. O deputado Augusto Castro (PSDB) defendeu a necessidade de os projetos para o desenvolvimento econômico no Estado oferecerem segurança jurídica para os investidores. A sua proposta foi considerada de muita relevância pelo economista Antonio Alberto Valença, assessor especial que representou o secretário de Planejamento do Estado, Zezéu Ribeiro, na reunião da Comissão Especial do Complexo Intermodal e Ferrovia de Integração Oeste Leste/Porto Sul, nesta quarta-feira,4.
Segundo Valença, o deputado Augusto Castro tem razão, por considerar que os investimentos dependem dessa segurança e não apenas de projetos e recursos financeiros.
A proposta de os investimentos terem mais segurança jurídica foi apresentada por Augusto Castro diante da situação enfrentada para a execução do projeto do Complexo Intermodal, que envolve a construção do Porto Sul (tanto o privado, pela Bamin, como o público) em Aritaguá, a ferrovia (a ser construída pela Valec) e o aeroporto de Ilhéus (de responsabilidade da Infraero).
Além do prejuízo já causado pela mudança da área de Ponta da Tulha para Aritaguá, depois de o Governo já ter desapropriado áreas, o complexo está com o cronograma retardado por intervenção do Ibama e do Ministério Público Federal na obra da ferrovia, que já foi iniciada em alguns dos oito lotes previstos e está ameaçada de paralisação.
A insegurança jurídica parece ter preocupado também investidores como o geólogo João Carlos Cavalcante e Aroldo Sobrinho, do Grupo Votorantim, que participaram da reunião da Comissão Porto Sul, e o vice-presidente da Bamin, Cloves Torres.
João Carlos Cavalcante destacou a necessidade de a sociedade se mobilizar a favor do Complexo Intermodal. Segundo o investidor, o benefício será para todo o Estado, pois já a partir do início de operação o Porto Sul estará entre o 3º e o 4º lugar lugar em transporte de ferro.
É bom lembrar que não é apenas a Bamin a beneficiária do Porto Sul, mas o escoamento das produções do oeste e sudoeste baianos, mais os escoamentos do norte, recôncavo e região metropolitana que sairão pelo Porto de Aratu.
Santa Maria da Vitória
A “menina dos olhos” da GME4, no momento, é o Projeto Santa Maria, para o qual a empresa está realizando estudos técnicos e conceituais que visam a viabilizar a implantação de um complexo industrial minero-metalúrgico, na região do município de Santa Maria da Vitória, no sudoeste da Bahia.
Esse depósito, segundo trabalho publicado pela empresa, apresenta potencial superior a 4,5 bilhões t de rochas carbonáticas, formadas por calcários calcíticos e dolomíticos da Formação Sete Lagoas, do Grupo Bambuí, do período neoproterozóico.
O objetivo desse complexo é o de, a partir do aproveitamento econômico integrado em grande escala das rochas carbonáticas de alta pureza, produzir clínquer para a indústria do cimento, refratários dolomíticos, magnésio metálico e corretivos de solo.
TÁLIO, O PRÉ-SAL DA BAHIA
Já ouviram falar de tálio? O tálio é um raríssimo metal extremamente valioso, utilizado em indústrias de alta tecnologia, como a da saúde e energia. Atualmente, sua produção só existe no Cazaquistão e na China. Mas issa situação está com os dias contatos.
Foi lá, em meio à natureza rude da caatinga, que ele formou o plantel de gado nelore Puro de Origem Importado (POI) mais puro do mundo, que reúne semelhanças idênticas ao primitivo gado ongole da Índia. E isso se deu de forma natural, segundo ele: gado criado no pasto, monta natural (quando a reprodução não é assistida) e sem suplementação mineral. “Eu não fiz nada, só respeitei a necessidade dos animais na natureza, que lhes ofereceu o necessário para sobreviverem nas duras condições da caatinga”, diz Joãozito, que deu início ao seu trabalho de nelorista em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. “Acompanhava as notícias pelo rádio
. Já outros minerais mais valiosos como o diamante existente na costa baiana demandarão expertise tecnológica mais apurada, visto que estão a um quilômetro sob o nível do mar — área dominada pela Petrobras que pode ceder tecnologia.
O mesmo vale para o zircônio encontrado no litoral sul da Bahia — insumo caro e bastante empregado no revestimento de reatores nucleares. A ilmenita usada na construção de partes de aviões e naves espaciais também recebe atenção
Desenvolvimento requer energia, além de Sobradinho e Paulo Afonso, um novo parque energético começa a se formar, sobretudo nas áreas que irão demandar imensamente – Parque eólico.
