Confirmada para agosto, a retomada das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol 1) e do Porto Sul representa uma fase próspera para a economia baiana e insere o estado em uma rota logística de projeção internacional. O pré-candidato a deputado federal Bebeto Galvão defendeu, desde o princípio, esses empreendimentos como pilares para a integração, que vão além da infraestrutura estadual. Ele destaca a Fiol e o Porto Sul como pontos de partida para um corredor bioceânico que conectará o Oceano Atlântico — pelo Porto Sul, em Ilhéus — ao Pacífico, pelo Porto de Chancay, no Peru.
“Estamos falando de milhares de empregos diretos e indiretos, de oportunidades para a nossa gente e de um novo ciclo de desenvolvimento para Ilhéus e região”, afirmou Bebeto. O megaprojeto, que integra o Novo PAC com investimentos de cerca de R$ 7 bilhões para a conclusão do trecho 1 entre Caetité e Ilhéus, está em fase de tramitação na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) com o Grupo Mota-Engil, responsável pela execução das obras.
A expectativa é que a primeira etapa viabilize o escoamento da produção mineral, integrando futuramente, a partir de Mara Rosa (GO), à Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) e, posteriormente, à Ferrovia Norte-Sul. “Nós temos potencial para ser um hub de exportação de grãos, minérios e outros produtos, por meio da ligação do Centro-Oeste ao litoral baiano e, de lá, para o mundo. É um salto de qualidade e uma era próspera para o nosso estado.”
Bebeto nunca hesitou em levar essa discussão a entrevistas, fóruns e encontros com o setor produtivo e econômico em diversos municípios, bem como com representantes do Estado e do Governo Federal. Além disso, ele reconhece o compromisso do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues com a região a sul da Bahia, ressaltando que a obra, viabilizada por um esforço conjunto, é um marco para o desenvolvimento logístico do país.
“Estamos falando de um corredor que não apenas vai escoar nossa produção, mas que colocará a Bahia no centro das rotas de comércio entre a América do Sul e a Ásia, fortalecendo nossa posição no cenário econômico global.”