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PRIMEIRO DE MAIO DE 2011: DATA PARA COMEMORAR, E PARA AVANÇAR

Mais um Primeiro de Maio é comemorado pelos trabalhadores e pelas trabalhadoras brasileiras, o nono sob a égide de um governo petista, vale dizer, de um governo de trabalhadores.

Diferentemente de um passado onde a elite revezou-se no poder, com intermitentes e terríveis períodos de supressão da democracia, os trabalhadores e trabalhadoras, desde 2003, paulatinamente vão tendo o que comemorar nesta data, em nosso país.

A felicidade da massa trabalhadora, no que pese a importância de um governo comprometido com suas lutas históricas, como foi o governo Lula, e, agora, também é o governo Dilma, deve-se, também, e em larga escala, como bem reconhece a mais recente resolução do Diretório Nacional do PT, à capacidade de organização, mobilização e formulação dos trabalhadores, através do movimento sindical.

É forçoso reconhecer, porém, que essa luta encontra mais condições de sucesso devido ao compromisso crescente do governo brasileiro com o povo trabalhador do campo e da cidade. Tal compromisso revela-se, de um lado, no reconhecimento das instâncias maiores de organização dos trabalhadores: as centrais sindicais.

Mas, também, nos 15 milhões de empregos formais, nos aumentos reais de salários em mais de 90% das categorias profissionais e na valorização permanente do salário mínimo. São estas algumas das vitórias desse período.

Entretanto, há muita conquista a ser alcançada, ainda, pelos trabalhadores brasileiros. Como bem enfatiza o PT, ao qual orgulhosamente pertenço desde sua fundação, é preciso obter, ainda, a redução da jornada de trabalho sem redução de salários, e ver vitoriosa a luta pelo trabalho decente e contra as práticas anti-sindicais e da organização nos locais de trabalho.

“São bandeiras que todos nós devemos abraçar como instrumentos que podem melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro”, destaca a resolução do Diretório Nacional petista, com a qual concordo inteiramente.

Por isto, conclamo a todos os trabalhadores e trabalhadoras da Bahia e do Brasil a cerrarem fileiras conosco, com o PT, com a CUT, com o governo Jacques Wagner, com o governo Dilma Roussef, para que possamos continuar nessa marcha vitoriosa, onde o povo trabalhador é cada vez mais protagonista de sua própria história, e da história da Bahia e do Brasil.
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Salve o 1º de Maio
Salve os trabalhadores e as trabalhadoras do Brasil
Josias Gomes – Deputado federal

1 resposta para “PRIMEIRO DE MAIO DE 2011: DATA PARA COMEMORAR, E PARA AVANÇAR”

  • Valeria Gouveia says:

    Salve o PT, Jacques Wagner e o deputado mensaleiro! O Sr. Governador congelou o salário dos professores até 2015, mas tem dinheiro p/gastar à vontade com aqueles que vivem às custas daqueles que realmente trabalham e pagam impostos! Porque não congelou o próprio salário e do mesmo não pagou as contas do MST?

    sexta-feira, 15 de abril de 2011
    Carne e mais carne para o MST…

    … assim o PT mitiga a fome da fera!

    A Agência A Tarde informa que o governo da Bahia está fornecendo 600 kg de carne por dia, além de verduras para 3.000 sem-terra que invadiram a Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária, em Salvador.
    Só com a carne, o gasto diário é de cerca de R$ 6 mil, considerando o quilo do produto de segunda a R$ 10. Além disso, foram oferecidos aos invasores banheiros químicos, chuveiros improvisados e toldos – tudo pago com dinheiro público.
    No acampamento no pátio da Secretaria, militantes do MST
    reparavam carne de sol em um varal improvisado
    Enquanto era tratado com cortesia na capital, o MST invadia em Juazeiro, a 500 km de Salvador, a Fazenda Lastro, completando 40 propriedades rurais ocupadas, só na Bahia, desde o início do Abril Vermelho.
    O líder do governo na Assembléia, Zé Netto (PT), explica: O MST é importante, não é nosso adversário, não pode ser tratado com violência.
    Bem alimentados, os integrantes do MST só pretendem deixar o prédio da secretaria quando tiverem do governo baiano a garantia de que suas 15 reivindicações serão atendidas.
    O clima de camaradagem entre os sem-terra e a Secretaria de Agricultura se mantém após uma semana de ocupação.
    Reinaldo Azevedo comentou:
    “Huuummm… Isso não poderia render uma acusação formal de prevaricação contra o governador? Sua obrigação é tirar os sem-terra de um órgão que pertence ao estado, não ao PT. Do mesmo modo, a carne que está alimentando os promotores de uma ilegalidade é comprada com dinheiro público.
    Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo

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