O “Resenha da Cidade” deste sábado (31) discutirá a situação da saúde pública de Itabuna. O entrevistado será o secretário de saúde Plínio Adry.
O programa, apresentado por Roberto de Souza, tem a equipe formada por Silmara Souza e repórteres que fazem a cobertura do Hospital de Base e do complexo policial.
O programa vai ao ar das dez às doze horas pela Rádio Difusora AM-640.
No programa têm o quadro Dois Toques de política, no qual Roberto de Souza e o blogueiro João Matheus Feitosa analisam o quadro político regional e revela os bastidores do poder.
Assunto deveras interessante.
Volto a sugerir, em próximas oportunidades, sobre vagas para estacionamentos (podendo ser ampliadas como uma simples canetada, tipo…. proibir vendas de automóveis na praça do Banco Itaú, limitar horário para estacionamento em grandes lojas – ricardo eletro, em frente ao Danúbio principal, limitar vagas para o Forum Ruy Barbosa, aproveitar o espaço do Centro Cultural, inclusive cobrando taxas para manutenção, etc…. o debate será longo e, acredito, um só programa não dará conta, mas, de suma importância.
Estava ouvindo o programa de Roberto de Souza ontem, interessado na entrevista do Secretário de Saúde, meu colega e amigo Plinio Adry, quando o vereador Rui Machado, falando a meu respeito, disse que Itabuna passou meses sem secretario de saúde, pois eu seria um operador, e não secretario.
Fiquei imaginando o que queria dizer o vereador com essa expressão. Operador de que?
Fui secretario de saúde por sete meses e fiz nesse período o que deixaram e o que não deixaram. Consegui o retorno do comando único, quatro unidades reinauguradas,, duas unidades prontas para reinauguracão, 62% menos casos de dengue, 260 novos profissionais de saúde, reforma da emergência do Hospital de Base, dois milhões em equipamentos para o Base e mais de um milhão e meio em equipamentos e mobiliários para as unidades básicas. Deixei as unidades abastecidas de medicamentos e insumos trazidos da SESAB.
Nos sete meses em que fui secretario, fui diversas vezes à Câmara, formal e informalmente, debater e ouvir sugestões e criticas dos vereadores daquela Casa. Nunca com a participação desse vereador. As vezes em que me procurou na secretaria foi para pedir emprego para alguém seu, o que não pode ser atendido, em respeito à moralidade no serviço publico. Prevaleceu a seleção publica.
Quando se acusa alguém, deve-se conhecer melhor esse alguém e o seu passado. Sou servidor publico há quase 30 anos, nunca processado por improbidade, ficha limpa. Só conheço cadeia em visita a presos políticos, na época da ditadura.
Retorno a Salvador e reassumo meus empregos (fruto de concursos públicos prestados) na SESAB e no INSS) e continuo ajudando Itabuna.
Sofri boicotes, hostilidades, incompreensões que tornaram impossível minha permanência à frente da pasta. O tempo vai mostrar que nosso trabalho foi extremamente positivo. Principalmente se verificarmos a situação de outras cidades e as dificuldades financeiras encontradas.
Desejo sucesso a Plinio e torço para que mentes inescrupulosas não se voltem contra seu trabalho.
Assunto deveras interessante.
Volto a sugerir, em próximas oportunidades, sobre vagas para estacionamentos (podendo ser ampliadas como uma simples canetada, tipo…. proibir vendas de automóveis na praça do Banco Itaú, limitar horário para estacionamento em grandes lojas – ricardo eletro, em frente ao Danúbio principal, limitar vagas para o Forum Ruy Barbosa, aproveitar o espaço do Centro Cultural, inclusive cobrando taxas para manutenção, etc…. o debate será longo e, acredito, um só programa não dará conta, mas, de suma importância.
Estava ouvindo o programa de Roberto de Souza ontem, interessado na entrevista do Secretário de Saúde, meu colega e amigo Plinio Adry, quando o vereador Rui Machado, falando a meu respeito, disse que Itabuna passou meses sem secretario de saúde, pois eu seria um operador, e não secretario.
Fiquei imaginando o que queria dizer o vereador com essa expressão. Operador de que?
Fui secretario de saúde por sete meses e fiz nesse período o que deixaram e o que não deixaram. Consegui o retorno do comando único, quatro unidades reinauguradas,, duas unidades prontas para reinauguracão, 62% menos casos de dengue, 260 novos profissionais de saúde, reforma da emergência do Hospital de Base, dois milhões em equipamentos para o Base e mais de um milhão e meio em equipamentos e mobiliários para as unidades básicas. Deixei as unidades abastecidas de medicamentos e insumos trazidos da SESAB.
Nos sete meses em que fui secretario, fui diversas vezes à Câmara, formal e informalmente, debater e ouvir sugestões e criticas dos vereadores daquela Casa. Nunca com a participação desse vereador. As vezes em que me procurou na secretaria foi para pedir emprego para alguém seu, o que não pode ser atendido, em respeito à moralidade no serviço publico. Prevaleceu a seleção publica.
Quando se acusa alguém, deve-se conhecer melhor esse alguém e o seu passado. Sou servidor publico há quase 30 anos, nunca processado por improbidade, ficha limpa. Só conheço cadeia em visita a presos políticos, na época da ditadura.
Retorno a Salvador e reassumo meus empregos (fruto de concursos públicos prestados) na SESAB e no INSS) e continuo ajudando Itabuna.
Sofri boicotes, hostilidades, incompreensões que tornaram impossível minha permanência à frente da pasta. O tempo vai mostrar que nosso trabalho foi extremamente positivo. Principalmente se verificarmos a situação de outras cidades e as dificuldades financeiras encontradas.
Desejo sucesso a Plinio e torço para que mentes inescrupulosas não se voltem contra seu trabalho.
Um abraço,
Renan Araújo