ITAPEBI DIVULGA PROGRAMAÇÃO OFICIAL DOS 67 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

A Prefeitura de Itapebi, no extremo sul da Bahia, divulgou a programação oficial da festa de aniversário da cidade, que será realizada de 12 a 15 de agosto. O evento, que marca os 67 anos de emancipação política, contará com apresentações culturais, shows, cerimônias oficiais e inaugurações.
A programação terá início no dia 12 com atividades nas escolas municipais, incluindo o tributo Itapebi Canta Xangai. No dia 13, o Parque de Exposições receberá apresentações escolares e show de Xangai.
O dia 14 será marcado por missa solene, hasteamento das bandeiras e entrega do Título de Cidadão Itapebiense. Já no dia 15, último da programação, ocorrerão inaugurações e entregas, como a Sala do Empreendedor, o Posto da RONDESP, reforma e ampliação de escola, entrega de micro-ônibus escolar acessível, kimonos para alunos e novos equipamentos para a Secretaria de Saúde.
A exposição agropecuária também será um dos destaques, movimentando a economia e fortalecendo negócios locais. A lista completa de atrações musicais noturnas ainda será divulgada pela Prefeitura.
BUERAREMA: PREFEITO GEL DA FARMÁCIA CUMPRE AGENDA EM BUSCA DE NOVOS INVESTIMENTOS PARA A CIDADE

O prefeito de Buerarema, Gel da Farmácia, está em Salvador, onde cumpre uma extensa agenda de compromissos ao longo desta semana. Logo nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira, o gestor se reuniu com o deputado federal Paulo Magalhães.
Na oportunidade, o parlamentar participou de uma entrevista ao vivo com o radialista Calazans Silva, ocasião em que destacou obras importantes destinadas à Vila Operária, como o sistema de abastecimento de água e a pavimentação asfáltica. “É um compromisso nosso e do governador Jerônimo Rodrigues”, garantiu Paulo Magalhães, reforçando a parceria com a gestão municipal.
O deputado anunciou ainda que, nos próximos 15 dias, o prefeito retornará à capital para receber uma caçamba e um trator que serão destinados ao município. Outro ponto de destaque foi o compromisso reafirmado para a reabertura do hospital municipal (fechado há mais de 15 anos), com apoio do Governo do Estado.
Paulo Magalhães também ressaltou a relação de amizade e confiança que mantém com Gel da Farmácia e a população bueraremense.
“Não vamos falhar em nada. O governador Jerônimo não vai falhar em nada”, afirmou, referindo-se às obras e benefícios que estão sendo viabilizados para a cidade.
O prefeito esteve acompanhado do secretário de Agricultura, Jorge Moura e do assessor do deputado Eduardo Salles, Fred Vesper e seguirá na capital baiana até quarta-feira, participando de reuniões e encontros voltados à captação de recursos e à garantia de novos investimentos para Buerarema.
PAU BRASIL: GESTÃO ANTERIOR DEIXA ROMBO DE QUASE R$ 1 MILHÃO NA EDUCAÇÃO
A Prefeitura de Pau Brasil foi notificada a ressarcir cerca de R$ 1 milhão ao Tesouro Estadual devido à falta de prestação de contas de recursos destinados à educação por gestões anteriores.
O prefeito Robson Venâncio esteve pessoalmente na Secretaria de Educação do Estado, no setor responsável por apurar danos ao erário, e disse ter ficado “perplexo” com a irresponsabilidade da gestão da ex-prefeita Babi, que, segundo ele, não prestou contas de valores recebidos durante seu mandato.
Do total, R$ 700 mil referem-se a recursos do Fundeb. O restante está vinculado ao PETE (Programa Estadual de Transporte Escolar).
“Eles já sabiam que perderiam a eleição. Tinham pesquisas, maquiavam a realidade, mas conheciam a verdade. Fizeram de tudo para inviabilizar nossa gestão. A todo momento nos deparamos com desvios, ausência de certidões, dívidas parceladas acima da capacidade de pagamento do município… tudo para nos atrapalhar. Dilapidaram e depredaram. Chegamos a cogitar fechar a prefeitura, chamar autoridades e a imprensa para denunciar. Apostaram que não conseguiríamos pagar nem o salário de janeiro, mas com fé em Deus e olhando para frente temos vencido cada obstáculo”, afirmou o prefeito.
A atual gestão afirma estar tomando todas as medidas jurídicas necessárias para garantir a legalidade do processo e evitar sanções.
