A Faculdade de Tecnologia e Ciências de Itabuna irá homenagear 40 professores e professoras grapiúnas com a entrega do Mérito Educacional FTC 2012. Realizado pela primeira no ano passado, a iniciativa foi instituída pelo Conselho Superior Acadêmico da Faculdade visando resgatar e trazer à luz a história de homens e mulheres que ajudaram a construir a trajetória de sucesso da educação no Sul da Bahia.
A solenidade do Mérito Educacional FTC está marcada para a próxima segunda-feira, 15 (Dia do Professor) e acontece na Associação Atlética Banco do Brasil – AABB Itabuna, a partir das 19 horas. Como ocorreu na primeira edição, estão sendo convidados para a entrega da condecoração ex-alunos dos professores.
Os homenageados foram selecionados após criterioso trabalho e pesquisa e avaliação da Comissão Organizadora do Mérito Educacional FTC 2012, levando em conta os relevantes serviços prestados na educação básica, no ensino fundamental e no ensino superior.
“Hoje, o Sul da Bahia é reconhecido como um dos mais importantes e influentes polos educacionais do Norte/Nordeste do Brasil. Tal reconhecimento não seria alcançado sem que houvesse esses abnegados homens e mulheres que fizeram da educação condição sine qua non ao desenvolvimento das terras grapiúnas”, argumenta o diretor da FTC Itabuna, Cristiano Lôbo.
Sem nenhum demérito para os professores relacionados, alguns com notório reconhecimento da sociedade regional. Mas a FTC não tem como dar credibilidade a qualquer homenagem, é uma instituição que não respeita os docentes, não honra seus compromissos, sem critérios pedagógicos ou acadêmicos, mesmo ainda contando com alguns bons profissionais.
Apesar dos pouquíssimos problemas de inadimplência, têm constantes transtornos para pagar os salários. Não recolhem ao INSS e a Caixa Econômica os encargos trabalhistas, incluindo a parte descontada dos funcionários.
Atualmente, administram um passivo sem condições de pagamento, com penhora de todo o seu patrimônio. Em junho entraram com um pedido de “recuperação Judicial” (o antigo pedido de concordada), transferindo para um interventor e credores o controle da empresa.
Possuem uma dívida impagável, é ponto pacífico na Fazenda Pública que essa empresa não tem como arcar com o seu passivo.
Tanto os alunos como os seus funcionários estão sob grande ameaça, a qualquer momento podem ser surpreendidos com a suspensão do funcionamento da Empresa.
Apesar de sua constatada viabilidade econômica, o seu passivo contraído ao longo de anos de gestão temerária, com evasão de recursos, tornou essa instituição uma ameaça para sociedade.
Os atuais funcionários e os seus alunos devem procurar saber a situação da Instituição e as implicações das medidas de recuperação judicial.
Aos que têm créditos trabalhistas o melhor será solicitar ao Ministério do Trabalho a sua devida certidão de crédito judicial e apresenta-la ao administrador interventor, nomeado pela justiça comum o quanto antes.
Outra medida urgente para os ex-funcionários com processo na justiça trabalhista, seria o pedido imediato de despersonalização da pessoa jurídica e consequente acionamento do patrimônio dos sócios (embora já se saiba que eles só utilizam nomes alugados de laranjas, constantemente trocados), essa medida permitira maiores investigações sobre os sócios, seu patrimônio em outras praças e até possível alcance de algum laranja.
De tudo fica a certeza da filosofia FTC “não praticar o que tenta ensinar”. Homenagear professores, sem ao menos lhes pagar o que devem, é um comportamento de ética questionável. Antes de fazer apologia a qualquer homenagem deveriam resolver seus problemas.
NADA MAIS JUSTO, ESSA HOMENAGEM.
A maior homenagem que a FTC poderia prestar é justamente a melhoria de condições de trabalho, salários rigorosamente em dia e recolhimentos idem.
Sem nenhum demérito para os professores relacionados, alguns com notório reconhecimento da sociedade regional. Mas a FTC não tem como dar credibilidade a qualquer homenagem, é uma instituição que não respeita os docentes, não honra seus compromissos, sem critérios pedagógicos ou acadêmicos, mesmo ainda contando com alguns bons profissionais.
Apesar dos pouquíssimos problemas de inadimplência, têm constantes transtornos para pagar os salários. Não recolhem ao INSS e a Caixa Econômica os encargos trabalhistas, incluindo a parte descontada dos funcionários.
Atualmente, administram um passivo sem condições de pagamento, com penhora de todo o seu patrimônio. Em junho entraram com um pedido de “recuperação Judicial” (o antigo pedido de concordada), transferindo para um interventor e credores o controle da empresa.
Possuem uma dívida impagável, é ponto pacífico na Fazenda Pública que essa empresa não tem como arcar com o seu passivo.
Tanto os alunos como os seus funcionários estão sob grande ameaça, a qualquer momento podem ser surpreendidos com a suspensão do funcionamento da Empresa.
Apesar de sua constatada viabilidade econômica, o seu passivo contraído ao longo de anos de gestão temerária, com evasão de recursos, tornou essa instituição uma ameaça para sociedade.
Os atuais funcionários e os seus alunos devem procurar saber a situação da Instituição e as implicações das medidas de recuperação judicial.
Aos que têm créditos trabalhistas o melhor será solicitar ao Ministério do Trabalho a sua devida certidão de crédito judicial e apresenta-la ao administrador interventor, nomeado pela justiça comum o quanto antes.
Outra medida urgente para os ex-funcionários com processo na justiça trabalhista, seria o pedido imediato de despersonalização da pessoa jurídica e consequente acionamento do patrimônio dos sócios (embora já se saiba que eles só utilizam nomes alugados de laranjas, constantemente trocados), essa medida permitira maiores investigações sobre os sócios, seu patrimônio em outras praças e até possível alcance de algum laranja.
De tudo fica a certeza da filosofia FTC “não praticar o que tenta ensinar”. Homenagear professores, sem ao menos lhes pagar o que devem, é um comportamento de ética questionável. Antes de fazer apologia a qualquer homenagem deveriam resolver seus problemas.
José Adauto Nunes de Miranda – Adv. joseanm@pop.com.br