Com a evolução e o aprofundamento dos estudos ambientais, o Governo da Bahia decidiu alterar o local onde será implantado o Complexo Portuário e de Serviços Porto Sul. . Em decreto que será publicado nesta terça-feira (12) no Diário Oficial, o Estado declara de utilidade pública uma área de 48.333.024,72 m2 (4.830 hectares), na margem esquerda da BA-001 (sentido Ilhéus – Itacaré), na localidade de Aritaguá, em Ilhéus. . Mantendo uma diretriz do Governo de promover o desenvolvimento com sustentabilidade e atendendo a uma orientação do IBAMA, a administração estadual optou por redirecionar os estudos para a nova área. . Dentre os motivos determinantes para a mudança da localidade destinada ao projeto estão a ausência de corais e recifes no trecho de mar em frente à nova área escolhida e de fragmentos em processo de regeneração de Mata Atlântica, bem como menor complexidade de fauna. . “Depois do aprofundamento dos estudos, foi possível ter elementos mais apurados para uma reavaliação da área, e mesmo encarecendo o projeto, fizemos a opção por conta de uma melhor solução ambiental”, afirmou a secretária da Casa Civil, Eva Chiavon.
Ainda de acordo com ela, o Governo da Bahia tem uma postura de compromisso com as instituições e com a autonomia das instâncias que regulam a concessão de licenças ambientais. . “O Governo da Bahia tem tido preocupação com as questões ambientais e essa solução é resultado de grandes debates das áreas técnicas”, disse Chiavon.
A mudança de local foi uma vitoria de todos aqueles que lutam contra esta aberração que é este Complexo Intermodal. Uma vitória a bem da verdade parcial, mais que incentiva a continuar lutando para extinguir de vez projeto. A luta continua, agora vamos tirar de Aritagua.
Eu sou uma das vítimas desta catástrofe ambiental, pois possuo uma área de 41 hc no local de desapropriação na localidade de carobeira.Nós agricultores somos permanentes ficais do Ibama e protetores da mata atlântica. Eu dependo financeiramente desta área assim como todos os proprietários e moradores dos distritos vizinhos pois todos eles dependem destas fazendas. A Bahia Mineração a princípio visitou as fazendas e propôs a exploração de pedras na condição dos proprietários continuarem com sua áreas. acontece que com os estudos dos biólogos cresceu a ambição da Bahia Mineração e mudaram de idéia junto com o governo e hoje querem a desapropiação de tôda a área. Porque o governo recuou da Ponta da Tulha? todos nós sabemos que eles deram de cara com proprietários fortes e renomados com visão futura de investimentos até Itacaré. A Ponta de Tulha não tem a dimensão da reserva ecológica além de ser terra 90% nua e com a população bem menor da área de Aritaguá, Carobeira, Urucutuca, Valão, Tariri além de de que á área do objetivo da ganância ser 90% lavoura de cacau. Outra coisa o projeto ficará bem mais caro, mas como quem paga é o povo, tudo está bom pra ganância dos interessados. Porque não construir esta mina de dinheiro na praia do sul que inclusive a população é bem menor e o cultivo se baseia na piaçava e com pouca plantação de cacau e muito mais terra nua?. Eu estou em depressão pois sustento mulher e 05 filhos com a renda unicamente da minha propriedade como todos os outros proprietários. Como sobreviverá os proprietários de pequenas terras com inúmeros herdeiros após a partilha da mincharia dada pelo governo, sem dúvida irão aumentar a prostituição e drogas na cidade. A ambição é tão grande por parte dos interessados que não foi feito estudos sobre o futuros de todos nós. Lula colocou energia para todos nós e de repente aparece estes grupos de gananciosos liderados pelo governo do estado trazendo como presente o nossa miséria. Vamos lutar. Contem comigo, Jorge Eduardo, fone 07188371540, espero contato para unirmos. Abraços.
A mudança de local foi uma vitoria de todos aqueles que lutam contra esta aberração que é este Complexo Intermodal. Uma vitória a bem da verdade parcial, mais que incentiva a continuar lutando para extinguir de vez projeto. A luta continua, agora vamos tirar de Aritagua.
Eu sou uma das vítimas desta catástrofe ambiental, pois possuo uma área de 41 hc no local de desapropriação na localidade de carobeira.Nós agricultores somos permanentes ficais do Ibama e protetores da mata atlântica. Eu dependo financeiramente desta área assim como todos os proprietários e moradores dos distritos vizinhos pois todos eles dependem destas fazendas. A Bahia Mineração a princípio visitou as fazendas e propôs a exploração de pedras na condição dos proprietários continuarem com sua áreas. acontece que com os estudos dos biólogos cresceu a ambição da Bahia Mineração e mudaram de idéia junto com o governo e hoje querem a desapropiação de tôda a área. Porque o governo recuou da Ponta da Tulha? todos nós sabemos que eles deram de cara com proprietários fortes e renomados com visão futura de investimentos até Itacaré. A Ponta de Tulha não tem a dimensão da reserva ecológica além de ser terra 90% nua e com a população bem menor da área de Aritaguá, Carobeira, Urucutuca, Valão, Tariri além de de que á área do objetivo da ganância ser 90% lavoura de cacau. Outra coisa o projeto ficará bem mais caro, mas como quem paga é o povo, tudo está bom pra ganância dos interessados. Porque não construir esta mina de dinheiro na praia do sul que inclusive a população é bem menor e o cultivo se baseia na piaçava e com pouca plantação de cacau e muito mais terra nua?. Eu estou em depressão pois sustento mulher e 05 filhos com a renda unicamente da minha propriedade como todos os outros proprietários. Como sobreviverá os proprietários de pequenas terras com inúmeros herdeiros após a partilha da mincharia dada pelo governo, sem dúvida irão aumentar a prostituição e drogas na cidade. A ambição é tão grande por parte dos interessados que não foi feito estudos sobre o futuros de todos nós. Lula colocou energia para todos nós e de repente aparece estes grupos de gananciosos liderados pelo governo do estado trazendo como presente o nossa miséria. Vamos lutar. Contem comigo, Jorge Eduardo, fone 07188371540, espero contato para unirmos. Abraços.
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