Lula, conforme os fatos não param de provar, trouxe para o centro do governo brasileiro, dez anos atrás, uma tropa de batedores de carteira como raramente se viu neste país: qualquer exame de laboratório mostra que está aí, quando se raspa o verniz da propaganda, o DNA de sua passagem pela política nacional.
Esse bonde não para. Começou a andar em 2003, antes de se completar o primeiro mês do governo Lula, com a dupla Marcos Valério-Delúbio Soares e Delta/Cachoeira já funcionando a toda na montagem da coleção de crimes à qual se deu o nome de mensalão e CPI do Cachoeira.
Continua andando até hoje: sua última aparição é neste miserável escândalo dos “bebês de Rosemary” episódio que serve como uma das melhores fotografias jamais tiradas do dia a dia da governança petista, tal como ela é na vida real.
Mas a verdade é que vivemos num mundo imperfeito. Lula conserva seus belos 100% de popularidade, já é apontado como o próximo governador de São Paulo e continua sendo considerado por seus admiradores como o homem mais perfeito que o mundo conheceu desde Adão e Eva.
(J.R. Guzzo)
Em audiência no Senado sobre o ‘Rosegate’, o senador Pedro Taques (PDT-MT), um ex-procurador da República, espremeu o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça): “Pelos elementos disponíveis, essa senhora Rosemary deveria ter sido presa. […] Parece óbvio que os telefones dela deveriam ter sido interceptados. Se houve busca e apreensão até no apartamento dela e quebra do sigilo da comunicação telemática [e-mails], porque não foi feita a interceptação telefônica?”
Taques foi ao ponto: “O que estamos a discutir aqui é se a Polícia Federal protegeu ou não a servidora porque ela era ligada ao ex-presidente Lula. Se o delegado protegeu, o Ministério Público também pode ter protegido. A questão é: por que não foi feito o pedido de interceptação telefônico da senhora Rosemary?”
Lula, conforme os fatos não param de provar, trouxe para o centro do governo brasileiro, dez anos atrás, uma tropa de batedores de carteira como raramente se viu neste país: qualquer exame de laboratório mostra que está aí, quando se raspa o verniz da propaganda, o DNA de sua passagem pela política nacional.
Esse bonde não para. Começou a andar em 2003, antes de se completar o primeiro mês do governo Lula, com a dupla Marcos Valério-Delúbio Soares e Delta/Cachoeira já funcionando a toda na montagem da coleção de crimes à qual se deu o nome de mensalão e CPI do Cachoeira.
Continua andando até hoje: sua última aparição é neste miserável escândalo dos “bebês de Rosemary” episódio que serve como uma das melhores fotografias jamais tiradas do dia a dia da governança petista, tal como ela é na vida real.
Mas a verdade é que vivemos num mundo imperfeito. Lula conserva seus belos 100% de popularidade, já é apontado como o próximo governador de São Paulo e continua sendo considerado por seus admiradores como o homem mais perfeito que o mundo conheceu desde Adão e Eva.
(J.R. Guzzo)
Em audiência no Senado sobre o ‘Rosegate’, o senador Pedro Taques (PDT-MT), um ex-procurador da República, espremeu o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça): “Pelos elementos disponíveis, essa senhora Rosemary deveria ter sido presa. […] Parece óbvio que os telefones dela deveriam ter sido interceptados. Se houve busca e apreensão até no apartamento dela e quebra do sigilo da comunicação telemática [e-mails], porque não foi feita a interceptação telefônica?”
Taques foi ao ponto: “O que estamos a discutir aqui é se a Polícia Federal protegeu ou não a servidora porque ela era ligada ao ex-presidente Lula. Se o delegado protegeu, o Ministério Público também pode ter protegido. A questão é: por que não foi feito o pedido de interceptação telefônico da senhora Rosemary?”