RENATO SE DEU BEM
Político discreto, mas que de bobo não tem nada, o peemedebista Renato Costa se deu bem na solenidade que marcou o início das obras de revitalização da Avenida do Cinquentenário, em Itabuna.
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Costa, que atualmente está sem mandato, foi o único pré-candidato a deputado estadual que teve o privilégio de usar da palavra na cerimônia. Outros mais próximos do governo municipal, como o coronel Gilberto Santana, não deram as caras e, portanto, perderam a chance de “aparecer na foto”. O mesmo se diga com relação ao deputado federal Roberto Britto (PP), que até apresentou emenda para a obra, mas não foi ao evento.
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Sendo assim, foi só o “mineirinho” que faturou.
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Do blog POLÍTICA ET CETERA.
PEC 300 É APROVADA POR UNANIMIDADE NA CÂMARA
Foi aprovado, ontem, 02, no Plenário da Câmara, o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 300 que propõe um piso salarial nacional fixo para policiais civis, militares e bombeiros.
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O deputado Roberto Britto, do PP baiano, estava entre os parlamentares que apoiaram o projeto. O debate da PEC foi acompanhado por representantes de todas as categorias.
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Por 393 votos a favor, nenhum contra e duas abstenções, a PEC 300 foi aprovada por unanimidade, no 1º turno. O texto defende que o piso deverá ser de R$ 3,5 mil até que uma lei crie um fundo para que a União complemente o salário dessas categorias pagos pelos estados.
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Atualmente, o salário dos PMs é de R$ 2.015,40 em São Paulo e R$ 1.412,34 na Bahia. A PEC é vista por Britto como uma medida que vai possibilitar a mudança do cenário da segurança pública no Brasil, através da valorização dos profissionais, com remunerações mais justas.
ACABOU A PARCERIA
Não durou muito tempo a parceria entre o Itabuna Esporte Clube e o ex-presidente do Vitória, Jorge Sampaio. Nesta semana a diretoria do clube dispensou vários jogadores indicados por Jorge Sampaio.
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A parceria que no início vislumbrou que colocaria o Itabuna Esporte Clube como a terceira força do futebol baiano não deu certo. E o clube do sul da Bahia está lutando para não ser rebaixado.
PEDRÃO LONGE DE JACKSON EM 2012
O ex-prefeito de Itapé, Pedrão (PMDB), não poderá ser candidato em 2012 porque continua inelegível. Evidentemente que o natural seria ele apoiar a reeleição do atual prefeito, Jackson Rezende (PP).
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Mas o comentário em Itapé é que Pedrão não está disposto a apoiar a reeleição de Jackson. E mesmo a eleição sendo ainda em 2012 já têm três nomes na disputa para obter o apoio do ex-prefeito inelegível.
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O primeiro da lista é Arnaldo, filho de João do “Porco”, o segundo é Rudson e o terceiro é Naelito Pinto. Esse foi vice de Humberto Matos na eleição de 2008.
JOSIAS GOMES
Os ventos sopram tão suaves para os petistas que até o ex-deputado Josias Gomes, náufrago nas urnas de 2006 por ter sido o único baiano envolvido no escândalo do Mensalão, está animado.
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Domingo último ele fez encontro em Salvador esperando 150 pessoas e apareceram mais de 350. Lá estavam o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, e o presidente da CUT, Martiniano Costa.
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Da coluna Tempo Presente, de A Tarde
QUADRO ELEITORAL EM ITABUNA NA DISPUTA PARA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
Em uma recente pesquisa realizada em Itabuna o resultado mostrou que a disputa para deputado estadual uma grande parcela do eleitorado está indeciso. Mas a pesquisa mostrou que na liderança aparece Coronel Santana (PTN), seguido de perto por Renato Costa (PMDB).
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Já na terceira colocação aparecem empatados tecnicamente Capitão Fábio (PRP), Augusto Castro (PSDB) e Wenceslau (PC do BB). A pesquisa foi realizada na semana passada em vários bairros de Itabuna.
O FANFARRÃO
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Novamente o secretário de educação de Itabuna, Gustavo Lisboa, fez uma pirotecnia para anunciar o seu pedido de exoneração do governo. Mas novamente ele voltou atrás e decidiu continuar no governo.
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Isso mostra que Gustavo não estava realmente querendo deixar o governo, porque quando alguém quer ser exonerado faz como o ex-secretário Jósias Miguel, que deixou o governo mesmo o prefeito Capitão Azevedo (DEM) insistindo para ele continuar.
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O salário de um secretário em Itabuna é de R$ 9 mil, como Gustavo tem o titulo de mestre e o máximo que ele conseguirá de salário na UESC é R$ 5 mil. Isso mostra que o salário de secretário pesa na hora de pedir exoneração.
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Gustavo alega que deixou de fazer um curso de qualificação na Europa para continuar no governo. É pertinente lembrar que o prefeito não obrigou ele a continuar na secretaria, Azevedo apenas convidou, e Gustavo aceitou. Então esse argumento não tem fundamento.
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