O município de Brotas de Macaúbas, na Chapada Diamantina, vai sediar o primeiro parque de geração de energia eólica da Bahia. Com previsão para início das obras em maio deste ano, o empreendimento do grupo Desenvix prevê a instalação de três usinas com capacidade total de geração de 90 megawatts – energia suficiente para abastecer uma cidade do porte de Feira de Santana. A previsão é que o parque esteja em operação até outubro de 2011.
É impressionante que, depois que o consórcio PV DEM e PSDB se filiaram para governar o país, obras que levam desenvolvimento para a maioria da população é embargada pelo Ibama e pelo MPF. Sem falar nas supostas ONGs defensoras do meio ambiente. Estas, que vivem a maioria de ajuda governamentais e empresas que são concorrentes entre si, trabalham para minar a vida das pessoas.
O Greenpeace, que é originário da Holanda, não tem preocupações acerca dos rios do seu país, mas preocupa-se com os rios brasileiros.Curioso,não? A Action Aid, que é mantida pela rainha da Inglaterra, não se preocupa com as águas do Rio Tâmis, mas tem uma preocupação impressionante com as águas brasileiras e latina.
São coisas que precisam ser pensadas. Há a questão política envolvida, bem como o jogo político que está sendo feito com a questão ambiental para prejudicar o país. Guilherme Leal foi vice presidente de Marina Silva, do PV, que é coligado do DEM e PSDB no plano nacional, alguém acredita mesmo que este senhor está preocupado com meio ambiente? Não, soa mais a sua preocupação com seus investimentos na região e os baianos que se danem.
Tenham certeza de uma coisa, a ponta da tulha houve problema, Aritaguá há problema. Então, qualquer outro que houver haverá problema, pois há um conjunto de interesses tentando ser contrário ao projeto. A questão ambiental está sendo usada para esconder as razões políticas por trás. Como o Ibama tem muita gente ligada a Marina Silva, fica muito fácil seus pareceres contrários ao desenvolvimento do país.
A Cristiana Lôbo, na Globo News, em seu programa, já sugeriu que Marina Silva tranferisse seu título do Acre para se candidatar no Rio de Janeiro. No Rio, DEM, PSDB e PV são aliados. Isto significa que, com os outros, o projeto não deve sair, mas com Marina deve ter a pecha do desenvolvimento sustentável.
É muito cômodo para eles irem para os EUA e trazerem fulaninhos para defenderem a Amazônia, biomas, como se os brasileiros fossem insensíveis e desmatadores vorazes. Mas quem destruiu suas florestas e os habitats, não fomos nós, os brasileiros, mas os países ricos que hoje usam este mote político, acolhido pelos políticos nativos, alguns, claro, para impedirem o desenvolvimento do país e com isto, criarem supostamente celeumas ambientais, mas na verdade, a questão é sempre política.
O artigo abaixo publicado no Sarrafo e no Trombone é muito interessante.
Há coisas que precisamos ficar atentos ao que está a acontecer na Bahia. Há aqueles que querem o desenvolvimento sustentável, há aqueles que tentam impedir por razões políticas e há aqueles que, o quanto pior, melhor.
Vejamos resumidamente o que está a acontecer na Bahia. Ela tem um portfólio de commodities impressionante; nas alimentícias, quando não é a primeira, está entre os cinco estados mais produtores do país, por exemplo: soja, milho, algodão, cacau, celulose, seringa, mamão, melão, laranja, café, uva, manga, cebola,cana, dendê, coco, maracujá…
Nas minerais temos: ferro, bauxita, vanádio, níquel, ouro, diamantes, esmeraldas, salgema, talco… Nos minerais raros, a princípio temos duas minas descobertas; Barreiras, tálio; Jequié, cério. Ainda nas commodities minerais, temos a retomada de exploração da Bacia do Recôncavo e gás, no campo de Manati; mais o potencial de petróleo a ser explorado nas bacias em terra bem como Camamu-Almada e a Bacia do Jequitinhonha.
No setor industrial, temos a Região Metropolitana e a segunda região mais industrializada ficando com o extremo-sul. Segundo o Estado de São Paulo, numa série de reportagens sobre o NE, haveria mais de trezentos protocolos de intenções de algumas empresas que querem se instalar aqui. Para algumas regiões do estado, de setores produtivo, algumas como Ducoco, Maguary, já estão; chineses e coreanos virão.
