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MARCELO NILO PEDE AO GENERAL G.DIAS QUE A ASSEMBLEIA SEJA DESOCUPADA

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, pediu ao general G. Dias, comandante das forças de segurança na Bahia, que a Assembleia seja desocupada até a meia-noite deste domingo (5). A Casa Legislativa foi ocupada por policiais militares grevistas desde a última terça-feira (31). A Justiça já decretou a ilegalidade do movimento e expediu 12 mandados de prisão, um deles foi cumprido nesta madrugada.

O deputado disse que “os trabalhos legislativos precisam voltar à normalidade e que a Assembleia não pode ser usada como abrigo para foragidos da Justiça.” Nilo falou ainda que o pedido partiu dele mesmo, e não do governador. Após ser comunicado, o general G. Dias convocou uma reunião com outros integrantes que reforçam a segurança na Bahia para avaliar o pedido.

2 respostas para “MARCELO NILO PEDE AO GENERAL G.DIAS QUE A ASSEMBLEIA SEJA DESOCUPADA”

  • Como é bom se vender says:

    1798 do lado do Governo, só pq é dito “esquerda”….

    No romper do dia 12 de agosto de 1798, as paredes, muros das casas, igrejas e lugares públicos de Salvador mostravam manifestos anunciando à população a chegada da Liberdade e da Revolução. Diziam eles:

    “Animai-vos, povo bahiense, que está por chegar o tempo feliz da nossa liberdade: o tempo em que todos seremos iguais”.

    Um outro, intitulado “Aviso ao clero e ao povo bahiense”, apresentava o programa da revolução: igualdade de todos perante a lei; independência da Capitania; proclamação da “República Bahiense”; abolição da escravidão; liberdade de comércio; aumento do soldo da tropa; e protestos contra os altos tributos. Os responsáveis por essa distribuição tinham sido Luis Gonzaga das Virgens e Lucas Dantas, que com a panfletagem procuravam obter maior apoio da população. Os panfletos difundiam pequenos textos e palavras de ordem, com base naquilo que as autoridades coloniais chamavam de “abomináveis princípios franceses”.

    Nessa época o governador da Bahia era D. Fernando José de Portugal e Castro (1788-1801), que ordenou a imediata repressão ao movimento, encarregando o coronel Alexandre Teotônio de Souza dessa missão. Este prendeu inicialmente o escrevente Domingos da Silva Lisboa, cuja letra era semelhante à dos panfletos, mas como novos manuscritos apareceram, as suspeitas passaram a se concentrar no soldado Luis Gonzaga das Virgens e Veiga, do qual se sabia que gostava de ler e escrever, que enviava ofícios às autoridades, e que era ativo pregador revolucionário. Ele foi preso, e em sua casa as autoridades encontraram documentos revolucionários e cartas comprometedoras. Preocupados, seus companheiros elaboraram um plano para libertá-lo, mas como foram delatados, também acabaram presos, sendo alguns deles torturados.

  • Como é bom se vender says:

    Sempre a favor dos políticos, O DINHEIRO COMPRA TUDO, ATÉ A DIGNIDADE.

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