Pelo segundo dia consecutivo, a Ambev é considerada a maior empresa da America Latina por valor de mercado, superando a Petrobras (3º), segundado dados da consultoria Economatica.
Com valor de mercado de US$ 120,11 bilhões, a empresa teve crescimento de US$ 20,13 bilhões no ano. No dia 1º de janeiro, a empresa estava avaliada em US$ 99,98 bi.
Até esta terça-feira (27), as ações ordinárias da Ambev (AMBV3) têm valorização de 41,8%, as preferenciais (AMBV4) valorizaram 30,4%.
O lucro nos nove meses de 2012 da Ambev é de US$ 3,34 bilhões. A receita liquida da empresa nos nove primeiros meses de 2012 é de US$ 10,88 bilhões.
A segunda maior empresa por valor de mercado da America Latina é a Ecopetrol, da Colômbia, avaliada em US$ 119,46 bilhões.
A Petrobras aparece na 3ª colocação, com valor de mercado de US$ 118,4 bilhões. A petrolífera perdeu US$ 37,07 bi no ano, a maior queda nominal em valor de mercado entre todas as empresas de capital aberto da América Latina e EUA.
Editora LeYa lança “Privatize Já”, do economista Rodrigo …
RESUMO DO LIVRO:
Se o governo brasileiro fosse colocado para administrar o deserto do Saara, em cinco anos faltaria areia no local.
É o que acontece com nossas estatais, sob o controle de políticos e burocratas cujos interesses diferem dos nossos. A troca de favores políticos para a “governabilidade”, o uso da empresa como cabide de empregos para apaniguados ou instrumento de política nacionalista, estas são as características comuns nas estatais.
Não é coincidência a enorme quantidade de escândalos de corrupção que é divulgada na imprensa envolvendo estatais, tampouco o fato de os setores dominados pelo Estado serem os mais precários. Portos e aeroportos, os Correios, os transportes públicos, as escolas e os hospitais administrados pelo governo, o Detran, os presídios, enfim, basta o Estado intervir muito para estragar qualquer setor da economia.
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Não é coincidência a enorme quantidade de escândalos de corrupção que é divulgada na imprensa envolvendo estatais, tampouco o fato de os setores dominados pelo Estado serem os mais precários. Portos e aeroportos, os Correios, os transportes públicos, as escolas e os hospitais administrados pelo governo, o Detran, os presídios, enfim, basta o Estado intervir muito para estragar qualquer setor da economia.