uhauhauhauhauauhauhahuuauahuahuahuha. Esse Matheus é uma figuraçaaaaaaaaaaaaaa.
Essa é a famosa foto que o fantástico ameaçou divulgar do Adriano como a grande bomba, mas, que depois de pesquisada e checada, acabou não indo ao ar.
O melhor e o pior de nós mesmos quando famosos ficamos.
Por: “Gato Comeu!”
Desde que o mundo é mundo, as pessoas precisam referendar-se no tempo e no espaço em que vivem. Para isso, seus referenciais passeiam pelas formações culturais, ideológicas e políticas que constroem seu repertório.
Atualmente e mais do que nunca, muitos desses referenciais são construídos pela própria mídia, frente à todos aqueles que, diante de um talento especial, ganham um espaço privilegiado na nossas telas, nas nossas vidas.
É assim que acontece com os atores, escritores, intelectuais, músicos, artistas, esportistas em geral, etc., etc., etc.
O caso do jogador de futebol Adriano beira um pouco o melhor e o pior de nós mesmos, potencializado por essa magnífica máquina de fazer doidos que é a própria televisão.
Quando o atual técnico da Seleção Brasileira divulgou a lista de jogadores convocados para a Copa do Mundo, foi natural a reação de que a decisão de deixar o Adriano de fora foi a mais acertada. Adriano é um jogador que, de uma ponta a outra, distoa na forma como administra sua vida pessoal e sua vida profissional.
E justamente por essas distorções, a história do jogador causa tanto frissom.
Muitos defendem a ideia de que mesmo um jogador de futebol famoso tem todo o direito de ter sua vida pessoal do jeito e da forma que quiser.
Contudo, não esquecendo que a vida pública serve como referência para as milhares de pessoas comuns que estão por aí, ser ou não ser famoso é uma escolha. Ser famoso significa estar entre os “mais mais” e de um famoso se espera um comportamento exemplar.
O caso do jogador Adriano é bastante categórico justamente por ter ele o brilho de uma pessoa comum que conseguiu chegar no auge do sucesso mas que, do alto de seus milhões e do seu talento, está com os valores bastante truncados e deturpados dentro de si.
A história mais recente que dá conta de que o jogador foi fotografado com uma arma (ainda que de brinquedo) e fazendo gestos que lembram as letras “C” e V”, que são a sigla do “Comando Vermelho” transcende a mera discussão de que famoso tem o direito de ser o que quiser.
O caso em questão chega a ser pior do que a jogador Ronaldo quando foi chantageado por um travesti. A vida sexual de cada pessoa é um problema particular dessa pessoa.
Mas, referências que são, o que o jogador Adriano propõe é que tudo vale a pena desde que não haja o envolvimento direto. Contudo, assoma-se à personalidade do jogador o fato de que tudo na sua vida sempre foi muito intenso e com muita entrega. Evidencia-se isso na forma como conduz sua carreira e como à ela se dedica e também pela forma com que lida com os próprios sentimentos e os relacionamentos conjugais. Aliás, em se tratando de relacionamento conjugal, diga-se de passagem foi ele o famoso jogador que fez-se protagonizar a “engraçada” história da mulher raivosa que não aceita que o marido chegue tarde em casa sem uma boa desculpa.
A perceber, então, toda essa intensidade com que lida com seus sentimentos, suas intranquilidades, seria superficial essa possível relação do jogador com o tráfico de drogas? Essa relação estaria resumida somente ao fato de que alguns “amigos do morro” o convidaram?
Francamente, nossas referências não precisam ser essas, nem assim. É importante que o jogador se explique sobre as circunstâncias em que essas fotos foram feitas, até para que, de fato e de direito, assumindo para si o papel de referência que é para todos os jovens que sonham em vencer na vida jogando futebol, se desconstrua essa falsa máxima que famoso pode tudo. Não pode! E não pode justamente por ser famoso.
