Indução dos investimentos privados, reocupação das áreas desocupadas e forte política de desenvolvimento industrial. No que se refere a Indústria, esses são os principais pontos defendidos por Roberto Minasaço. O pré-candidato não concebe que uma cidade do porte de Itabuna conte com “apenas três fábricas funcionando, sendo que a última foi instalada há mais de 16 anos”.

Roberto sugere usar as áreas do Distrito Industrial que já estão disponíveis e propor ao governo uma parceria para que sejam feitos investimentos na infra-estrutura. “Já questionei ao prefeito Azevedo o porquê de não usar as instalações da Kildare, que foi fechada há quatro anos e tem toda a estrutura pronta, para atrair empresas do Sul do ramo vestuário ou calçadista que poderiam vir a se instalar no município.”

De acordo com Roberto, na área que fica entre a URBIS 4 e a Nestlé, já se devia ter feito a infra-estrutura com quadras que sejam escolhidas e negociadas pelas Indústiras com a Prefeitura. “É vantajoso para essas empresas virem se instalar no Nordeste, pois enquanto pagam 18% de ICMS no Sul, pagam 4% aqui”, afirma o pré-candidato, comentando sobre os incentivos fiscais.

“Para gerar trabalho com a urgência que nossa cidade tem, a saída, sem dúvida, é industrializar. Empresas de médio porte do Sul do país estão migrando para o Nordeste. Lugares menores que Itabuna já estão criando políticas pra captar estas indústrias. Enquanto isso, nós estamos estagnados, gerando poucos empregos e vendo o número de desempregados dia após dia”, afirma Roberto, que vê na construção do Pólo Industrial um diferencial na vida do jovem.

“A demanda da mão-de-obra virá do mercado local, portanto, a prefeitura será obrigada promover a capacitação profissional, tirando o jovem da rua e colocando-o na sala de aula”, declara Minasaço.