WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

Programa Frequencia Politica bahiagas prefeitura de itabuna prefeitura de ilheus pmvc prefeitura de coaraci prefeitura de coaraci prefeitura de teixeira de freitas camara de de teixeira de freitas prefeitura de eunapolis plansul



FJS

O ABATE DA POESIA NA CARNE


.
Por Milton Marinho:

Há mais ou menos um mês, li um artigo do prefeito de Itororó, o senhor Adroaldo Almeida, por sinal, muito bem escrito, cujo título era: “O ABATE DE CARNE E A POESIA”.

Bem escrito na acepção do rigor técnico, da sintaxe e sua justaposta condição hedonista na forma, com a frieza e a simetria de um geômetra e seus cálculos, como Romário, Messi ou Neimar na pequena área, vitimando goleiros com o couro sintético de poliuretano ou poliestireno das bolas modernas de então, como quem monta um “LEGO” e, conclui a peça, numa precisão cirúrgica dos bisturis dos discípulos de Galeno ou do mestre açougueiro Chico Boca Rica desossando a rês abatida.

As palavras do referido artigo foram aplicadas, mais ou menos, assim como um assentador de cerâmicas aplica lajotas em algum palácio dos sheiks de Abu Dhabi, porém desprovida daquela argamassa sentimental e humana que um dia, compôs as células de um antigo poeta e advogado socialista dos bons tempos do velho e indefectível quadro comunista que conheci.

A defesa do indefensável paradeiro de nossa carne, não pode conjugar com a polifonia poética do texto, no seu redondo /quadrado, formato. A alusão perfeita do sentido Greco antigo, isto é, que não carece de arremates, pois, se redondo, dar- se- á na perfeição sem tirar nem por, se quadrado, tem as mesmas medidas os lados.

 

Portanto, temos no texto de Adroaldo, as medidas do “Homem Vitruviano”. A perfeição da beleza em pessoa. Isto sem falar dos três modos retóricos que Ezra Pound, em “ABC da Literatura” (1934), definiu para “carregar de energia” a linguagem poética.

Essa definição carece de uma aula e, Adroaldo e os disciplinados magarefes da poesia entendem muito bem de que tratamento requer as vísceras da lírica sociedade que preconizamos na CASA LITERÁRIA DAS FATEIRAS.
Porém, Adroaldo deixa entrever um rastilho generoso de pólvora contra o povo, uma inclinação a favor do governo das mãos atadas dele e do estado, em relação a esse abate clandestino de reses e, que, como Pilatos, parece querer lavar as mãos nas águas sujas do imperialismo mundial, de um sistema que diz que não pode e nem quer estender solidariedade à maioria irrequieta do mundo.

Sistema esse, de que ele é membro ativo, hoje, senhor e serviçal. Sistema, que segue seu curso gerando divisas e receitas para a minoria próspera que suga a natureza e estrangula o planeta com desgraças e misérias pelo mundo a fora. Adepto da lógica perversa que depõe contra o edifício humano que ele, o prefeito e o elo dele, o estado protetor, prometeram erigir em nossa cidade (as). Consumir carne nascida de um ventre pútrido, (Matadouros, pastos arredios, paredões ervados etc.) por nossa população. Revela descaso na ação e na justificativa acadêmica, polida qual escultura de gelo que não suportaria uma fímbria de sol, com seu texto frio siberiano, seco e, sobretudo ingrato. O que não tem concerto um dia terá. Se por incompetência ou maldade de gestão pública.

Explicar com palavras a inexplicável realidade da vida, principalmente daqueles que vivem rasgando com suas facas, o esplendor das manhãs de todos os dias seguintes. As manhãs dos magarefes de Itororó negam Manoel de Barros e renegam os modelos de governos “Malaquias”. Mensageiro das preces “mulas”, bonito como o texto do prefeito, mas recheado de maldições.

Não justifica lavar as mãos, diante dessa realidade clandestina, nem beijar os pés da colundria ditatorial e econômica que domina o mundo. Já que temos presidente, ministros, senadores, deputados, secretários de estados e a elite econômica sugando o estado e compondo sociedades majoritárias com governos estaduais e com prefeituras desde os tempos de Cabral. O nosso prefeito e nós, nos gabamos muito disso. –Temos o apoio de fulano, sicrano e beltrano… Portanto, não importa se na Assembleia Legislativa da Bahia existe um clã ou uma dinastia de políticos alimentando a clandestinidade da realidade que nos asfixia aqui embaixo, no porão da galera, importa sim, as prerrogativas das canetas “Montblanc” palacianas, para evitar a possibilidade da cura de todo mal que poderá se abater sobre as sociedades carentes.

O surrealismo das imagens que vemos pelos abatedouros marginais do estado, envergonha até o boi quando vai morrer. Dante Alighieri dentre outros nomes do passado, já tratavam da “Arte de morrer bem” para os animais humanos e esta, serve para os humanos e irmãos bovinos que, abatidos, consumimos nas feiras livres de Itororó e de toda a Bahia. O que importa é que propagamos ter a melhor Carne-de-Sol do Brasil e, essa deve ter o mesmo tratamento do texto que escreveu o prefeito: A perfeição do “Homem Vitruviano” de Leonardo e de Marco Vetrúvio.

