Os professores da Universidade Estadual da Bahia (Uneb),Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, após se reunirem em assembleia geral, nesta quinta-feira, 4.
Já os docentes da Universidade Estadual De Santa Cruz (Uesc) votaram pela manutenção do estado de greve.
O comentário na Uesc é que a reitora Adélia Pinheiro usou seu prestígio para evitar a greve. Vale lembrar que ela vai assumir nas próximas semanas a Secretaria de Ciências, Tecnologia e Inovação (Secti), na cota pessoal do governador Rui Costa (PT).
Bom dia. A maioria dos professores decidiu pela manutenção do estado de greve uma vez que, na véspera, houve a abertura de negociações com o governo. A reitora Adélia Pinheiro não participou da assembleia nem mandou representantes oficialmente. Estamos aguardando os resultados da negociação que acontecerá nesses próximos dias e na quarta-feira da próxima semana haverá outra assembleia que decidirá os rumos do movimento.
Matéria equivocada. A assembleia é o locus de deliberação coletiva e democrática em que votam os docentes filiados ao sindicato, no caso a ADUSC. A Reitora da Uesc, Profa Adélia, não teve nenhuma influência direta na votação.
A adélia mostrou que sabe articular, prova disso é que a UESC é a única Universidade da Bahia que não aderiu a greve. Por coincidência a reitora vai assumir uma secretaria no governo do estado e vai investir muito na universidade. o resto é oba oba
A decisão pela manutenção do estado de greve foi votado em assembléia pelos docentes associados. Não teve participação nem interferência da administração superior.
Graças aos Céus parte dos professores da UESC acordaram para uma consciência mais evoluída. Chega de manipulação sindical. Sem mencionar que sindicato petista atuando contra governo petista é algo bastante estranho. Sindicato este que se preocupou mais em apoiar ditadores do que com o salário dos professores e condições da universidade.
Bom dia. A maioria dos professores decidiu pela manutenção do estado de greve uma vez que, na véspera, houve a abertura de negociações com o governo. A reitora Adélia Pinheiro não participou da assembleia nem mandou representantes oficialmente. Estamos aguardando os resultados da negociação que acontecerá nesses próximos dias e na quarta-feira da próxima semana haverá outra assembleia que decidirá os rumos do movimento.
A professora Adélia não teve influência ñna decisão da nossa categoria, deliberamos e decidimos como um coletivo. Houve votação nominal.
Não foi o quê aconteceu. Notícia sensacionalista.
Matéria equivocada. A assembleia é o locus de deliberação coletiva e democrática em que votam os docentes filiados ao sindicato, no caso a ADUSC. A Reitora da Uesc, Profa Adélia, não teve nenhuma influência direta na votação.
Adélia entregou o que prometeu a Rui Costa, antes de ser escolhida para assumir a secretaria.
A adélia mostrou que sabe articular, prova disso é que a UESC é a única Universidade da Bahia que não aderiu a greve. Por coincidência a reitora vai assumir uma secretaria no governo do estado e vai investir muito na universidade. o resto é oba oba
A decisão pela manutenção do estado de greve foi votado em assembléia pelos docentes associados. Não teve participação nem interferência da administração superior.
Graças aos Céus parte dos professores da UESC acordaram para uma consciência mais evoluída. Chega de manipulação sindical. Sem mencionar que sindicato petista atuando contra governo petista é algo bastante estranho. Sindicato este que se preocupou mais em apoiar ditadores do que com o salário dos professores e condições da universidade.