WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

Programa Frequencia Politica bahiagas prefeitura de itabuna prefeitura de ilheus pmvc prefeitura de coaraci prefeitura de coaraci prefeitura de teixeira de freitas camara de de teixeira de freitas prefeitura de eunapolis plansul



FJS

GEDDEL ENTREVISTA FHC

O ex-ministro da Integração Nacional e atual vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima, publicou em seu blog (www.blogdogeddel.com.br) neste fim de semana uma entrevista com Fernando Henrique Cardoso, presidente do Brasil por dois mandatos.

No bate papo, gravado no Instituto que leva o seu nome, em São Paulo, FHC fala dos acontecimentos importantes da história recente do país, a exemplo do legado de seus oito anos de governo, da relação com o ex-presidente Lula e com a presidenta Dilma, da crise econômica internacional, da importância das redes sociais na sociedade moderna, da crise dos partidos brasileiros e de suas perspectivas para o futuro aos 80 anos.

.

12 respostas para “GEDDEL ENTREVISTA FHC”

  • Kiko99 says:

    Concordo com FHC.
    Tudo que Lula criticava na época de FHC, ele só fez dar continuidade. Colocar o trem no trilho foi muito difícil… depois movimentar ele no trilho foi mais fácil.

  • GRANDE ESCOLHA says:

    Não tenho simpatia a Geddel politicamente, mais esse quadro de entrvistas é bom. Vai um conselho: continue as entrevistas e esqueça a política, vc na política é muito arrogante… parabéns.

  • clériston says:

    Mas é muito engraçado como esses kras utilizam o dinheiro público para promoçaõ pessoal, provavelmente o dinheiro da caixa é quem banca essas “viagens e entrevistas” desse senhor que todos sabemso que bancou sua campanha aqui na bahia comas negociatas que fez frente ao ministério das cidades. eh brasilzinho de merda esse viu!!!!

  • Antonio says:

    A entrevista fala por si. Sou dessa época.

    Antes era assim:

    Lembro-me claramente do José Sarney (hoje protegido pelo PT) criando vários planos econômicos (Cruzado 1, 2, 3; Cruados Novos…) para tentar controlar a inflação e nunca consegui. Pessoas foram presas por estocarem mercadorias (Fisacais do Sarney) e balelas. Inflação chegava a 160% ao mês. Nada podia ser parcelado, só comprado à vista. Não existia moeda de metal no mercado. Para se ter um telefone teríamos que vender uma casa ou um carro. O aposentado recebia metade do salário. Só era atendido na saúde que trabalhava e pagava ao INSS. O Dolar chegou a valer 2.000.000,00.

    Depois foi uma jogade de gênio:

    FHC criou duas moedas: A Unidade Real de Valor (paralela e transitória) e o Real Definitivo e que vale até hoje, que controlou a inflação e pode rebater o Dóllar. Não precisou prender ninguém! Também surgiram as bolsas porta-moedas.

    Abriu o mercado interno, facilitando assim as importações e exportações. Produtos mais baratos poderam concorrer com os nacionas, que também baratiaram. Surgiram assim lojas de produtos a 1,99 (recordam). 0,99 passou a ser dinheiro valorizado.

    FHC quebrou o monopólio da telefonia, a concorrência surgiu e… taí, até cachorro tem telefon, incluíndo assim móvel, iphone, internet…

    Os aposentados passaram a ter um salário igual a quem estava ativo. Pasmem, o PT (dos trabalhadores) acabaram com isso, forçando os vellhinhos a voltarem as trabalho para comlementar a renda, gastos saúde remédio… posso mencionar outro benefício do ministro de FHC José Serra: Apoio total aos genéricos, remédios de graça, apoio total a quem tem AIDS (recebeu diversos prêmios internacionais). Sem dizer que os idosos já podem pegar o seu Buzú de graça.

    O SUS passou a atender qualquer cidadão com a apresentação apenas da Identidade e não apenas a quém contribuísse ao INSS.

    Os prejetos sociais começaram a surgir (Lula era um ferrênho opositor e dizia:”sou contra assistencialismo, devemos dar a vara e não o peixe”): Auxílio Escola, Auxílio Alimentação, Auxílio Gás… Só para sacar Lula elege seus companheiros em cima desses planos que ele apenas juntou e colocou o nome “Bolsa Família”.

    Transmitiu o governo a Lula e pediu que esse formasse sua equípe econômica antes mesmo da posse. Depois Lula ainda agiu com ingratidão e o esculhambou!

    E por aí vai…

    Hoje, Lula e Dilma:

    Esqueceu tudo que eles erma contra e criticaram, tentam fazer tudo que FHC fez mudando o nome das coisas e… Fico perplexo com a cara de pau e ingratidão de Lula e Dilma.

    Quem lembra de mais algo enumere abaixo! Valeu Gedel, não sou seu simpatizante, mas acho que fez um bom trabalho!

  • Paula Trindade says:

    Pena que esse bandido não falo sobre as privatizações, neh?

