Vencemos a eleição unidos e assim vamos continuar para melhorar a vida do povo de Pau Brasil. Agradeço ao nosso deputado Paulo Magalhães por esses investimentos”, declarou.

Além dos recursos para a saúde, o parlamentar também indicou emendas para a assistência social, 20 unidades habitacionais e a entrega de um trator agrícola, reforçando seu apoio ao desenvolvimento do município.

FLORESTA AZUL: JUSTIÇA ELEITORAL REJEITA AÇÃO DE DANIELA CONTRA O PREFEITO BAMBU

A juíza eleitoral da 29ª Zona, Bruna Montoro de Souza, julgou improcedente a ação movida pela ex-candidata a prefeita de Floresta Azul, Daniela (PSD), contra o atual prefeito Bambu (PSB).

Na ação, Daniela alegava a ocorrência de abuso de poder político e econômico, além de condutas vedadas, supostamente praticadas durante o período eleitoral de 2024.

No entanto, ao analisar o caso, a magistrada entendeu que os fatos apresentados não foram suficientes para sustentar as acusações com base no artigo 22 da Lei Complementar nº 64/90. A decisão seguiu o parecer do Ministério Público Eleitoral.

“Conclui-se que os fatos narrados na petição inicial, embora apontem para a possibilidade de irregularidades de natureza administrativa, não se revelaram suficientemente robustos para configurar situação prevista no art. 22 da Lei Complementar nº 64/90, sendo a improcedência dos pedidos medida de rigor”, afirmou a juíza na sentença.

Com a decisão, o prefeito Bambu permanece livre de quaisquer sanções no âmbito da Justiça Eleitoral relativas à ação.

ILHÉUS: VALDERICO VAI ACIONAR MPF CONTRA MARÃO POR SUPOSTA IRREGULARIDADE DE VERBA MILIONÁRIA EM OBRA DO CANAL

Durante entrevista ao programa Frequência Política, o prefeito de Ilhéus, Valderico Júnior (União Brasil), anunciou que irá acionar o Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-prefeito Mário Alexandre, o Marão (PSD), por supostas irregularidades relacionadas à obra do Canal do Malhado.

Segundo Valderico, a gestão anterior recebeu mais de R$ 2,7 milhões destinados à obra, mas não executou os serviços nem prestou contas dos recursos. A situação tem impedido a liberação de novos repasses, o que mantém a obra paralisada.

“A gestão passada recebeu mais de R de R$ 2,7 milhões e não fez a obra nem prestou contas. Temos mais de R$ 1 milhão e 800 mil para receber, mas isso só será possível após a prestação de contas desses recursos anteriores. Vamos representar o ex-prefeito no MPF”, afirmou o atual gestor.

A obra do Canal do Malhado é considerada estratégica para a drenagem e infraestrutura urbana de Ilhéus. O impasse financeiro, segundo Valderico, compromete a continuidade da intervenção.

A declaração do prefeito acirra os ânimos entre os grupos políticos locais e abre um novo capítulo de disputa entre os ex e atual mandatário do município.



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