Há, também, a pecuária; temos nós, o sexto rebanho e a terceira produção de leite do país, assim como o primeiro rebanho ovino. No turismo, ficamos atrás de SP e RJ. Tudo isso é muito bem vindo e precisa ser bem elaborado para que se traga desenvolvimento com sustentabilidade e melhor distribuição de renda, para que não se repita em nosso estado, os modelos de sociedade que tivemos com o açúcar e o cacau. Ou seja, o velho modelo oligárquico de concentração de renda, baixa escolaridade e feudos políticos.
Há um grupo de neozelandeses no sudoeste, que já deu um ar diferente a tudo isto; eles moram na fazenda, os filhos estudam com os filhos dos empregados, com escola bilíngue e já produzem 50 mil litros de leite dia e pretendem chegar a 150 mil litros dia. Se outros chegarem, haverá mais produtividade, haja vista o know how deles. A NZ é do tamanho do RS e produz quinze bilhões de litros de leite por ano. Espero que se eles não conseguirem isto, uma vez que disseram que o sudoeste pode produzir mais, uma vez que, a hectare é três por um relação a NZ, possam alcançar metade.
O que quero dizer com tudo isso? Além da necessidade da agroindustrialização e não apenas exportar in natura, pois sabemos que isto é suicídio, está aí o exemplo do cacau, a Bahia apenas com a maioria das commodities in natura, está a crescer economicamente. Para se ter uma ideia, na safra de 2010, o oeste produziu mais de três milhões de grãos. Para 2011, a perspectiva é de mais de seis milhões e um faturamento de sete bilhões. Isso certamente gerará: continuidade da construção civil em Salvador e no interior, empregos, viagens, bens de consumo duráveis e não-duráveis, faculdades, enfim, haverá uma uma injeção de dinheiro considerável, apenas do setor de cereais do oeste, investindo dentro do estado.
Isto significa que a Bahia está enriquecendo. Logo, a briga política será mais intensa, mais destrutiva. Não sei se já foi percebido, mas a Globo já começa a transmitir sempre imagens negativas da Bahia. Quando do período do carnaval, ela queima; ao longo do ano, mostra imagens sempre negativas.
A Rede Bahia escolhe a dedo reportagens negativas para mostrar sobre o estado, isso acaba interferindo no turismo baiano. A Globo é uma emissora comercial, logo, seus interesses são comerciais, então não há interesse de ela mostrar o carnaval baiano, haja vista transmitir o carioca e ter seus interesses naquele estado e seu bairrismo inconteste.
No plano estadual, as reportagens negativas geram expectativas de o carlismo voltar ao poder, pois mostrar imagens negativas sempre, haja vista a Rede Bahia pertencer à família, torna-se uma maneira de manter vivo o grupo. O DEM está a diminuir, por conta de forças políticas. Se cai na Bahia, provoca efeito dominó em todo o NE. Logo, fortalecer o DEM para sobreviver no NE, é fortalecer as velhas oligarquias e, para isso, a Bahia será usada como foi o Rio de Brizola, ou seja, imagens negativas sempre que agradem à Globo bem como ao grupo baiano que perde espaço. É o jogo político perverso que perdemos todos os baianos, infelizmente.
Mas o resultado disto tem consequências funestas para o estado, cai o turismo e não atrai investimentos como se deseja. O que ocorre com o Porto Sul é emblemático. Há uma série de obstáculos, mesmo sabendo que não é apenas uma empresa a ser beneficiada, mas todo o oeste e sudoeste baiano para escoar nossa produção e com isto continuar gerando emprego e renda, pois assim funciona uma cadeia econômica bem estabelecida. Por outro lado, os sistemas cabruca e agroflorestal recuperam consideravelmente a Mata Atlântica, na medida em que muitos estão retomando o cultivo do cacau. Claro que há o sistema irrigado no extremo sul, mas o fato é que há lugares na região que o cabruca é insubstituível. O que quero dizer com tudo isto?
Que na medida em que a Bahia for melhorando economicamente, mais ferozes e maléficas serão as disputas políticas, pois é o potencial de um estado que, de sexta, poderá vir a ser a terceira ou quarta economia do país. Então, o jogo que já é pesado, aumentará. É preciso que cada vez mais nos tornemos esclarecidos acerca disso.
