. Os deputados estaduais coronel Gilberto Santana e Carlos Geilson, ambos do PTN participaram hoje de reunião com a presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ), desembargadora Telma Britto, que tirou dúvidas dos parlamentares sobre os projetos do Judiciário que tramitam na Casa, principalmente o que trata da privatização dos cartórios, considerado hoje um dos mais polêmicos em tramitação no Legislativo estadual.
A privatização dos cartórios, segundo a desembargadora, é uma exigência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e dele deverá resultar na melhor prestação de serviços cartoriais aos baianos. Pelas contas do TJ, são 890 cartórios aptos a serem privatizados em todo o estado.
“Os cartórios na Bahia são públicos e a determinação do CNJ é que eles passem a ser privados, através de uma concessão dos serviços. Mas esse é um processo que precisa ser discutido com os deputados para que possam entender melhor o projeto que tramita na Assembléia legislativa para que possam compreender os nossos objetivos”, explicou a desembargadora Telma Britto.
A Exma. Desembargadora esqueceu de informar aos parlamentares que esses 890 cartórios que o Tribunal quer privatizar são os que não dão renda e tem pouco movimento, portanto são prejuízo para o Tribunal. Mas os grandes cartórios como os de Itabuna, Ilhéus, Feira, Conquista, Salvador… que dão renda para o Tribunal e tem grande movimento, o Tribunal não quer privatizar, e o pior, não realizam concurso para contratação de funcionários e nem modernizam os cartórios.
São mais de 1.500 cartórios extrajudiciais (registro civil, registro de imóveis, tabelionatos)em toda Bahia e todos são deficientes, e só a privatização total solucionaria o problema.
A Exma. Desembargadora esqueceu de informar aos parlamentares que esses 890 cartórios que o Tribunal quer privatizar são os que não dão renda e tem pouco movimento, portanto são prejuízo para o Tribunal. Mas os grandes cartórios como os de Itabuna, Ilhéus, Feira, Conquista, Salvador… que dão renda para o Tribunal e tem grande movimento, o Tribunal não quer privatizar, e o pior, não realizam concurso para contratação de funcionários e nem modernizam os cartórios.
São mais de 1.500 cartórios extrajudiciais (registro civil, registro de imóveis, tabelionatos)em toda Bahia e todos são deficientes, e só a privatização total solucionaria o problema.