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Nesta semana o site manteve contato com alguns empresários de Itabuna. Eles  foram questionados sobre o projeto de lei autorizativo para que a Prefeitura possa contratar até US$ 30 milhões para um programa de reestruturação da cidade.

O presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Itabuna, Carlos Leahy se posicionou a favor:

“Nós sabemos que os recursos próprios da prefeitura são insuficientes, tem que realmente ter uma linha de crédito para desenvolvimento da cidade. Tive acesso ao projeto, e é muito importante para nossa cidade. Nós da CDL formamos a opinião que o momento é esse para a cidade sair do marasmo, e o caminho é esse empréstimo a longo prazo para fazer obras que a cidade precisa. Itabuna já perdeu muito tempo e espaço, por isso esse financiamento é essencial para a cidade voltar a crescer. E parabenizo o prefeito Augusto Castro por ter conseguido viabilizar o município a ficar apto a conseguir esse empréstimo, a cidade que ganha”, declarou.

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, Mauro Ribeiro comentou:

“A ACI é a favor do empréstimo solicitado pela Prefeitura de Itabuna, no valor de U$ 30 milhões, desde que seja fundamentado em um projeto idôneo, com transparência e planejamento específico das ações a serem implementadas no município com o recurso.”, declarou.

O diretor-presidente do Grupo Chaves, Manoel Chaves Neto também se posicionou:

Manoel-Chaves-Neto

“Excelente, desde que a estrutura de capital seja adequada e os investimentos sejam prioritários para melhorar a cidade, deixar mais atrativa com potencial de geração de emprego e renda. Aí fica bom para todos.”, declarou.

ENTENDA O PROJETO

Pelo projeto, o município buscará recursos por meio da tomada de crédito com juros variando entre 2% e 2,5% ao ano, com a carência de até cinco anos junto ao Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata).
Para tomar o crédito, o município estabeleceu um programa com três eixos: reestruturação urbana e ambiental, expansão da mobilidade urbana e reestruturação dos bairros. Segundo a secretária Sonia Fontes, o município está apto à captação de recursos em organismos financeiros nacionais e internacionais para os investimentos necessários a atender o diagnóstico que aponta a necessidade de reconstrução da cidade, inclusive para contribuir na redução das desigualdades sociais, após as enchentes.