A parte humana que existe no texto do prefeito, é postiça. Não confere com as desossas clandestina da realidade e o abate de uma poesia que se debate a contra luz da história.
Milton Marinho

10 respostas para “O ABATE DA POESIA NA CARNE”

  • Sérgio Santos says:

    O senhor Milton Marinho deveria usar este espaço para escrever coisas mais interessantes, nunca vi tanta redundância em tão poucas linhas.
    Chato você em Marinho!

  • Alisson Aguiar says:

    A fome de Milton em atacar o atual prefeito itororoense é tamnaha que o mesmo faz questão de desfazer-se da intelectualidade que julga ter. Se marinho prestasse mais atenção ao artigo do prefeito, ele notaria que o alcaide fala de um problema que acomete a população de, praticamente, todas as cidades pequenas do país inteiro e fazer valer a lei, seria condenar essa pessoas a morrerem de fome. Se o tal “artista” vivenciasse a politica local com imparcialiadade e desse a “César o que César”, saberia que o governo municipal está tomando medidas efetivas para acabar com o abate clandestino. Por tanto gostaria que o pessoal deste respeitado site publicasse o artigo “O ABATE DE CARNE E A POESIA”, de autoria de Adroaldo Almeida, que lhes enviei há alguns dias para que o leitor tome conhecimento do escrito e tire suas proprias conclusões.

  • Geraldo says:

    Essa redundância vem do redondo de quem senhor Sérgio? Também acho, mas é a democracia, não é?

  • democracia says:

    Na realidade tem de tudo na pacta cidade de itororo:
    prefeito que se acha dono do mundo e com uma vaidade alem dos limintes, uma camara de vereadores onde a oposição sem escrupulo que vive emfunçao de quem paga mais e por lado ereadores de situaçao que vive babando os ovos do prefeito e se beneficiando em custa do erario publico; sem comentar dos secretarios que nao recebem a ninguem e vive mentido…agora justo o senhor milton marinho …homem de uma cultura genuina se deixa-se inflamar por uma briguinha pessoal com prefeito querendo inflamar a comunidade com suas picuinhas politicas…meu conselho ao meu amigo milton e que nao deixe se inflamar por besteiras da politica. vc pode sim milton consseguir fundos pelo seu talento profisional e nao pela politica.

  • cutula says:

    Muito chato você tem toda a razão.
    Chato e bastante decepcionado,pois as ideias sociais se debaram ao lado da arrogância e prepotência de um homem após ser eleito prefeito. Prefeito que o chato do Miltom carregou em seus braços ajudou a eleger fez um tudo e depois o mesmo correu atrás dos opositores comprando todos com o dinheiro público. Promessas e mais promessas e pouquissimas execussões do que havera sido projetado antes pois hoje o que interessa é o poder,vamos continuar comprando prefeito, você devia ter comprado logo o vereador biduinha este é um calo no dedinho do pé esquerdo. leva espora meu galinho…..

  • Sou Eu!!!! says:

    Para o sr.sérgio eu queria saber o sr. onde você viu tanta redundância creio eu que vc não leu o texto com atenção de um bom leitor ou então não conhece a palavra redundância ou não sabe o seu significado, pois eu le o texto e não vi nem uma.

  • Rute de Souza says:

    O importante nos textos de Milton Marinho é que você encontra conteúdo para a discussão. A briga é boa, e não vi ninguém debater as questões de opinião pública como faz Milton em Itororó.Quanto a redundância do amigo Sérgio, vejo que o termo é mais ou menos como aquela roupa de grife que o cidadão compra e faz questão de exibir a todo momento,vestindo-a na primeira oportunidade. Aprendeu recentemente a existência da palavra “redundância” hein? existem outras. De vez em quando é bom variar. Mas o melhor mesmo é discutir conteúdo, inclusive e principalmente discordar do assunto.

  • carlito says:

    Essa discussão acalorada sobre O ABATE DA POESIA NA CARNE, me faz ver que ate que enfim apareceu alguém com conhecimento sufiente para debater o assunto, de tudo aquilo que o prefeito nos empurra e faz questão de repetir a todo momento,por que como todos sabem MILTOM MARINHO escreveu um livro de poesias, e o prefeito disse na contra capa que deixou de escrever depois que leu os versos deste Milton Marinho, por tanto senhor Alisson não se intrometa onde não é chamado, seus recados não faz o menor sentido.Meu rapaz não sei se voce começou direito agora lhe digo tal qeum sabe um dia seus recados virem livros, mas acho muito dificil, na minha opinião, você chegar a algum lugar.

  • Flávio Dias says:

    Palavras machucam nosso prefeito kkkkkkkkkkkkkkk…

    Só em Itororó mesmo!!!

  • Sandro Avone says:

    Assistam esta poesia que é o abate de bovinos para produção de carne de sol em Itororó
    youtube – titulo: produção de carne de sol em Itororó
    http://www.youtube.com/watch?v=HQviIwCkatw

Deixe seu comentário



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia