Rui Barbosa, um dos maiores juristas e políticos que o Brasil já teve, intelectual brilhante do seu tempo, disse um dia: “A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada”. Sábias e atualíssimas palavras.
Num período em que a Fé mundial tende a ser renovada com a escolha de um novo líder religioso, aqui no Brasil a nossa esperança escoa pelo ralo a cada eleição, a cada mudança de gestão. Queremos política de resultados e temos politicalha, política mesquinha de interesses pessoais, de intrigas tacanhas, de jogo com a pobreza e a miséria do povo.
Habemus politicalha, por exemplo, quando assistimos homens serem exonerados de cargos públicos por incapacidade técnica ou corrupção num dia sendo nomeados dias depois em cidades vizinhas. Habemus politicalha quando vemos grandes obras estagnadas por governantes que se recusam a executar ideias e feitos de antecessores por serem de partidos opostos e adversários. Habemus politicalha quando assistimos mafiosos ocupando cargos interessados apenas nas verbas atreladas à carteira e não na solução das questões a que lhe são atribuídas.
Queremos política séria, direção, organização e administração.
Queremos a execução e cumprimento de regras morais, leis e costumes respeitáveis para o povo. Queremos Homens de bem e de coragem nos representando e lutando pelos nossos direitos. Infelizmente, o que temos é uma politicalha desmedida, uma indústria de escândalos inacreditáveis, roubos excessivos e falta de vergonha na cara. Queremos dignidade e o que temos é politicalha, política pública exercida por uma facção de canalha.
Manuela Berbert é publicitária, jornalista e colunista do Diário Bahia.
Concordo com você, Manuela, não fosse a pressa que você tem em acertar ajustes social no País! O Brasil, nobre pátria continental da América do Sul, que por termos pouco tempo de volta as liberdades democráticas, o que não tem sido fácil,
às custas de sofrimento e dor, diante de uma ditadura nas costas, que as elites não rememoram; fazem vistas grossas ou não comentam. Essa história é de ontem! O povo acerta e erra também. Nesse ponto democrático,o povo tem acertado, e muito. Devo lhe dizer, desde a eleição indireta de Tancredo Neves, a sociedade,o povo, os excluídos tem acertados, demais.
“Habemus politicalha, por exemplo, quando assistimos homens serem exonerados de cargos públicos por incapacidade técnica ou corrupção num dia sendo nomeados dias depois em cidades vizinhas.”
Concordo com você, Manuela, não fosse a pressa que você tem em acertar ajustes social no País! O Brasil, nobre pátria continental da América do Sul, que por termos pouco tempo de volta as liberdades democráticas, o que não tem sido fácil,
às custas de sofrimento e dor, diante de uma ditadura nas costas, que as elites não rememoram; fazem vistas grossas ou não comentam. Essa história é de ontem! O povo acerta e erra também. Nesse ponto democrático,o povo tem acertado, e muito. Devo lhe dizer, desde a eleição indireta de Tancredo Neves, a sociedade,o povo, os excluídos tem acertados, demais.
Político não nasce em árvore, é fruto da escolha de uma sociedade. Estamos num processo de evolução.
“Habemus politicalha, por exemplo, quando assistimos homens serem exonerados de cargos públicos por incapacidade técnica ou corrupção num dia sendo nomeados dias depois em cidades vizinhas.”
UI MANU, ESSA DOEU MUITO!!!!!
VOCÊ É FERA!!!!
Olha,melhor exonerar do que deixar uma equipe como a de azevedo, que por sinal vc fazia parte se não me engano…