Com pouco mais de 9 mil habitantes e coeficiente de 0,6 no FPM, Pau Brasil foi administrada por Babi e Prado nos últimos oito anos — somando, ao todo, 16 anos no comando do município. Segundo o prefeito, os desafios herdados são enormes: frota destruída, prédios públicos danificados, hospital em risco de fechamento após auditoria do Ministério da Saúde, postos de saúde deteriorados e estrutura administrativa fragilizada.
Apesar do cenário, Robson afirma que a prefeitura mantém salários em dia, fornecedores pagos e serviços essenciais funcionando normalmente.
BUERAREMA: APÓS QUASE UMA DÉCADA, SELEÇÃO RETORNA AO INTERMUNICIPAL E GOLEIA ITABUNA

Buerarema estreou no Intermunicipal 2025 com pé direito, vencendo a seleção de Itabuna por 6 a 1. Após quase uma década longe da competição, o retorno foi marcado por emoção, orgulho e uma torcida que lotou o Estádio Macucão aproveitando o Dia dos Pais para celebrar em família e vibrar com a paixão pelo futebol bueraremense.
O domingo ensolarado foi palco de muitos gols e alegria. O destaque ficou para o atacante Hugo, que balançou as redes três vezes. O também atacante Everton deixou sua marca duas vezes e o meio-campista Juninho completou a goleada com mais um gol, garantindo a festa da torcida.
Presente na estréia, o prefeito Gel da Farmácia falou da emoção de ver a seleção de volta aos gramados:
“Investir no esporte é investir na nossa juventude e no orgulho da nossa cidade. Depois de quase dez anos, ver nossa seleção retornar e já estrear com uma vitória tão marcante é uma emoção indescritível. Vamos seguir apoiando e incentivando para que venham ainda mais conquistas.”
A seleção de Buerarema já tem novo desafio: no próximo domingo, 17 de agosto, enfrenta a seleção de Almadina em casa, no Estádio Macucão, agora com mando de campo. A expectativa é de mais um grande espetáculo dentro e fora de campo, com a força da torcida empurrando o time rumo a mais uma vitória.
POTIRAGUÁ: PREFEITURA ENTREGA TABLETS A PROFESSORES DO CEMA PARA MODERNIZAR ENSINO

A Prefeitura de Potiraguá, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou na manhã desta sexta-feira (8) a entrega de tablets aos professores do Centro Educacional Maria Azevedo (CEMA). A ação integra as iniciativas de modernização do ensino e valorização dos profissionais da rede municipal.
A cerimônia contou com a presença do prefeito Elias Carvalho e de secretários municipais. Os equipamentos serão utilizados no planejamento pedagógico e no apoio às atividades em sala de aula, facilitando o acesso a ferramentas tecnológicas que ampliam as possibilidades de ensino e aprendizagem.
“Nosso objetivo é trazer o que há de mais moderno para fortalecer o aprendizado dos alunos da rede municipal. Sabemos que a educação é o caminho para o futuro, e por isso seguimos investindo em tecnologia, inovação e valorização dos nossos profissionais”, afirmou o prefeito Elias Carvalho.
EUNÁPOLIS REALIZA COM SUCESSO A 5ª CONFERÊNCIA TERRITORIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES

Nesta sexta-feira (08), Eunápolis sediou a 5ª Conferência Territorial de Políticas para as Mulheres (5ª CTPM), realizada na Câmara Municipal. O evento reuniu dezenas de mulheres, lideranças comunitárias, representantes da sociedade civil e gestoras públicas de diversos municípios do Território Costa do Descobrimento, em um momento de escuta, diálogo e construção coletiva.
Com o tema “Mais democracia, mais igualdade e mais conquistas para todas”, a conferência foi promovida pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia (SPM), em parceria com o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher e a Coordenação dos Territórios de Identidade da Bahia. Estiveram presentes, representando o município, a primeira-dama e deputada estadual Cláudia Oliveira e a secretária de Assistência Social de Eunápolis, Maria Menezes.
Durante o encontro, foram debatidos avanços, desafios e propostas para ampliar a representatividade feminina nos espaços de decisão, avaliar políticas já implementadas e construir novas diretrizes para o território. A programação incluiu palestras, rodas de conversa e momentos de escuta ativa, nos quais as participantes apresentaram demandas e contribuíram com ideias para uma sociedade mais justa e igualitária.
Para a secretária Maria Menezes, a conferência representou um marco na luta das mulheres da região. “Vivenciamos um dia de muito aprendizado, união e força. A participação expressiva das mulheres demonstra que estamos no caminho certo, construindo políticas mais efetivas e inclusivas. As propostas apresentadas refletem as reais necessidades do nosso território, e seguiremos firmes para que elas se tornem ações concretas”, destacou.
