Após os tratores detonarem as barracas de praia de Salvador e começarem a assombrar as de Lauro de Freitas, eis que o pânico já se aproxima do litoral-sul da Bahia. Membros do Patrimônio da União já avaliam fazer valer a Lei Federal que ordena o uso dos terrenos de propriedade da Marinha no município de Ilhéus e autorizar a derrubada das cabanas na principal cidade turística da Região Cacaueira.
Por enquanto, a União não oficializou a demolição, mas informações que chegaram ao Teia de Notícias dão conta de que a derrubada na Terra da Gabriela é uma questão de tempo. Espera-se que as máquinas retroescavadeiras coloquem abaixo centenas de cabanas, que vão desde o início das Praias do Sul até a paradisíaca Olivença.
O que mais preocupa os barraqueiros é que a Prefeitura de Ilhéus ainda não sinalizou sequer a elaboração de um projeto para reaver a situação pós-derrubada.
Tanto faz, essas “barracas”, melhor dizer barracões, só servem para lesar o turista e até mesmo os nativos. Se ao menos oferecessem estrutura como as de Porto Seguro seria algo para ser pensado, pois ali sim são muito mais que barracas, são complexos de lazer.
Falando em Porto Seguro, então a regra se aplicaria naquela cidade também? Queria saber isso, pois enquanto as de Ilhéus não me fariam falta, as de Porto Seguro fariam e muito. 😀
Quantos empregos serão ceifados? O quanto será impactante na economia da região? O leitor Anderson, com certeza não visitou as praias de Salvador após a retirada das barracas, pois está uma situação deplorável, de sujeira e insegurança.A retirada da barraca implica em ter um projeto sólido, honesto e principalmente inteligente.
Ilhéus é uma cidade linda com vocação turística. Retirar todas as barracas de praia é um contra-senso. Algumas ( poucas, é verdade ) tem muita qualidade com excelentes instalaçoes. O que se faz necessário é uma regulamentação e qualificação para que o turista tenha opções de lazer com equipamentos de padrão respeitavel. Infelizmente em nosso Brasil as coisas são “oito ou oitenta”.
Que as barracas estão em local impróprio não se discute (de Salvador, Ilhéus ou Porto Seguro, inclusive.) mas a simples retirada de pequenos comerciantes que ao longo de muitos anos vem cumprindo uma função social dignamente, é pura truculência, até porque os representantes do poder público fizeram “vista grossa” por tantos anos e agora querem dar uma de paladinos da justiça. Garanto que muitos desses juizes e procuradores que tomaram essa decisão frequentaram alegremente essas mesmas barracas anos a fio, sem nunca se preocupar com os aspectos legais e ambientais das mesmas.
Tanto faz, essas “barracas”, melhor dizer barracões, só servem para lesar o turista e até mesmo os nativos. Se ao menos oferecessem estrutura como as de Porto Seguro seria algo para ser pensado, pois ali sim são muito mais que barracas, são complexos de lazer.
Falando em Porto Seguro, então a regra se aplicaria naquela cidade também? Queria saber isso, pois enquanto as de Ilhéus não me fariam falta, as de Porto Seguro fariam e muito. 😀
Quantos empregos serão ceifados? O quanto será impactante na economia da região? O leitor Anderson, com certeza não visitou as praias de Salvador após a retirada das barracas, pois está uma situação deplorável, de sujeira e insegurança.A retirada da barraca implica em ter um projeto sólido, honesto e principalmente inteligente.
Ilhéus é uma cidade linda com vocação turística. Retirar todas as barracas de praia é um contra-senso. Algumas ( poucas, é verdade ) tem muita qualidade com excelentes instalaçoes. O que se faz necessário é uma regulamentação e qualificação para que o turista tenha opções de lazer com equipamentos de padrão respeitavel. Infelizmente em nosso Brasil as coisas são “oito ou oitenta”.
Que as barracas estão em local impróprio não se discute (de Salvador, Ilhéus ou Porto Seguro, inclusive.) mas a simples retirada de pequenos comerciantes que ao longo de muitos anos vem cumprindo uma função social dignamente, é pura truculência, até porque os representantes do poder público fizeram “vista grossa” por tantos anos e agora querem dar uma de paladinos da justiça. Garanto que muitos desses juizes e procuradores que tomaram essa decisão frequentaram alegremente essas mesmas barracas anos a fio, sem nunca se preocupar com os aspectos legais e ambientais das mesmas.