    E aí FHC, o que você tem a dizer sobre Ricardo Sergio,

    Serra, Mendonça de Barros e a lavagem de dinheiro das privatizações?

    E o que você tem a dizer, sobre seu filho, Paulo Henrique Cardoso?

    O que você tem a dizer sobre a privatização da Coelba?

  • Paula Trindade says:

    Já li o livro, comprei na última sexta-feira e já enviei hoje, para o PGR, Roberto Gurgel, na campanha “Doe o livro para Roberto Gurgel”.

    O cipoal de tenebrosas transações passa pelas Ilhas Virgens Britânicas. Ali, Ricardo Sergio mantinha há muitos anos empresas “offshore”. Amaury descobriu que, na mesma ilha e no mesmo endereço (um escritório no Citco Building), o genro de Serra abriu duas empresas offshores, logo depois das privatizações: a Vex Capital e a IConexa Inc. No mesmo endereço, ficava ainda a Decidir – empresa criada (originalmente com sede na Flórida) por Verônica Dantas (irmã do banqueiro Daniel Dantas) e Verônica Serra (filha do ex-governador José Chirico Serra).

    Um dado curioso – e certamente ignorado pela maior parte dos leitores: o termo “offshore” tem origem na época da pirataria. Os corsários que se escondiam no Caribe preferiam esconder os tesouros (fruto de pilhagem) bem longe da praia e da costa (em inglês=”offshore”), para dificultar a localização pelos inimigos. O livro de Amaury mostra que há algo em comum nos métodos dos piratas e dos privatas.

    Boa parte dos documentos expostos no livro foi obtida por Amaury numa ação judicial em que era réu. Depois de escrever reportagem na revista “Istoé” com acusações contra Ricardo Sergio, Amaury fora processado pelo ex-caixa de campanha de Serra e FHC. No decorrer do processo, obteve a chamada “exceção da verdade”: instrumento judicial que possibilita ao acusado de calúnia ou injúria provar que é verídica a acusação feita. A decisão da Justiça obrigou a CPI do Banestado a entregar vários documentos a Amaury, o que facilitou o trabalho do jornalista na trilha do dinheiro das privatizações.

    Entre os papéis liberados pela CPI, estavam documentos sigilosos agora reproduzidos no livro. Ali, estaria comprovado [faço a citação literal do que está à página 137 do livro]: “81% dos depósitos recebidos no exterior pela Franton Enterprises – do ex-caixa de campanha de José Serra, Ricardo Sergio de Oliveira – foram feitos pelo primo político de Serra, Gregório Preciado. Os dados são originários da famigerada conta Beacon Hill. Também nos papéis, a turbulenta situação das empresas de Preciado, os pagamentos que fez e aomissão de Serra diante da Justiça Eleitoral sobre sua sociedade com Vladimir Rioli”.

    Ricardo Sérgio – do alto de suas posições no Banco do Brasil – teria ajudado a salvar empresas de Gregório Preciado.

    Vladimir Rioli é outro personagem importante. Foi sócio de Serra numa empresa de consultoria, e virou vice-presidente do Banespa (na época um banco estatal, pertencente ao governo paulista, controlado pelos tucanos). Curiosamente, Serra não declarou à Justiça Eleitoral, em 1994, a sociedade com Rioli. Por que? Rioli, segundo relatório da CPI publicado por Amaury, beneficiou as empresas de Preciado em operações financeiras estranhas. Por isso tudo, é importante saber que Preciado teria depositado dinheiro em empresas “offshore” de Ricardo Sérgio

    http://www.rodrigovianna.com.br/plenos-poderes/privataria-o-comeco-o-fim-e-o-meio.html

  • Paula Trindade says:

    O escândalo do século
    Por Luciano Martins Costa em 12/12/2011 na edição 671

    O livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr, intitulado A privataria tucana, publicado pela Geração Editorial na coleção “História Agora”, está produzindo um estranho fenômeno na imprensa brasileira: provoca um dos mais intensos debates nas redes sociais, mobilizando um número espantoso de jornalistas, e não parece sensibilizar a chamada grande imprensa.

    O autor promete, na capa, entregar os documentos sobre o que chama de “o maior assalto ao patrimônio público brasileiro”. Anuncia ainda relatar “a fantástica viagem das fortunas tucanas até o paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas”. E promete revelar a história “de como o PT sabotou o PT na campanha de Dilma Rousseff”.

    Ex-repórter do Globo, originalmente dedicado ao tema dos direitos humanos, Ribeiro Jr. ganhou notoriedade no ano passado ao ser acusado de violar o sigilo da comunicação de personagens da política ao investigar as fonte de um suposto esquema de espionagem que teria como alvo o então governador mineiro Aécio Neves. Trabalhava, então, no jornal Estado de Minas, que apoiava claramente as pretensões de Neves de vir a disputar a candidatura do PSDB à Presidência da República em 2010.

    Os bastidores dessa história apontam para o ex-governador paulista José Serra como suposto mandante da espionagem contra Aécio Neves, seu adversário até o último momento na disputa interna para decidir quem enfrentaria Dilma Rousseff nas urnas.

