GOVERNADOR JAQUES WAGNER LAMENTA MORTE DE JOSÉ ALENCAR
Em nota oficial de pesar, o governador Jaques Wagner lamentou a morte, na tarde desta terça-feira (29), do ex vice-presidente José Alencar.
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“O Brasil e os brasileiros perdem um exemplo de vida como ser humano, empresário e político. O ex vice-presidente José Alencar sempre se movimentou por causas nobres, de forma digna, com caráter, humildade e coragem para enfrentar as dificuldades. Espero que todos se mirem no exemplo de vida pública que nos legou este saudoso homem”, destaca a nota.


































(TRANSCRITO DO BLOG PIMENTA NA MUQUECA)
Paulo do Pontalzinho disse:
29 29UTC março às 23:35
José de Alencar foi apenas e tão somente um empresário coerente e um político oportunista.
Coerente pq defendeu o tempo todo a bandeira capitalista dos grandes empresários, tais como a redução dos juros, o fim do FGTS, do 13º salário e uma ampla reforma na CLT; e oportunista na medida em que suas empresas têxteis venceram milionárias concorrências públicas que lhe renderam alguns milhões de reais, entre elas a fabricação dos fardamentos das forças armadas brasileiras.
O resto foi sofrimento por causa da sua enfermidade e otimismo produzido pelo tratamento vip do “Hospital Sírio e Libanês”.
Nós mortais ficamos com o SUS… cujo cardápio é dor, descaso e, como não podia deixar de ter… sofrimento.
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“UM COMENTÁRIO COERENTE, SEM O PECULIAR CINISMO E A HIPOCRISIA DA MAIORIA DOS BRASILEIRO, PARABENS Paulo, AINDA BEM QUE NEM TUDO TÁ PERDIDO NESSE PAÍS.”
Gilberto
CORREÇÃO:
“UM COMENTÁRIO COERENTE, SEM O PECULIAR CINISMO E A HIPOCRISIA DA MAIORIA DOS BRASILEIROS, PARABÉNS Paulo, AINDA BEM QUE NEM TUDO TÁ PERDIDO NESSE PAÍS.”
Gilberto
A história do ‘acordo criminoso’ da
chapa Lula/José Alencar em 2002
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A revelação dos detalhes da negociação entre o Partido dos Trabalhadores e o Partido Liberal para acertar a chapa Lula/José Alencar que disputaria a Presidência da República em 2002 constituiu um dos episódios mais graves da era Lula. Não teve a repercussão merecida. A verdade é que não houve entendimento político em torno de propostas para o País, nem tampouco o debate sobre um programa de governo. Tratou-se de dinheiro, apenas. De quanto o PT repassaria para o PL, a fim de obter apoio do partido ao qual era filiado o homem que Lula desejava como seu vice-presidente.
Ao denunciar o escândalo do mensalão, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, qualificou a aliança eleitoral entre PT e PL de “acordo criminoso”. Ele acusou o deputado cassado José Dirceu (PT-SP) e os presidentes nacionais das duas legendas, deputado José Genoino (PT-SP) e o na época ex-deputado Valdemar Costa Neto (PL-SP), que havia renunciado para se livrar de eventual cassação do mandato por quebra de decoro. Mas deixou de fora Lula (PT-SP) e José Alencar (PL-MG). Trecho da denúncia encaminhada ao STF (Supremo Tribunal Federal), na qual o procurador-geral abordou as operações de lavagem de dinheiro com as quais o PT pagou o PL:
“O RESTO TODO MUNDO JÁ SABE, Lula ORDENOU QUE OS ENVOLVIDOS NO MENSALÃO RENUNCIASSEM E ASSIM OS FIZERAM E ESTÃO TODOS AÍ, E COMANDANDO AS PRINCIPAIS COMISSÕES DA CÂMARA E DO SENADO, E O VICE José Alencar SE JUNTOU AO GRUPO DA UNIVERSAL/RECORD E FUNDARAM O PRB SOB O COMANDO DE Edir Macedo e Marcelo Crivella”