O deputado federal Geraldo Simões criticou o comportamento da direção da Azaléia em fechar 12 fábricas no Sudoeste da Bahia.
Segundo ele, no início do ano houve uma reunião em Brasilia “e a Azaléia conseguiu novos financiamentos, isenção fiscal e maior controle na importação de calçados da China”. “Agora, sem qualquer negociação, a empresa fecha fábricas no Sudoeste da Bahia, prejudicando milhares de pessoas”.
Na próxima semana, Geraldo pretende mobilizar a bancada baiana no Congresso Nacional pare tentar reverter o processo. Somente em Itororó, a Azaléia respondia por 10% dos empregos com carteira assinada da cidade.
É o preço que paga uma sociedade de um Estado que foi incapaz de formar um parque industrial a partir de empresas locais, preferindo optar por atrair industrias gaúchas e paulistas, através de políticas de incentivos fiscais insustentáveis. Elas vêm, mas passado o período de carência e redução do ICMS voltam para sua terra, deixando para traz os trouxas locais.
Tudo isso lorota, as fábricas da AZALÉIA já estavam condenadas mesmo antes de suas instalações, minha gente, é só pegarmos alguns dados sobre nossa produção industrial de manufaturados e veremos quantas fábricas fecharam e quantas abriram desde que Lula assumiu o governo, até Lula assumir o poder, o Rio Grande do Sul era um dos maiores exportadores de calçados do mundo, aí vem o grande e genial Lula e pimba, querendo assumir um posto na ONU, faz a mior de todas suas cagadas, promove a CHINA, reconhecendo-a como uma economia de mercado, aí meu meu velho não teve mais como segurar a peteca, uma fábrica do porte da AZALÉIA, desde 1958, já vem fechando suas fábricas no Rio Grnade do Sul mesmo antes de iniciar as filiaius na Bahia, para Lula/Dilma/Wagner isso é uma belezura, eles todo dia tão na CHINA assinando “belos contratos”, mas parece que só os chineses e os petistas tem lucrado com tudo isso. Daqui à alguns anos veremos quantas de calçados de roupas já fecharam suas portas, até lá é só orar muito.
É o preço que paga uma sociedade de um Estado que foi incapaz de formar um parque industrial a partir de empresas locais, preferindo optar por atrair industrias gaúchas e paulistas, através de políticas de incentivos fiscais insustentáveis. Elas vêm, mas passado o período de carência e redução do ICMS voltam para sua terra, deixando para traz os trouxas locais.
Esse mal carater nao faz nada por itabuna ele esta prejudicando a todos votei nele me arrependo ate hoje pior voto
palhaço da corte boneco de Olinda
geraldo simoes nao sei por que voce e contra a itabuna a ruma a mala e sai fora de itabuna
Tudo isso lorota, as fábricas da AZALÉIA já estavam condenadas mesmo antes de suas instalações, minha gente, é só pegarmos alguns dados sobre nossa produção industrial de manufaturados e veremos quantas fábricas fecharam e quantas abriram desde que Lula assumiu o governo, até Lula assumir o poder, o Rio Grande do Sul era um dos maiores exportadores de calçados do mundo, aí vem o grande e genial Lula e pimba, querendo assumir um posto na ONU, faz a mior de todas suas cagadas, promove a CHINA, reconhecendo-a como uma economia de mercado, aí meu meu velho não teve mais como segurar a peteca, uma fábrica do porte da AZALÉIA, desde 1958, já vem fechando suas fábricas no Rio Grnade do Sul mesmo antes de iniciar as filiaius na Bahia, para Lula/Dilma/Wagner isso é uma belezura, eles todo dia tão na CHINA assinando “belos contratos”, mas parece que só os chineses e os petistas tem lucrado com tudo isso. Daqui à alguns anos veremos quantas de calçados de roupas já fecharam suas portas, até lá é só orar muito.