Não podemos perder esta oportunidade de nos desenvolvermos por conta de intrigas políticas, seria um absurdo. É preciso compreensão e esclarecimento acerca de nossos potenciais; nos dias atuais, nossas commodities/riquezas que a princípio têm donos, mas nem todas são particulares. Há aquelas que pertencem ao governo e que, são elas, governamentais ou privadas, que movimentam nossa economia, nosso sustento, pois é a cadeia econômico-produtiva do estado.
Com a chegada mais intensa do desenvolvimento, haja vista uma Ásia sedenta por commodities, compreendermos e querermos sustentabilidade é importante. O Porto Sul precisa sair, há interesses contrários para que o projeto não ocorra. Mas o fato é que, não saindo, como ficará o escoamento das produções do oeste e sudoeste?
Soluções plausíveis seriam: Ir para Goiás e ser transportado pela Norte Sul, que iria para SP, CE, MA ou então iria para PE, para ser transportado por Suape. Ah, mas pode ir pelo Porto de Aratu. Ah, tá, o Porto de Aratu nem as frutas do norte recebe completamente, metade disso sai via PE, haja vista as exportações do Recôncavo e da Região Metropolitana. São coisas que precisamos pensar e atentarmos para interesses políticos que nem sempre objetivam o desenvolvimento do estado, mas por trás, há grupos diversos que pretendem outras soluções. Estamos, na verdade, sendo vítimas da velha política. Infelizmente.
Vale lembrar que a indústria de construção de estaleiros foi retomada no estado. Em São Roque e Paraguaçu estão sendo construídas as plataformas P59 e P60 para a Petrobras e o Porto de Aratu não poderia comportar toda a produção do estado. Teríamos mais um Porto de Santos, com filas enormes de caminhões e vagões de trens para serem descarregados. O que seria sugerido, claro, transportar parte disto para outros estados. É preciso pensar com mais atenção a Bahia que queremos e vermos se os interesses contemplam empregos e geração de renda para o estado ou se são interesses de grupos oligárquicos, melhor dizendo, políticos. Se estes, esta Bahia que querem é completamente dispensável.
Governo arreganha as fronteiras para as armas e para as drogas, mas vai lançar campanha do desarmamento amanhã
Campanha do desarmamento será lançada nesta sexta no Rio.
O Palácio da Cidade, sede da Prefeitura do Rio de Janeiro, foi o local escolhido pelo Ministério da Justiça para o lançamento da nova edição da campanha nacional do desarmamento, chamada de “Tire uma arma do futuro do Brasil”. O ato de lançamento está marcado para as 10h, com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Agora leiam esta outra notícia:
Cortes de gastos paralisam patrulhamento da PF nos rios
Cortes de gastos estão paralisando os barcos da Polícia Federal responsáveis pelo patrulhamento dos rios que ficam em rotas de entrada de armas e drogas no país. Os cortes no Orçamento do governo têm afetado diversas ações nas fronteiras. Em Foz do Iguaçu (PR), na fronteira com Paraguai e Argentina, a Delegacia de Polícia Marítima está trabalhando com um regime de cotas de combustível que reduziu à metade, em relação ao fim de 2010, as operações de patrulhamento com 20 lanchas, segundo policiais ouvidos pela reportagem. O rio Paraná e o lago de Itaipu são considerados zonas críticas.
AGORA EU PERGUNTO:
SERÁ TAMBÉM QUE A CULPA DESSA POUCA VERGONHA, DAS POLÍCIAS DESAPARELHADAS, DO SUCATEAMENTO NA SAÚDE E EDUCAÇÃO TAMBÉM É CULPA DOS AMBIENTALISTAS? QUANTO A OUTRA VIÁGEM DE QUE A PROVÁVEL UNIÃO DO psdb/dem/pv SÓ MESMO EM ALGUMAS CABECINHAS VAZIAS, CRUZ CREDO COMO AINDA TEM GENTE INOCENTE ÚTIL NESSE MUNDO, DEVO LEMBRAR AOS DISTINTOS E DISTINTAS QUE NAS TRES LEGENDAS CITADAS FICARAM APENAS UNS GATOS PIGADOS E SEM FOLEGO POIS SE MANDARAM TODOS PRO psd DO Oto Alencar E Kassab, A VERDADE VERDADEIRA MESMO É QUE O pt NÃO GOSTA DE INVESTIR UM TOSTÃO EM NADA, SUA GRANDE MARCA É DESVIAR MUITA GRANA PRA SI PRÓPRIO E TORRAR O RESTO EM PROPAGANDA ENGANOSA
O estado vai ser o 3º ou 4º transportador de ferro? disse tudo, transportar ferro para a china para gerar empregos na industria, gostaria que publicassem o que especificamente trará de benefícios para o sul da Bahia. Não transportará nenhum produto, os empregos serão temporários e apenas na implantação da obra, sub-empregos, depois virão os especialistas. Aí só se lê dizendo que é bom para o Sul da Bahia, em que?
