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ITABUNA: FUNCIONÁRIOS DA EMASA INSATISFEITOS COM GERALDO BRIGLIA

Em Itabuna os funcionários da EMASA estão implorando pelo o retorno do ex-presidente Alfredo Melo. A insatisfação é grande com o atual presidente, Geraldo Briglia.

Geraldo Briglia goza de uma grande antipatia dentro da EMASA, e isso está sendo prejudicial ao prefeito Capitão Azevedo (DEM), já que os funcionários estão manifestando insatisfação com a nomeação do atual presidente.

Capitão Azevedo tem que avaliar a situação de Geraldo Briglia, como é candidato a reeleição, ele tem que pensar sobre o apoio dos funcionários do governo.

16 respostas para “ITABUNA: FUNCIONÁRIOS DA EMASA INSATISFEITOS COM GERALDO BRIGLIA”

  • Cristiano says:

    Meus Deus esses indivíduo vai acabar com Emasa socorro….Tornado a empresa ineficiente para privatizar….Pedimos socorro a população de itabuna para retirar esse homem dessa Emasa.

  • Jorge Bitencourt says:

    Nem Geraldo e nem Alfredo torço para ser presidente Delmar ou Octaviano……………

  • BB says:

    O povo tem o governo que merece…

  • Aldo says:

    A emasa precisa de Ezaias de novo….. Esse sim é gestor público.Foi o melhor que a emasa ja teve.

  • itabuna says:

    hoje dia 11 e o tiket nao saiu ainda e antes era todo dia 28 e fora a passagem que tambem nao sai no dia certo

  • Skuere says:

    ele é muito igonorante… rs

  • antonio says:

    Fiz um comentario no quel falava de
    azevedo vc não divulgou, vc ta com azevedo
    se tiver Mateus diga pois não acesso mais
    a culpa disso que ta acotecendo na emasa é
    do prefeito azevedo que ja sabe a muito tempo e não toma
    providencia…..

  • DE OLHO EM TUDO says:

    ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO! ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO! ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO! ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO! ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO! ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO! ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!ACORDA AZEVEDO, Ô HOMI FROUXO!

  • DE OLHO EM TUDO says:

    TIRA ESSE MALANDRO PREFEITO, ELE SÓ QUER MAMAR! E NÃO TÁ NEM AÍ. DEPOIS DIGA QUE NÃO AVISEI!, VÊ SE TOMA CORAGEM PELO MENOS UMA VEZ NA VIDA. EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA,EXONERA JÁ.

  • paula says:

    Azevedo acorda, este Geraldo Briglia não esta ai para nada o que ele quer é que vc se ferre, esse desgraçado esta a disposição do PT. de GS, esta recebendo dinheiro da cupla, acorda Azevedo vc tem uma pessoa otíma na EMASA, por que não colocar o Diretor de Finanças na Presidencia este sim e direito e capaz.

  • O Historiador Filosofo says:

    No livro Ética e moralidade administrativa tem uma citação muito boa; a respeito da administração pública daquela época.Em 1543, um certo Pero Borges, corregedor da Justiça em Elvas, Portugal, por ordem do rei D. João III, ficou incumbido de supervisionar a construção de um aqueduto. A obra ficou inacabada porque faltara verba. Os vereadores da cidade comunicaram o fato ao rei, que mandou abrir um inquérito para apurar as irregularidades na aplicação do dinheiro. Conclusão: o corregedor embolsara 50 por cento da verba alocada, o que
    correspondia a um ano de remuneração pelo seu trabalho. Condenado a devolver ao erário o dinheiro desviado, sendo ainda proibido de exercer cargos públicos, foi, no entanto, nomeado pelo rei ouvidor-geral da Amé-rica Portuguesa, o que corresponderia hoje a ministro da Justiça. Ainda recebeu a promessa de ser investido no cargo de desembargador da Casa de suplicação, “se bem servisse”. sua mulher, a título de compensação por ficar por alguns períodos longe do marido, passou a receber uma pensão de 40 mil reais, e o salário de Pero Borges era de 200 mil reais por ano!33(só para que se tenha um valor de grandeza, Tomé de sousa, nomeado Governador-Geral do Brasil, em 1549, pelo Rei D. João III, recebia anualmente a quantia de 400 mil reais… Por outro lado, Thomas P. Bigg-Wither, viajante inglês que aqui se fixou por alguns anos,  constata a cultura da ilicitude também presente no Brasil Império no que se refere ao trato do dinheiro público concedido à guisa de incentivo a particulares e a mentalidade de empresários de auferir o maior lucro possível em curto espaço de tempo, o que existe até hoje em nosso país. Assim, em seu livro Novo Caminho no Brasil Meridional: a Província do paraná, que reúne observações de 1872 a 1875, lemos:

    “Os brasileiros, em geral, não se interessam em empregar dinheiro em coisa que não lhes dê grande lucro. sua
    educação os torna incapazes de aplicar uma libra para ganhar vinte e  um shilling, mormente se houver preocupações. Há muitas maneiras mais simples e mais rápidas de se ter lucro. Assim, eles não empregam o dinheiro quando se lhes oferece um negócio de pouca vantagem. A criação de gado requer muito pouco tirocínio e capital moderado, rendendo, pelo menos, cinqüenta por cento ao ano. O comércio, quando o negociante consegue fazer aliança com uma casa do Rio, que lhe dá crédito, é ainda a maneira mais fácil de fazer dinheiro. seu único trabalho é comprar mercadorias por cem libras e revendê-las, a varejo, aos seus iludidos patrícios, por trezentas.”

