A sessão realizada na última segunda (04) ficou marcada por muitas polêmicas na Câmara de Vereadores do Município de Ibirapitanga. O Vereador da oposição Guilardo Pinheiro (PP) registrou na última terça-feira (05) boletim de ocorrência em desfavor de Jorge Pacheco, também conhecido como João Lambança, chefe de divisão financeira da Câmara de Vereadores de Ibirapitanga por agressão física e verbal, sendo o Presidente da Câmara, Paulinho de Ravan.
De acordo com o boletim de ocorrência, na data de 04/11/2019, por volta das 20:30h, após finalização da Sessão da Câmara, foi requisitado pelo Vereador ao funcionário Jorge que lhe fosse entregue cópias dos dois projetos que foram votados, no entanto, sem nenhuma explicação, após o recebimento das cópias, ele ordenou que a funcionária da Câmara, Silvia Lima, recolhesse os projetos que já estavam em posse dos vereadores e assinados como recebidos no livro de registro.
Diante de tal falto, Guilardo, novamente, requisitou que fosse entregue as cópias dos projetos, pois era direito dos vereadores e dever dele cumprir como funcionário. No entanto, além de negar a cópia, foi agredido verbalmente e fisicamente pelo funcionário Jorge Pacheco com puxões nos seus dois braços, não respeitando a condição de cadeirante do Edil Guilardo e em decorrência da agressão física no braço esquerdo, o Vereador precisou de atendimento médico no hospital municipal do município, pois estava sentido forte dores no braço esquerdo.
Essa não é a primeira vez que Jorge Pacheco tem esse tipo de atitude na Câmara de Ibirapitanga, em um passado próximo, tentou agredir fisicamente o Vereador Kako de Boró, sendo impedido por outro edil. Guilardo diz “que é inadmissível, um funcionário, braço direito do Presidente da Casa, Paulinho de Ravan, agir deliberadamente como se ali fosse o quintal da sua casa, que ele tem que respeitar não só os vereadores, mas toda a população e que uma agressão a um parlamentar do povo é uma agressão ao município de Ibirapitanga.
Após exame de corpo de delito, Guilardo afirmou esperar do presidente da Casa, Paulinho de Ravan, uma atitude severa, pois o funcionário não tem condições de permanecer no cargo.
Esse e o cavalo nessa cidade parece que no tem homem