É bom lembrar que não é apenas a Bamin a beneficiária do Porto Sul, mas o escoamento das produções do oeste e sudoeste baianos, mais os escoamentos do norte, recôncavo e região metropolitana que sairão pelo Porto de Aratu.
Santa Maria da Vitória
A “menina dos olhos” da GME4, no momento, é o Projeto Santa Maria, para o qual a empresa está realizando estudos técnicos e conceituais que visam a viabilizar a implantação de um complexo industrial minero-metalúrgico, na região do município de Santa Maria da Vitória, no sudoeste da Bahia.
Esse depósito, segundo trabalho publicado pela empresa, apresenta potencial superior a 4,5 bilhões t de rochas carbonáticas, formadas por calcários calcíticos e dolomíticos da Formação Sete Lagoas, do Grupo Bambuí, do período neoproterozóico.
O objetivo desse complexo é o de, a partir do aproveitamento econômico integrado em grande escala das rochas carbonáticas de alta pureza, produzir clínquer para a indústria do cimento, refratários dolomíticos, magnésio metálico e corretivos de solo.
http://www.minerios.com.br/index.php?page=materia.php&id=2036
TÁLIO, O PRÉ-SAL DA BAHIA
Já ouviram falar de tálio? O tálio é um raríssimo metal extremamente valioso, utilizado em indústrias de alta tecnologia, como a da saúde e energia. Atualmente, sua produção só existe no Cazaquistão e na China. Mas issa situação está com os dias contatos.
http://blogdomirgon.blogspot.com/2011/02/talio-o-pre-sal-da-bahia.html
Geólogo baiano comemora descoberta de “terras raras” na região de Jequié
http://www.jequiereporter.com.br/blog/archives/14398
De Wall Street para o Recôncavo
http://bahiaembrio.com.br/site/#/noticias/reportagem-revista-dinheiro-rural/
O Mestre da Caatinga
Foi lá, em meio à natureza rude da caatinga, que ele formou o plantel de gado nelore Puro de Origem Importado (POI) mais puro do mundo, que reúne semelhanças idênticas ao primitivo gado ongole da Índia. E isso se deu de forma natural, segundo ele: gado criado no pasto, monta natural (quando a reprodução não é assistida) e sem suplementação mineral. “Eu não fiz nada, só respeitei a necessidade dos animais na natureza, que lhes ofereceu o necessário para sobreviverem nas duras condições da caatinga”, diz Joãozito, que deu início ao seu trabalho de nelorista em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. “Acompanhava as notícias pelo rádio
http://vicopinico.blogspot.com/2011/04/o-mestre-da-caatinga.html
Diamantes na costa sul baiana
. Já outros minerais mais valiosos como o diamante existente na costa baiana demandarão expertise tecnológica mais apurada, visto que estão a um quilômetro sob o nível do mar — área dominada pela Petrobras que pode ceder tecnologia.
O mesmo vale para o zircônio encontrado no litoral sul da Bahia — insumo caro e bastante empregado no revestimento de reatores nucleares. A ilmenita usada na construção de partes de aviões e naves espaciais também recebe atenção
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/brasil-se-lanca-ao-mar-para-explorar-recursos-minerais/47615/
Neozelandeses na Bahia
http://www.geraldojose.com.br/?sessao=noticia&cod_noticia=10498
Desenvolvimento requer energia, além de Sobradinho e Paulo Afonso, um novo parque energético começa a se formar, sobretudo nas áreas que irão demandar imensamente – Parque eólico.
O município de Brotas de Macaúbas, na Chapada Diamantina, vai sediar o primeiro parque de geração de energia eólica da Bahia. Com previsão para início das obras em maio deste ano, o empreendimento do grupo Desenvix prevê a instalação de três usinas com capacidade total de geração de 90 megawatts – energia suficiente para abastecer uma cidade do porte de Feira de Santana. A previsão é que o parque esteja em operação até outubro de 2011.
http://www.atardeonline.com.br/economia/noticia.jsf?id=2211541
Altas do Parque Eólico da Bahia
http://www.coelba.com.br/ARQUIVOS_EXTERNOS/O%20SETOR%20ELETRICO/ENERGIA%20ALTERNATIVA/ATLAS%20EOLICO/AtlasBA_Rev_1.pdf
Aquele cara ali a esquerda, pensei que era o Jô Soares. 😀
É impressionante que, depois que o consórcio PV DEM e PSDB se filiaram para governar o país, obras que levam desenvolvimento para a maioria da população é embargada pelo Ibama e pelo MPF. Sem falar nas supostas ONGs defensoras do meio ambiente. Estas, que vivem a maioria de ajuda governamentais e empresas que são concorrentes entre si, trabalham para minar a vida das pessoas.
O Greenpeace, que é originário da Holanda, não tem preocupações acerca dos rios do seu país, mas preocupa-se com os rios brasileiros.Curioso,não? A Action Aid, que é mantida pela rainha da Inglaterra, não se preocupa com as águas do Rio Tâmis, mas tem uma preocupação impressionante com as águas brasileiras e latina.
São coisas que precisam ser pensadas. Há a questão política envolvida, bem como o jogo político que está sendo feito com a questão ambiental para prejudicar o país. Guilherme Leal foi vice presidente de Marina Silva, do PV, que é coligado do DEM e PSDB no plano nacional, alguém acredita mesmo que este senhor está preocupado com meio ambiente? Não, soa mais a sua preocupação com seus investimentos na região e os baianos que se danem.
Tenham certeza de uma coisa, a ponta da tulha houve problema, Aritaguá há problema. Então, qualquer outro que houver haverá problema, pois há um conjunto de interesses tentando ser contrário ao projeto. A questão ambiental está sendo usada para esconder as razões políticas por trás. Como o Ibama tem muita gente ligada a Marina Silva, fica muito fácil seus pareceres contrários ao desenvolvimento do país.
A Cristiana Lôbo, na Globo News, em seu programa, já sugeriu que Marina Silva tranferisse seu título do Acre para se candidatar no Rio de Janeiro. No Rio, DEM, PSDB e PV são aliados. Isto significa que, com os outros, o projeto não deve sair, mas com Marina deve ter a pecha do desenvolvimento sustentável.
É muito cômodo para eles irem para os EUA e trazerem fulaninhos para defenderem a Amazônia, biomas, como se os brasileiros fossem insensíveis e desmatadores vorazes. Mas quem destruiu suas florestas e os habitats, não fomos nós, os brasileiros, mas os países ricos que hoje usam este mote político, acolhido pelos políticos nativos, alguns, claro, para impedirem o desenvolvimento do país e com isto, criarem supostamente celeumas ambientais, mas na verdade, a questão é sempre política.
O artigo abaixo publicado no Sarrafo e no Trombone é muito interessante.
Há coisas que precisamos ficar atentos ao que está a acontecer na Bahia. Há aqueles que querem o desenvolvimento sustentável, há aqueles que tentam impedir por razões políticas e há aqueles que, o quanto pior, melhor.
Vejamos resumidamente o que está a acontecer na Bahia. Ela tem um portfólio de commodities impressionante; nas alimentícias, quando não é a primeira, está entre os cinco estados mais produtores do país, por exemplo: soja, milho, algodão, cacau, celulose, seringa, mamão, melão, laranja, café, uva, manga, cebola,cana, dendê, coco, maracujá…
Nas minerais temos: ferro, bauxita, vanádio, níquel, ouro, diamantes, esmeraldas, salgema, talco… Nos minerais raros, a princípio temos duas minas descobertas; Barreiras, tálio; Jequié, cério. Ainda nas commodities minerais, temos a retomada de exploração da Bacia do Recôncavo e gás, no campo de Manati; mais o potencial de petróleo a ser explorado nas bacias em terra bem como Camamu-Almada e a Bacia do Jequitinhonha.
No setor industrial, temos a Região Metropolitana e a segunda região mais industrializada ficando com o extremo-sul. Segundo o Estado de São Paulo, numa série de reportagens sobre o NE, haveria mais de trezentos protocolos de intenções de algumas empresas que querem se instalar aqui. Para algumas regiões do estado, de setores produtivo, algumas como Ducoco, Maguary, já estão; chineses e coreanos virão.
Há, também, a pecuária; temos nós, o sexto rebanho e a terceira produção de leite do país, assim como o primeiro rebanho ovino. No turismo, ficamos atrás de SP e RJ. Tudo isso é muito bem vindo e precisa ser bem elaborado para que se traga desenvolvimento com sustentabilidade e melhor distribuição de renda, para que não se repita em nosso estado, os modelos de sociedade que tivemos com o açúcar e o cacau. Ou seja, o velho modelo oligárquico de concentração de renda, baixa escolaridade e feudos políticos.
