O advogado Carlos Sodré que teve, nas últimas horas, o seu nome incluído, pela imprensa, no rol dos cogitados para ocupar a Secretaria de Justiça do Estado, apressou-se em declarar que atribui a notícia a um equívoco pois “jamais, por uma questão ética, postularia cargo de confiança”. Entende que, salvo ser fruto de uma indicação partidária delegada, a escolha é decisão privativa do Governador”.
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E como nem foi convidado nem indicado, considera essa veiculação “típico jabuti em cima de árvore”, por isso que recorre ao conhecido adágio popular: “jabuti não sobe em árvore; encontrado lá, das duas uma: ou foi enchente ou mão de gente”.
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No momento, o advogado dedica-se às atividades de seu escritório profissional e à produção de dois livros, simultaneamente: um, de memórias do que viu e ouviu sobre pessoas e fatos nos últimos 50 anos, cujo lançamento, em virtude do trabalho minucioso que requer, deverá demorar; o outro, para lançar no final do ano por ocasião da comemoração e em homenagem ao cinqüentenário de emancipação política de Itapé, sua terra natal.