O deputado Bruno Reis (PRP) disse na tarde desta quinta-feira (19) que estranha a omissão do governador Jaques Wagner em relação aos abusos cometidos pela diretoria da Embasa. “É inaceitável que o governador assista a toda esta farra com o dinheiro público e não diga uma simples palavra”, disse o parlamentar, ao comentar as notícias divulgadas pela imprensa sobre a decisão da Embasa de patrocinar cerca de 15 shows no interior, em homenagem aos 40 anos de fundação da empresa.
“O governador também é cúmplice desta imoralidade e irresponsabilidade administrativas”, disse Bruno Reis, líder d o bloco parlamentar PRP/DEM. Há mais de um mês o deputado tem denunciado diariamente os abusos cometidos pela Embasa.
“A empresa, que extorquiu os consumidores baianos ao aplicar um reajuste de quase 14% nas contas de água, já gastou uma fortuna patrocinado shows milionários de Daniela Mercury e Margareth Menezes, além de torrar dinheiro em micaretas, camarotes e festas particulares. Será que esta farra com o dinheiro dos contribuintes vai durar até o final do ano?”, indagou o deputado.
A Globo escondeu a Revolta que está acontecendo na Espanha contra o capitalismo selvagem, quem quiser assistir, está ao vivo no site abaixo.
Cresce na Espanha a Revolução dos Indignados
O movimento que iniciou no dia 15 de maio, chamado 15-M ou a “revolução espanhola”, cresceu quinta-feira com panelaços que reuniram multidões em dezenas de cidades de todo o país para exigir a mudança de um sistema que consideram injusto. A revolta cresce a cada hora. Começou com uma convocatória nas redes sociais e internet para repudiar a corrupção endêmica do sistema e a falta de oportunidades para os mais jovens. A também chamada Revolução dos Indignados acusa, pela situação atual, o FMI, a OTAN, a União Europeia, as agências de classificação de risco, o Banco Mundial e, no caso da Espanha, os dois grandes partidos: PP e PSOE. O artigo é de Armando G. Tejeda, do La Jornada.
Armando G. Tejeda – La Jornada, na Carta Maior
A Junta Eleitoral Central da Espanha proibiu em todo o país qualquer manifestação desde a zero hora de sábado até às 24 horas de domingo, dia das eleições municipais, em uma clara alusão às mobilizações do movimento cidadão Democracia Real Já que, desde o último domingo, ocorrem em repúdio ao modelo político e econômico vigente e que já se espalharam em escala nacional.
Alfredo Peréz Rubalcaba, ministro do Interior, declarou que o governo só esperava o pronunciamento da junta eleitoral para decidir se ordena à polícia dispersar os manifestantes. Enquanto isso, milhares de cidadãos indignados na Porta do Sol, em Madri, na Praça da Catalunha, em Barcelona, na Praça do Pilar, em Zaragoza, e no Parasol da Encarnação, em Sevilla, entre outras, voltaram a romper o cerco policial e, uma vez mais, repudiaram a política, banqueiros e empresários.
A Globo escondeu a Revolta que está acontecendo na Espanha contra o capitalismo selvagem, quem quiser assistir, está ao vivo no site abaixo.
Cresce na Espanha a Revolução dos Indignados
O movimento que iniciou no dia 15 de maio, chamado 15-M ou a “revolução espanhola”, cresceu quinta-feira com panelaços que reuniram multidões em dezenas de cidades de todo o país para exigir a mudança de um sistema que consideram injusto. A revolta cresce a cada hora. Começou com uma convocatória nas redes sociais e internet para repudiar a corrupção endêmica do sistema e a falta de oportunidades para os mais jovens. A também chamada Revolução dos Indignados acusa, pela situação atual, o FMI, a OTAN, a União Europeia, as agências de classificação de risco, o Banco Mundial e, no caso da Espanha, os dois grandes partidos: PP e PSOE. O artigo é de Armando G. Tejeda, do La Jornada.
Armando G. Tejeda – La Jornada, na Carta Maior
A Junta Eleitoral Central da Espanha proibiu em todo o país qualquer manifestação desde a zero hora de sábado até às 24 horas de domingo, dia das eleições municipais, em uma clara alusão às mobilizações do movimento cidadão Democracia Real Já que, desde o último domingo, ocorrem em repúdio ao modelo político e econômico vigente e que já se espalharam em escala nacional.
Alfredo Peréz Rubalcaba, ministro do Interior, declarou que o governo só esperava o pronunciamento da junta eleitoral para decidir se ordena à polícia dispersar os manifestantes. Enquanto isso, milhares de cidadãos indignados na Porta do Sol, em Madri, na Praça da Catalunha, em Barcelona, na Praça do Pilar, em Zaragoza, e no Parasol da Encarnação, em Sevilla, entre outras, voltaram a romper o cerco policial e, uma vez mais, repudiaram a política, banqueiros e empresários.
http://www.viomundo.com.br/politica/ao-vivo-na-espanha-a-revolucao-da-porta-do-sol.html