Há um grupo de neozelandeses no sudoeste, que já deu um ar diferente a tudo isto; eles moram na fazenda, os filhos estudam com os filhos dos empregados, com escola bilíngue e já produzem 50 mil litros de leite dia e pretendem chegar a 150 mil litros dia. Se outros chegarem, haverá mais produtividade, haja vista o know how deles. A NZ é do tamanho do RS e produz quinze bilhões de litros de leite por ano. Espero que se eles não conseguirem isto, uma vez que disseram que o sudoeste pode produzir mais, uma vez que, a hectare é três por um relação a NZ, possam alcançar metade.
O que quero dizer com tudo isso? Além da necessidade da agroindustrialização e não apenas exportar in natura, pois sabemos que isto é suicídio, está aí o exemplo do cacau, a Bahia apenas com a maioria das commodities in natura, está a crescer economicamente. Para se ter uma ideia, na safra de 2010, o oeste produziu mais de três milhões de grãos. Para 2011, a perspectiva é de mais de seis milhões e um faturamento de sete bilhões. Isso certamente gerará: continuidade da construção civil em Salvador e no interior, empregos, viagens, bens de consumo duráveis e não-duráveis, faculdades, enfim, haverá uma uma injeção de dinheiro considerável, apenas do setor de cereais do oeste, investindo dentro do estado.
Isto significa que a Bahia está enriquecendo. Logo, a briga política será mais intensa, mais destrutiva. Não sei se já foi percebido, mas a Globo já começa a transmitir sempre imagens negativas da Bahia. Quando do período do carnaval, ela queima; ao longo do ano, mostra imagens sempre negativas.
A Rede Bahia escolhe a dedo reportagens negativas para mostrar sobre o estado, isso acaba interferindo no turismo baiano. A Globo é uma emissora comercial, logo, seus interesses são comerciais, então não há interesse de ela mostrar o carnaval baiano, haja vista transmitir o carioca e ter seus interesses naquele estado e seu bairrismo inconteste.
No plano estadual, as reportagens negativas geram expectativas de o carlismo voltar ao poder, pois mostrar imagens negativas sempre, haja vista a Rede Bahia pertencer à família, torna-se uma maneira de manter vivo o grupo. O DEM está a diminuir, por conta de forças políticas. Se cai na Bahia, provoca efeito dominó em todo o NE. Logo, fortalecer o DEM para sobreviver no NE, é fortalecer as velhas oligarquias e, para isso, a Bahia será usada como foi o Rio de Brizola, ou seja, imagens negativas sempre que agradem à Globo bem como ao grupo baiano que perde espaço. É o jogo político perverso que perdemos todos os baianos, infelizmente.
Mas o resultado disto tem consequências funestas para o estado, cai o turismo e não atrai investimentos como se deseja. O que ocorre com o Porto Sul é emblemático. Há uma série de obstáculos, mesmo sabendo que não é apenas uma empresa a ser beneficiada, mas todo o oeste e sudoeste baiano para escoar nossa produção e com isto continuar gerando emprego e renda, pois assim funciona uma cadeia econômica bem estabelecida. Por outro lado, os sistemas cabruca e agroflorestal recuperam consideravelmente a Mata Atlântica, na medida em que muitos estão retomando o cultivo do cacau. Claro que há o sistema irrigado no extremo sul, mas o fato é que há lugares na região que o cabruca é insubstituível. O que quero dizer com tudo isto?
Que na medida em que a Bahia for melhorando economicamente, mais ferozes e maléficas serão as disputas políticas, pois é o potencial de um estado que, de sexta, poderá vir a ser a terceira ou quarta economia do país. Então, o jogo que já é pesado, aumentará. É preciso que cada vez mais nos tornemos esclarecidos acerca disso.
Não podemos perder esta oportunidade de nos desenvolvermos por conta de intrigas políticas, seria um absurdo. É preciso compreensão e esclarecimento acerca de nossos potenciais; nos dias atuais, nossas commodities/riquezas que a princípio têm donos, mas nem todas são particulares. Há aquelas que pertencem ao governo e que, são elas, governamentais ou privadas, que movimentam nossa economia, nosso sustento, pois é a cadeia econômico-produtiva do estado.