A TEORIA DO LOUCO: BRASIL E SUAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Por Janaína Araújo
A teoria do louco, embora em sua origem pareça uma anomalia estratégica, é sustentada por múltiplos referenciais científicos que a colocam no centro da racionalidade decisória de líderes e Estados. Longe de ser um improviso, trata-se de um método sofisticado de barganha, baseado em comunicação de risco, manipulação de percepção e controle simbólico da incerteza.
Esse raciocínio se expressa no clássico “jogo da galinha” (chicken game), no qual dois motoristas dirigem em direção um ao outro — e o primeiro a desviar “perde”. Se um deles parecer suficientemente louco para não desviar de forma alguma, o outro terá de ceder. No plano internacional, um líder que projeta disposição para a autodestruição (nuclear, econômica ou institucional) torna sua ameaça mais eficaz, justamente por parecer não se importar com os custos.
O desafio da teoria do louco não é apenas entender a loucura: é discernir o que há de racional na irracionalidade — e como responder a ela sem reforçá-la.
No contexto internacional, essa teoria ajuda a explicar por que líderes recuam diante de um protagonista aparentemente irracional: a incerteza sobre a resposta do “louco” ativa mecanismos psicológicos de autopreservação, levando à concessão ou à busca de caminhos menos arriscados.
A manipulação da percepção de uma população como forma de controle estratégico pressupõe ao Estado uma atenção e até um propósito imediato, maior ao que acreditam que sejam as intenções, que não necessariamente as reais intenções, de fato.
Essa distorção perceptiva é amplificada em ambientes de baixa confiança institucional, de rápida circulação de informações truncadas como as redes sociais, fazendo com que um líder se torne poderoso, não pela ação real, mas pelo que demonstra permitindo ao “louco” operar à margem do previsível, explorando o medo da imprevisibilidade.
A teoria do louco, neste enquadramento, é compreendida como parte da lógica racional da competição por poder. O líder que projeta descontrole estratégico ou agressividade não convencional amplia o custo de retaliação para o adversário e, portanto, gera um campo de vantagem. Ao tornar o curso das negociações incerto e perigoso, ele impõe seus próprios termos ou ganha tempo para consolidar posições.
Assim, a figura do “líder louco” pode ser uma encenação deliberada, um papel político dramatizado para moldar o campo das expectativas, confundir os adversários e desestabilizar instituições. O “louco performático” não age fora da lógica do poder — ele redefine os termos do jogo simbólico.
É nesse sentido que comportamentos imprevisíveis, como sanções tarifárias abruptas, rompimentos diplomáticos ou ensaios militares provocativos, se tornam ferramentas estratégicas realistas, e não falhas de cálculo.
A imprevisibilidade torna-se, assim, uma tecnologia política. O governante que cria instabilidade não está perdendo o controle — está usando a incerteza como forma de controle. A teoria do louco, nesse sentido, é uma tática biopolítica, na qual o medo, a dúvida e a desorientação funcionam como instrumentos de sujeição e dominação.
A aplicação da teoria do louco, como se demonstrou, não é uma abstração. Ela tem se manifestado concretamente em diversas situações nas últimas décadas — especialmente no campo da política externa, das negociações econômicas e das disputas tarifárias.
Líderes como Recep Tayyip Erdoğan, Hugo Chávez e Jair Bolsonaro também utilizaram, em graus variados, estratégias alinhadas à teoria do louco. Em momentos de crise, recorreram a declarações contraditórias, rupturas institucionais, gestos simbólicos disruptivos e ataques sistemáticos à imprensa, ao Judiciário ou a organismos internacionais, sempre com o objetivo de desorganizar a previsibilidade do jogo político.
Chávez transformou a instabilidade em método de mobilização popular; Erdoğan usou tentativas de golpe e retaliações militares como forma de consolidar o poder; Bolsonaro incorporou o caos retórico como prática de governo — sobretudo durante a pandemia da COVID-19 e nos embates com o STF. Em todos os casos, a imprevisibilidade não foi ausência de estratégia, mas modo de operação simbólica do poder.
A primeira resposta eficaz à teoria do louco é o reforço da previsibilidade estratégica por parte do lado ameaçado. Isso significa criar um padrão de comportamento institucional que reforce os compromissos com o multilateralismo; reduza a margem de manobra para reações intempestivas; mostre, de forma constante, que o país agirá com racionalidade, legalidade e estabilidade, mesmo diante de provocações.
