Na próxima sessão da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio – CDEIC da Câmara dos Deputados deve ser votado o relatório do Projeto de Lei 851 de 2011 de autoria do deputado federal Geraldo Simões. Pelo projeto, para se aplicar o termo chocolate, é preciso que o produto tenha pelo menos 25% de cacau. No caso dos chocolates brancos, o percentual deve ser de 20% de manteiga de cacau. Ele tomou a iniciativa em propor este projeto, no início de 2011 movido pelo bom senso que deveria existir em toda produção alimentícia, ou mesmo de toda a produção.
“Tudo que consumimos deveria ter designação de origem e informação dos componentes que integram o produto. O conhecimento do produto é um princípio básico da teoria econômica capitalista, que na prática não é observado e estamos longe de alcançar”, disse o deputado. Segundo ele, “vivemos em uma sociedade capitalista, mas princípios éticos devem ser obedecidos. Um dos princípios que deve ser observado é justamente a veracidade das informações. A correspondência entre os nomes com que se rotulam os produtos e seus componentes”.
Assim como não podemos compactuar com produtos falsificados e piratas, também não podemos aceitar que se tente enganar os consumidores com autofalsificações, classificando como chocolate o que não é chocolate.
Está certo o Deputado em apresentar esse projeto, pois há muita desonestidade também na confecção de alimentos e, por outro lado, está também protegendo a produção de cacau da região (que, apesar de tudo, ainda é a maior produtora no Brasil).
O que não dá para entender é o fato de cidades como Gramado (RS) e outras em São Paulo e Minas, sem produzir um só quilo de cacau, faturam e empregam muito mais do que as pequenas indústrias de Itabuna e Ilhéus. Isso porém é da competência dos empresários. Mas estes podem ser motivados pelos governantes.
Pesquisas realizadas pelo Datafolha demonstram que o apoio à realização da Copa no Brasil é declinante. Em novembro de 2008, 79% dos brasileiros aplaudiam a escolha do país como sede do evento. Em junho do ano passado, mês em que a juventude foi às ruas, o índice caiu para 65%. Neste mês de abril, a aprovação minguou para 48%.
De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico, a ofensiva do governo ganhará um formato publicitário. A partir de 27 de abril, a 46 dias do início da Copa, vai ao ar uma campanha concebida por três agências: Giovanni, Nova SB e Propeg. Só falta Dilma aprovar as peças.
DANOU-SE!!!! MAIS GRANA JOGADA FORA, SE JÁ VINHA FALTANDO RECURSOS PARA, SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA, AGORA ENTÃO NEM SE FALA, E OLHEM QUE A dona Dilma BATEU TODOS OS RECORDES DE GASTOS COM PUBLICIDADES, MAS, COM CERTEZA ELA E SUA TURMA ACHOU QUE ERA POUCO.
Está certo o Deputado em apresentar esse projeto, pois há muita desonestidade também na confecção de alimentos e, por outro lado, está também protegendo a produção de cacau da região (que, apesar de tudo, ainda é a maior produtora no Brasil).
O que não dá para entender é o fato de cidades como Gramado (RS) e outras em São Paulo e Minas, sem produzir um só quilo de cacau, faturam e empregam muito mais do que as pequenas indústrias de Itabuna e Ilhéus. Isso porém é da competência dos empresários. Mas estes podem ser motivados pelos governantes.
ENTRETANTO:
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GOVERNO FAZ OFENSIVA PARA ELEVAR O APOIO À COPA
Pesquisas realizadas pelo Datafolha demonstram que o apoio à realização da Copa no Brasil é declinante. Em novembro de 2008, 79% dos brasileiros aplaudiam a escolha do país como sede do evento. Em junho do ano passado, mês em que a juventude foi às ruas, o índice caiu para 65%. Neste mês de abril, a aprovação minguou para 48%.
De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico, a ofensiva do governo ganhará um formato publicitário. A partir de 27 de abril, a 46 dias do início da Copa, vai ao ar uma campanha concebida por três agências: Giovanni, Nova SB e Propeg. Só falta Dilma aprovar as peças.
http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2014/04/17/governo-faz-ofensiva-para-elevar-o-apoio-a-copa/
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DANOU-SE!!!! MAIS GRANA JOGADA FORA, SE JÁ VINHA FALTANDO RECURSOS PARA, SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA, AGORA ENTÃO NEM SE FALA, E OLHEM QUE A dona Dilma BATEU TODOS OS RECORDES DE GASTOS COM PUBLICIDADES, MAS, COM CERTEZA ELA E SUA TURMA ACHOU QUE ERA POUCO.