Com a chegada mais intensa do desenvolvimento, haja vista uma Ásia sedenta por commodities, compreendermos e querermos sustentabilidade é importante. O Porto Sul precisa sair, há interesses contrários para que o projeto não ocorra. Mas o fato é que, não saindo, como ficará o escoamento das produções do oeste e sudoeste?
Soluções plausíveis seriam: Ir para Goiás e ser transportado pela Norte Sul, que iria para SP, CE, MA ou então iria para PE, para ser transportado por Suape. Ah, mas pode ir pelo Porto de Aratu. Ah, tá, o Porto de Aratu nem as frutas do norte recebe completamente, metade disso sai via PE, haja vista as exportações do Recôncavo e da Região Metropolitana. São coisas que precisamos pensar e atentarmos para interesses políticos que nem sempre objetivam o desenvolvimento do estado, mas por trás, há grupos diversos que pretendem outras soluções. Estamos, na verdade, sendo vítimas da velha política. Infelizmente.
Vale lembrar que a indústria de construção de estaleiros foi retomada no estado. Em São Roque e Paraguaçu estão sendo construídas as plataformas P59 e P60 para a Petrobras e o Porto de Aratu não poderia comportar toda a produção do estado. Teríamos mais um Porto de Santos, com filas enormes de caminhões e vagões de trens para serem descarregados. O que seria sugerido, claro, transportar parte disto para outros estados. É preciso pensar com mais atenção a Bahia que queremos e vermos se os interesses contemplam empregos e geração de renda para o estado ou se são interesses de grupos oligárquicos, melhor dizendo, políticos. Se estes, esta Bahia que querem é completamente dispensável.
Governo arreganha as fronteiras para as armas e para as drogas, mas vai lançar campanha do desarmamento amanhã
Campanha do desarmamento será lançada nesta sexta no Rio.
O Palácio da Cidade, sede da Prefeitura do Rio de Janeiro, foi o local escolhido pelo Ministério da Justiça para o lançamento da nova edição da campanha nacional do desarmamento, chamada de “Tire uma arma do futuro do Brasil”. O ato de lançamento está marcado para as 10h, com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Agora leiam esta outra notícia:
Cortes de gastos paralisam patrulhamento da PF nos rios
Cortes de gastos estão paralisando os barcos da Polícia Federal responsáveis pelo patrulhamento dos rios que ficam em rotas de entrada de armas e drogas no país. Os cortes no Orçamento do governo têm afetado diversas ações nas fronteiras. Em Foz do Iguaçu (PR), na fronteira com Paraguai e Argentina, a Delegacia de Polícia Marítima está trabalhando com um regime de cotas de combustível que reduziu à metade, em relação ao fim de 2010, as operações de patrulhamento com 20 lanchas, segundo policiais ouvidos pela reportagem. O rio Paraná e o lago de Itaipu são considerados zonas críticas.
AGORA EU PERGUNTO:
SERÁ TAMBÉM QUE A CULPA DESSA POUCA VERGONHA, DAS POLÍCIAS DESAPARELHADAS, DO SUCATEAMENTO NA SAÚDE E EDUCAÇÃO TAMBÉM É CULPA DOS AMBIENTALISTAS? QUANTO A OUTRA VIÁGEM DE QUE A PROVÁVEL UNIÃO DO psdb/dem/pv SÓ MESMO EM ALGUMAS CABECINHAS VAZIAS, CRUZ CREDO COMO AINDA TEM GENTE INOCENTE ÚTIL NESSE MUNDO, DEVO LEMBRAR AOS DISTINTOS E DISTINTAS QUE NAS TRES LEGENDAS CITADAS FICARAM APENAS UNS GATOS PIGADOS E SEM FOLEGO POIS SE MANDARAM TODOS PRO psd DO Oto Alencar E Kassab, A VERDADE VERDADEIRA MESMO É QUE O pt NÃO GOSTA DE INVESTIR UM TOSTÃO EM NADA, SUA GRANDE MARCA É DESVIAR MUITA GRANA PRA SI PRÓPRIO E TORRAR O RESTO EM PROPAGANDA ENGANOSA
O estado vai ser o 3º ou 4º transportador de ferro? disse tudo, transportar ferro para a china para gerar empregos na industria, gostaria que publicassem o que especificamente trará de benefícios para o sul da Bahia. Não transportará nenhum produto, os empregos serão temporários e apenas na implantação da obra, sub-empregos, depois virão os especialistas. Aí só se lê dizendo que é bom para o Sul da Bahia, em que?