  • Observador says:

    Capacitar os gestores públicos e suas equipes é um dos mandamentos para que uma nação chegue ao topo do desenvolvimento. Toda nação precisa de um grande dirigente, mas isto inicia-se na base, na escola, nas empresas e na administração pública municipal não poderia ser diferente. A função do gestor público é das mais importantes: administrar o conjunto de recursos de forma a criar um ambiente de desenvolvimento equilibrado e sustentável, atendendo a saúde, a aprendizagem, a segurança pública, a mobilidade, a infra-estrutura e o meio ambiente. No Brasil a regra da gestão pública e recheada de egocentrismos, autoritarismos, fazendo com que a gestão pública seja exercida por caminhos tortuosos, com base na tentativa e erro do dia-a-dia.
    O alto desempenho em gestão pública é raro, quase inexistente, já que bons gestores conjugam características pessoais como a liderança, competências técnicas e constante aperfeiçoamento. Hoje, no entanto, é necessário saber abrir o diálogo com a sociedade cuja aplicação na gestão pública requer técnica e planejamento, pois esta relação não está no âmbito da campanha política e nem pode, a legislação eleitoral impede. Para que se tenha gestores capazes é necessário, em primeiro lugar, que os eleitores tenha mais informação sobre os postulante ao cargo público, e isto significa apurar o sistema democrático de escolha dos gestores públicos.
    Depois, o eleito necessita atrair bons profissionais fazendo uma triagem rigorosa, muito distante da distribuição de cargos negociadas a base de trocas de favores. Os gestores deveriam, nos primeiros seis meses, passar por um sistema de formação e, em muitos casos, deveriam ter o conhecimento ampliado em visitas técnicas a empresas e administrações modelares, no Brasil e no exterior. A gestão pública necessita também de prática da qualidade e da liderança, características que mais influenciam no sucesso das administrações bem sucedidas. Todo município, todo hospital, toda escola, enfim as diversas funções da administração pública, precisam urgentemente de bons e grandes gestores para que se tenha uma mudança dos paradigmas.
    Sempre que se inicia uma nova administração, é preciso assegurar que as pessoas certas estejam no lugar certo. Garantir isso é função de liderança do gestor e ele terá responsabilidade solidária a todos os atos de seus comandados, não podendo se furtar, no futuro, dos desvios de conduta, da sua equipe. Administrações públicas de alto desempenho no Brasil são raras, mas todas que se aplicaram a este objetivo tiveram sucesso na gestão e reconhecimento e estão associadas as seguintes premissas: atrair as melhores pessoas para a tarefa da gestão, incentivar os gestores a desenvolver habilidades de liderança e fazer com que eles dediquem a maior parte de seu tempo ao conhecimento e à formação permanente, suas e de funcionários, em vez de se ocupar só com tarefas burocráticas ou politiqueiras. Para citar um exemplo podemos olhar para fora do país, mais precisamente Cingapura, um país que consegue conjugar essas práticas de forma quase perfeita e se posicionar como um estado de desenvolvimento permanente na quebra de seus mais dramáticos paradigmas.
    Por conseqüência, uma gestão de resultados e qualidade faz com que o tamanho da máquina pública diminua e isto permite aos gestores e servidores o acesso à carreira de salários dignos e compatíveis com o esforço, geralmente reconhecidos pela sociedade. A situação brasileira é uma cópia em negativo do parágrafo anterior. Para ser gestor público não existem premissas obrigatórias que o credenciem, basta saber ler e escrever. É muito pouco em termos de gestão. Por essa razão, é comum que o gestor encontre dificuldades para as quais não se preparou.
    Por onde começar? Para enfrentar as deficiências de formação inicial, é quase inevitável que os gestores precisem recorrer à formação continuada. Cursos presenciais de formação e especialização em gestão pública nas mais diferentes áreas de atuação (planejamento, transportes, finanças, contabilidade, saúde, educação, formação de agentes, etc.) seria a recomendação principal de especialistas desta área devendo ter como foco a aprendizagem, troca de experiências e, em especial, a relação com o cliente, o contribuinte.
    Uma pratica que é pouco comum na administração pública mas recorrente nas empresas é a contratação de consultores estrategistas responsáveis pelo acompanhamento da implantação de novas práticas e que tem por função orientar mudanças junto aos agentes do processo de administração pública. Para que isto seja alcançado, deve ser o Prefeito o elemento central nessa transformação.

  • Servidor 1 says:

    concordo com vc Paula, sou funcionário da Emasa e já tive varias oportunidades de ver o desempenho profissional desse rapaz, gostaria-mos que o Prefeito Capitão Azevedo lhes desse esta oportunidade, acredito e aposto que em 06(seis ) meses apenas no comando desta empresa as coisas irão tomar outro rumo, é competente e capaz.

  • Juscelino says:

    Sim o que houve o que aconteceu..? Assimmm fora Briglia esse homem é louco esta endividando a Emasa e seus funcionários….. Vamos fazer GREVE ….vAMOS CHAMAR MP E O TRIBUNAL DE CONTAS. Afinal de contas esse patrimônio é nosso.

  • fiquei sabendo says:

    sera que ele ja voltou de salavador onde foi si cuidar depois de ser emparedado por funcionariose saiu dizendo que estava passando mal. si informe ai mateus por que pelo que se comenta, ele foi apertado por um grupo de funcionarios essa semana.

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