A previsibilidade, ao contrário da passividade, constrange a loucura alheia. Ela reduz os incentivos ao blefe, pois impede que o “louco” tenha controle exclusivo da incerteza.
Como a teoria do louco atua fortemente no plano simbólico — isto é, na construção de imagens, discursos e percepções —, a neutralização exige capacidade de disputar a narrativa pública, tanto internamente quanto no plano internacional. A loucura performática precisa de palco.
No plano interno, países que enfrentam líderes com traços de loucura estratégica (ou que sofrem seus efeitos) devem fortalecer suas instituições de contenção: parlamentos fortes, judiciários autônomos, imprensa livre e participação civil organizada.
Uma das estratégias mais eficazes — ainda que delicada — é expor a racionalidade oculta da loucura encenada. Demonstrar, por meio de análises técnicas, comparações históricas e investigações jornalísticas, que o comportamento “irracional” é, na verdade, instrumento de manipulação emocional e política, enfraquece sua eficácia.
Diante dos últimos atos do governo americano, o primeiro movimento do governo Lula foi reafirmar, em declarações públicas e por meio do Itamaraty, o compromisso do Brasil com o multilateralismo, com a legalidade internacional e com a previsibilidade institucional. Diferente de uma retaliação emocional ou precipitada, o país reforçou sua postura racional e pacífica, apresentando nota oficial do Itamaraty rechaçando a medida; ativação do mecanismo de solução de controvérsias da OMC; reuniões de alto nível com chanceleres de países afetados (como Argentina e México).
Ao não entrar no jogo da irracionalidade, o Brasil impediu que houvesse o monopólio da narrativa do conflito.
Simultaneamente, o governo brasileiro articulou uma resposta regional e global, fortalecendo alianças comerciais alternativas e buscando apoio político em foros internacionais, como por exemplo; a reativação de frentes comerciais com União Europeia e China; reunião extraordinária do BRICS+ com ênfase em segurança alimentar e tarifas; diálogo com o G20 para construção de mecanismos antirretaliação; proposta de resolução na OMC contra medidas unilaterais disruptivas.
Essa movimentação reafirma o papel do Brasil como ator global moderador, deslocando o eixo do conflito do campo simbólico individual para o campo institucional coletivo — ou seja, transformando a loucura do outro em um problema sistêmico do qual vários países são vítimas.
O governo Lula também compreendeu que não bastava reagir formalmente. Era necessário disputar a narrativa da crise, especialmente diante da imprensa internacional, da sociedade civil global e dos organismos de comércio.
Nesse sentido, o Ministério das Relações Exteriores e a Secretaria de Comunicação da Presidência: deram entrevistas a veículos como The Guardian, Le Monde, El País e The New York Times; participaram de painéis no Fórum Econômico Mundial e em universidades dos EUA; produziram vídeos explicativos em várias línguas sobre o impacto das tarifas; reforçaram o discurso de que o Brasil é um líder democrático e racional em meio ao caos internacional.
Internamente, o governo brasileiro também agiu para amortecer os impactos econômicos da medida, protegendo setores vulneráveis e sinalizando estabilidade institucional ao mercado: redução temporária de tributos para produtores afetados; reestruturação de linhas de crédito agrícola e exportador via BNDES; campanha nacional de valorização de produtos brasileiros; mobilização dos governos estaduais e do Congresso em apoio à posição nacional.
Essas ações demonstram a aplicação prática de um modelo de contenção democrática, com participação de diversos atores institucionais na resposta coordenada — o que também enfraquece a eficácia simbólica da loucura estratégica.
Ainda em curso, a crise tarifária de 2025 representa um teste crucial para a política externa brasileira, mas já evidencia importantes vitórias: o Brasil não ficou isolado no cenário internacional; tarifas passaram a ser contestadas por outros países na OMC; o discurso internacional majoritário passou a associar o ocorrido à instabilidade e ao desrespeito institucional.
Enquanto isso, o Brasil fortaleceu sua imagem como potência diplomática racional, um gesto que reposiciona o país como mediador legítimo entre o Norte e o Sul global.
A partir de casos citados no texto, vimos que a loucura estratégica opera em múltiplas frentes: guerras comerciais, rupturas diplomáticas, crises sanitárias, sabotagens simbólicas e desinformação organizada. O caos não é um erro — é método.
Contudo, como demonstrado no caso brasileiro de 2025, essa lógica pode ser enfrentada. O governo Lula, diante do tarifaço, adotou uma estratégia de neutralização racional baseada em: previsibilidade estratégica; atuação multilateral; disputa simbólica da narrativa; fortalecimento interno institucional; exposição da irracionalidade como instrumento tático.
