Ilhéus enfrenta uma das maiores crises fiscais de sua história. A atual gestão do prefeito Valderico Júnior (União Brasil) lida com uma dívida herdada de cerca de R$ 1 bilhão, fruto das administrações passadas, como a do ex-prefeito Mário Alexandre, o Marão (PSD).

Desde janeiro, já foram bloqueados R$ 50 milhões das contas públicas, uma média de R$ 10 milhões por mês, afetando serviços, investimentos e a capacidade de gestão da nova administração.

Segundo uma fonte, a herança maldita de Marão inclui débitos judiciais, precatórios, contratos questionáveis e obrigações não quitadas. Técnicos da atual gestão classificam o cenário como “colapso financeiro”.

Ilhéus tenta se reerguer. Mas o estrago é histórico.