    “Outro ninho”

    Informações que transitaram pelas redes sociais no domingo (11/12) dão conta de que Serra tentou comprar todo o estoque de A privataria tucana colocado à venda na Livraria Cultura, em São Paulo, e que teria disparado telefonemas para as redações das principais empresas de comunicação do país.

    Intervindo em um grupo de conversações formado basicamente por jornalistas, o editor Luiz Fernando Emediato, sócio da Geração Editorial, afirmou que foram vendidos 15 mil exemplares em apenas um dia, no lançamento ocorrido na sexta-feira (9). Outros 15 mil exemplares estavam a caminho, impressos em plantão especial para serem entregues às livrarias na segunda, dia 12, juntamente com o lançamento da versão digital.

    Aos seus amigos do PSDB, Emediato recomendou cautela e a leitura cuidadosa da obra, afirmando que o trabalho de Amaury Ribeiro Jr. não é “dossiê de aloprado, não é vingança, não é denúncia vazia, não é sensacionalismo. É jornalismo”.

    O editor indicou ainda aos leitores que procurassem informações no blog do deputado Brizola Neto (PDT-RJ), no qual, segundo ele, estariam as pistas de “outro ninho offshore na rua Bernardino de Campos, no bairro do Paraíso, em São Paulo. A investigação agora chega na família do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Vamos ver onde isso vai parar”, concluiu.

    O Titanic da política

    A julgar pelo volume e a densidade das denúncias, pode-se afirmar que, sendo verdadeira a história contada por Amaury Ribeiro Jr, trata-se do mais espetacular trabalho de investigação jornalística produzido no Brasil nas últimas décadas. Foram doze anos de apuração e depurações. A se confirmar a autenticidade dos documentos apresentados, pode-se apostar nessa como a obra de uma vida. A hipótese de completa insanidade do autor e do editor seria a única possibilidade de se tratar de uma falsificação.

    Confirmado seu conteúdo, o livro representa o epitáfio na carreira política do ex-governador José Serra e um desafio para o futuro de seus aliados até agora incondicionais na chamada grande imprensa.

    O editor garante que são 334 páginas de teor explosivo, escancarando o que teria sido a articulação de uma quadrilha altamente especializada em torno do processo das privatizações levadas a efeito durante os dois governos de Fernando Henrique Cardoso. Os documentos envolvem o banqueiro Daniel Dantas, a família de José Serra e alguns personagens de sua confiança.

    Não apenas pelo que contém, mas também pelos movimentos iniciais que lhe deram origem, o livro representa uma fratura sem remédio na cúpula do PSDB e deve causar mudanças profundas no jogo político-partidário.

    “Privataria”, a expressão tomada emprestada do termo que o colunista Elio Gaspari costuma aplicar para os chamados malfeitos nas operações de venda do patrimônio público, ganha agora um sentido muito mais claro – e chocante.

    Os sites dos principais jornais do país praticamente ignoraram o assunto. Mas portais importantes como o Terra Magazine entrevistaram o autor. O tema é capa da revista Carta Capital, e não há como os jornais considerados de circulação nacional deixarem a história na gaveta. Mesmo que seus editores demonstrem eventuais falhas na apuração de Amaury Ribeiro Jr., o fenômeno da mobilização nas redes sociais exige um posicionamento das principais redações.

    Se a carreira de Serra parece ter se chocado contra o iceberg do jornalismo investigativo, a imprensa precisa correr imediatamente para um bote salva-vidas. Ou vai afundar junto com ele.

    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/o_escandalo_do_seculo

  • Paula Trindade says:

    Comentário do Bob Fernandes, do Terra Magazine e comentarista político da TV Gazeta.

    http://www.youtube.com/watch?v=pJQFijdzRWw&feature=plcp&context=C2c7c4UDOEgsToPDskLPScx713FI9EOPrQhA1dvs

  • Santana says:

    Engraçado. Na época de FHC o erro dos ministros era culpa do presidente, pois o PT “jogava duro”. Collor (hoje aliado ao PT) foi enpichimado por conta de um Fiat Elba! E agora? “Nunca na história desse país” a corrupção foi tão amenizada e “legalizada” pela ditadura partidária. Com o PT pode tudo! Quantos ministros mais vão dizer “eu te amo” e ficarão livres da cadeia? Usurpam o erário público, prejudicando o desenvolvimento nacional e… apenas é demitido e tá tudo legal! Foi o governo mais corrupto da história do Brasil, incluindo D. Pedro I, II…

  • Santana says:

    Se não privatisasse e não abrisse o mercado e não estabilizasse a moeda… estáriamos na merda!

  • Santana says:

    Os brasileiros e, principalmente as nossas crianças e adolescentes, estão se acostumando com a corrupção comentada e normalizada nos meios de comunicação. Preferem assistir as novelas da Globo, cujos temas são mais “amenos!”

  • Santana says:

    Há, só para lembrar. O filho de Lula está milionário, socio da Oi e outros! O que dizer disso? Só o filho dos outros não prestam!

Deixe seu comentário



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia