Não, não era uma invenção ou uma desculpa esfarrapada. O jornalista Amaury Ribeiro Jr. realmente preparava um livro sobre as falcatruas das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso. No último final de semana chegou às livrarias “A Privataria Tucana”, resultado de 12 anos de trabalho do premiado repórter, que durante a campanha eleitoral do ano passado foi acusado de participar de um grupo cujo objetivo era quebrar o sigilo fiscal e bancário de políticos tucanos.
Ribeiro Jr. acabou indiciado pela Polícia Federal e tornou-se involuntariamente personagem da disputa presidencial.
O comentário do Bob Fernandes está muito interessante. Há, também, a entrevista do Amaury ao PA que deu ontem na Record e que ele publicou em seu blog. Uma outra boa entrevista foi ao Heródoto.
O livro é muito interessante, com provas e umas páginas dedicadas à Bahia. Curiosamente, ao ler uma entrevista do Emediato, -dono da Editora, no Blog do Vi o Mundo, fiquei sabendo de um que eles publicaram em 2001, chamado “Memórias das Trevas, uma devassa na vida de Antonio Carlos Magalhães.
Recomendo aos baianos que se interessam pelo assunto que leiam. Se tiverem consciência, o nome de ACM deveria ser riscado da Bahia para que não se levante outro Magalhães nunca mais. Deus nos proteja, a impressão que se tem é que, aquele homem era a encarnação do mal. E não estou falando aqui de maniqueísmo, ou seja, o bem contra o mal; estou falando de um traço de caráter truculento que não representava a ditadura, mas era a própria ditadura.
O livro do Amaury já o li e já o enviei para o PGR, vamos ver se eles se moverão. Quem quiser participar da campanha “Doe um livro ao Roberto Gurgel”, é só enviá-lo pelo correio e acompanhar pelo SRO (Sistema de Rastreamento de Objeto). Seria bom enviar com AR, quem quiser participar da campanha. O meu já chegou e já foi entregue, pois fiquei rastreando.
NEC – (…) Para favorecer Roberto Marinho, das
Organizações Globo, e receber o a programação da emissora para sua tevê,
Antônio Carlos (na época ministro das Comunicações de Sarney) levou o
empresário Mário Garnero, que detinha o controle acionário da NEC no Brasil,
poderosa empresa da área das telecomunicações, a uma situação de insolvência,
suspendendo-lhe os pagamentos de altas importâncias devidas pelo governo (…)
Garnero foi forçado a ceder o controle acionário da NEC a Roberto Marinho (…)
Pouco depois, a programação da emissora passaria a ser retransmitida pela TV
Bahia (de ACM), interrompendo-se assim, abruptamente, um contrato de 18 anos
com a retransmissora original, a TV Aratu. (…)
A 2ª edição de Privataria Tucana terá 80 mil; chega na sexta às livrarias
por Conceição Lemes
Para desespero de José Serra e desconforto da mídia corporativa, que blinda o ex-governador paulista, o livro Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., é fenômeno de vendas.
A primeira edição, 15 mil exemplares, esgotou-se no dia do lançamento, 9 dezembro. Na segunda-feira, 12, a Geração Editorial decidiu reimprimir 30 mil. Na terça, subiu para 50 mil. “Mas já aumentamos para 80 mil cópias”, contou-me há pouco Luiz Fernando Emediato, da Geração Editorial. “Elas chegarão às livrarias nesta sexta-feira.”
Tudo isso graças à internet e às redes sociais, já que a grande imprensa com raras exceções tem silenciado sobre o livro.
Aliás, especulou-se muito na terça-feira que a Folha de S. Paulo finalmente publicaria nesta quarta uma matéria sobre o livro. Circulou também a informação de que, Serra, quando soube, teria ligado enfurecido para a direção do jornal, cobrando a não publicação.
O fato é que hoje, quarta, a Folha não veio com matéria sobre A Privataria Tucana. Será que Serra conseguiu “sensibilizar” a Folha com seus argumentos? Ou será que a matéria virá na edição desta quinta-feira?
O comentário do Bob Fernandes está muito interessante. Há, também, a entrevista do Amaury ao PA que deu ontem na Record e que ele publicou em seu blog. Uma outra boa entrevista foi ao Heródoto.
O livro é muito interessante, com provas e umas páginas dedicadas à Bahia. Curiosamente, ao ler uma entrevista do Emediato, -dono da Editora, no Blog do Vi o Mundo, fiquei sabendo de um que eles publicaram em 2001, chamado “Memórias das Trevas, uma devassa na vida de Antonio Carlos Magalhães.
Recomendo aos baianos que se interessam pelo assunto que leiam. Se tiverem consciência, o nome de ACM deveria ser riscado da Bahia para que não se levante outro Magalhães nunca mais. Deus nos proteja, a impressão que se tem é que, aquele homem era a encarnação do mal. E não estou falando aqui de maniqueísmo, ou seja, o bem contra o mal; estou falando de um traço de caráter truculento que não representava a ditadura, mas era a própria ditadura.
O livro do Amaury já o li e já o enviei para o PGR, vamos ver se eles se moverão. Quem quiser participar da campanha “Doe um livro ao Roberto Gurgel”, é só enviá-lo pelo correio e acompanhar pelo SRO (Sistema de Rastreamento de Objeto). Seria bom enviar com AR, quem quiser participar da campanha. O meu já chegou e já foi entregue, pois fiquei rastreando.
SRO (Meu número do objeto SI104640877BR)
http://websro.correios.com.br/sro_bin/txect01$.startup?P_LINGUA=001&P_TIPO=001
Comentário de Bob Fernandes do Terra Magazine da TV Gazeta
http://www.youtube.com/watch?v=pJQFijdzRWw&feature=plcp&context=C2c7c4UDOEgsToPDskLPScx713FI9EOPrQhA1dvs
Pequeno resumo do livro Memória das Trevas
NEC – (…) Para favorecer Roberto Marinho, das
Organizações Globo, e receber o a programação da emissora para sua tevê,
Antônio Carlos (na época ministro das Comunicações de Sarney) levou o
empresário Mário Garnero, que detinha o controle acionário da NEC no Brasil,
poderosa empresa da área das telecomunicações, a uma situação de insolvência,
suspendendo-lhe os pagamentos de altas importâncias devidas pelo governo (…)
Garnero foi forçado a ceder o controle acionário da NEC a Roberto Marinho (…)
Pouco depois, a programação da emissora passaria a ser retransmitida pela TV
Bahia (de ACM), interrompendo-se assim, abruptamente, um contrato de 18 anos
com a retransmissora original, a TV Aratu. (…)
http://www1.uol.com.br/fernandorodrigues/010130/livro-memorias.doc
A 2ª edição de Privataria Tucana terá 80 mil; chega na sexta às livrarias
por Conceição Lemes
Para desespero de José Serra e desconforto da mídia corporativa, que blinda o ex-governador paulista, o livro Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., é fenômeno de vendas.
A primeira edição, 15 mil exemplares, esgotou-se no dia do lançamento, 9 dezembro. Na segunda-feira, 12, a Geração Editorial decidiu reimprimir 30 mil. Na terça, subiu para 50 mil. “Mas já aumentamos para 80 mil cópias”, contou-me há pouco Luiz Fernando Emediato, da Geração Editorial. “Elas chegarão às livrarias nesta sexta-feira.”
Tudo isso graças à internet e às redes sociais, já que a grande imprensa com raras exceções tem silenciado sobre o livro.
Aliás, especulou-se muito na terça-feira que a Folha de S. Paulo finalmente publicaria nesta quarta uma matéria sobre o livro. Circulou também a informação de que, Serra, quando soube, teria ligado enfurecido para a direção do jornal, cobrando a não publicação.
O fato é que hoje, quarta, a Folha não veio com matéria sobre A Privataria Tucana. Será que Serra conseguiu “sensibilizar” a Folha com seus argumentos? Ou será que a matéria virá na edição desta quinta-feira?
fonte
http://www.viomundo.com.br/politica/a-2%C2%AA-edicao-de-privataria-tucana-tera-80-mil-chega-na-sexta-as-livrarias.html
Foi bom privatizar. Antes as empresas estatais falias (operavam no vermelho) e o Estado cobria o rombo com o erário público. Era uma robalheira só.