Esse conjunto de ações permitiu ao Brasil não apenas resistir à crise, mas transformá-la em oportunidade de afirmação diplomática e liderança simbólica internacional. A racionalidade, quando exercida com inteligência institucional, pode vencer a loucura encenada.
Portanto, a teoria do louco não é invencível. Sua eficácia está condicionada à inação, ao isolamento e à submissão discursiva do adversário. Quando enfrentada por meios inteligentes, colaborativos e racionais, ela se desfaz como aquilo que sempre foi: um teatro de poder.
*Dra. Janaína Araújo
Advogada de Família e Eleitoral no escritório Lima e Araújo Advogados; Mestra em Direito; Pedagoga; Grafóloga; Servidora Pública de carreira; Membra do Tribunal de Ética e Disciplina OAB/BA; Membra do Instituto Brasileiro de Direito de Família; Membra do Instituto de Práticas Colaborativas; Coach Integral Sistêmica e Business; Analista de Perfil Comportamental para Empresas; Especialista em Direito de Família e Sucessões e Direito Eleitoral; Práticas Jurídicas Cível, Trabalhista e Previdenciária; Formação em Justiça Restaurativa; Líder do Grupo Mulheres do Brasil Núcleo Itabuna. advogada de Família e Eleitoral no escritório Lima e Araújo Advogados; Mestra em Direito; Pedagoga; Grafóloga; Servidora Pública de carreira; Membra do Tribunal de Ética e Disciplina OAB/BA; Membra do Instituto Brasileiro de Direito de Família; Membra do Instituto de Práticas Colaborativas; Coach Integral Sistêmica e Business; Analista de Perfil Comportamental para Empresas; Especialista em Direito de Família e Sucessões e Direito Eleitoral; Práticas Jurídicas Cível, Trabalhista e Previdenciária; Formação em Justiça Restaurativa; Líder do Grupo Mulheres do Brasil Núcleo Itabuna.
ILHÉUS: PREFEITURA REALIZA OPERAÇÃO DE MELHORIA VIÁRIA NA PONTA DA TULHA

Trabalho conjunto das secretarias de Infraestrutura e Defesa Civil e Interior promove patrolamento e encascalhamento para facilitar o tráfego na região
A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil, em parceria com a Secretaria do Interior, está realizando uma operação de melhoria viária na rua principal da Vila de Ponta da Tulha. A ação inclui serviços de patrolamento e encascalhamento, com o objetivo de garantir melhores condições de tráfego e mais segurança para quem transita pela localidade.
A iniciativa atende a demandas da comunidade e visa facilitar o acesso de veículos, especialmente durante o período de maior movimentação rural e turística. Os serviços seguem nos trechos mais críticos.
Paralelamente à operação, a Prefeitura informa que já foi iniciado o processo de licitação para a obra de pavimentação da via, que será executada em breve. A intervenção definitiva visa resolver de forma estruturante os desafios de mobilidade enfrentados pelos moradores da região.
Com essas ações, o município reforça seu compromisso com a manutenção das estradas vicinais e a promoção da mobilidade nas áreas mais afastadas do centro urbano, assegurando mais qualidade de vida para os moradores e visitantes.
ITABUNA: CÂMARA ANUNCIA JORNALISTA ANDREYVER LIMA COMO NOVO ASSESSOR DE COMUNICAÇÃO

A Câmara Municipal de Itabuna nomeou o jornalista Andreyver Lima como novo assessor de comunicação, reforçando o compromisso do Legislativo com a transparência, a modernização e a aproximação com a população.
Formado em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e em Ciência Política pela UNIASSELVI, Andreyver possui certificações em Política Cidadã e Opinião Pública pela Universidade de Harvard e em Comunicação na Era Digital pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Com ampla experiência em comunicação política, marketing e jornalismo, atuou em rádios, produção de conteúdo e consultoria para campanhas e mandatos parlamentares. Ao longo da carreira, também exerceu funções de editor, apresentador e analista político, consolidando-se como referência na área.
A nova gestão da comunicação busca fortalecer o papel da Câmara como representante dos interesses da comunidade itabunense, ampliando a transparência e o diálogo com os cidadãos.
ILHÉUS: PREFEITURA CONCLUI DUPLICAÇÃO DE FAIXA NA AVENIDA ITABUNA






