A organização social dos homens é implacável em relação a isso. Não defende-se aqui a tese de que a vida de alguém talentoso não os pertence, mas, a partir do momento em que a mídia constrói a imagem desse alguém famoso, cabe também à ela repercutir as incoerências e as contradições que desenham a história desse alguém, justamente para que não haja a falsa crença de que “o Adriano pode, porque tem muito dinheiro!”.
E é assim, a partir da construção e reconstrução de nossas referências, que uma celebridade como o jogador Adriano conhece o melhor e o pior dos seres humamos. Consumidores da vida alheia que são os reles normais que estão por aí, deve-se pensar duas vezes antes de sair por aí com uma arma em punho.
uhauhauhauhauauhauhahuuauahuahuahuha. Esse Matheus é uma figuraçaaaaaaaaaaaaaa.
Essa é a famosa foto que o fantástico ameaçou divulgar do Adriano como a grande bomba, mas, que depois de pesquisada e checada, acabou não indo ao ar.
Arma de paint-ball.
O melhor e o pior de nós mesmos quando famosos ficamos.
Por: “Gato Comeu!”
Desde que o mundo é mundo, as pessoas precisam referendar-se no tempo e no espaço em que vivem. Para isso, seus referenciais passeiam pelas formações culturais, ideológicas e políticas que constroem seu repertório.
Atualmente e mais do que nunca, muitos desses referenciais são construídos pela própria mídia, frente à todos aqueles que, diante de um talento especial, ganham um espaço privilegiado na nossas telas, nas nossas vidas.
É assim que acontece com os atores, escritores, intelectuais, músicos, artistas, esportistas em geral, etc., etc., etc.
O caso do jogador de futebol Adriano beira um pouco o melhor e o pior de nós mesmos, potencializado por essa magnífica máquina de fazer doidos que é a própria televisão.
Quando o atual técnico da Seleção Brasileira divulgou a lista de jogadores convocados para a Copa do Mundo, foi natural a reação de que a decisão de deixar o Adriano de fora foi a mais acertada. Adriano é um jogador que, de uma ponta a outra, distoa na forma como administra sua vida pessoal e sua vida profissional.
E justamente por essas distorções, a história do jogador causa tanto frissom.
Muitos defendem a ideia de que mesmo um jogador de futebol famoso tem todo o direito de ter sua vida pessoal do jeito e da forma que quiser.
Contudo, não esquecendo que a vida pública serve como referência para as milhares de pessoas comuns que estão por aí, ser ou não ser famoso é uma escolha. Ser famoso significa estar entre os “mais mais” e de um famoso se espera um comportamento exemplar.
O caso do jogador Adriano é bastante categórico justamente por ter ele o brilho de uma pessoa comum que conseguiu chegar no auge do sucesso mas que, do alto de seus milhões e do seu talento, está com os valores bastante truncados e deturpados dentro de si.
A história mais recente que dá conta de que o jogador foi fotografado com uma arma (ainda que de brinquedo) e fazendo gestos que lembram as letras “C” e V”, que são a sigla do “Comando Vermelho” transcende a mera discussão de que famoso tem o direito de ser o que quiser.
O caso em questão chega a ser pior do que a jogador Ronaldo quando foi chantageado por um travesti. A vida sexual de cada pessoa é um problema particular dessa pessoa.
Mas, referências que são, o que o jogador Adriano propõe é que tudo vale a pena desde que não haja o envolvimento direto. Contudo, assoma-se à personalidade do jogador o fato de que tudo na sua vida sempre foi muito intenso e com muita entrega. Evidencia-se isso na forma como conduz sua carreira e como à ela se dedica e também pela forma com que lida com os próprios sentimentos e os relacionamentos conjugais. Aliás, em se tratando de relacionamento conjugal, diga-se de passagem foi ele o famoso jogador que fez-se protagonizar a “engraçada” história da mulher raivosa que não aceita que o marido chegue tarde em casa sem uma boa desculpa.
A perceber, então, toda essa intensidade com que lida com seus sentimentos, suas intranquilidades, seria superficial essa possível relação do jogador com o tráfico de drogas? Essa relação estaria resumida somente ao fato de que alguns “amigos do morro” o convidaram?
Francamente, nossas referências não precisam ser essas, nem assim. É importante que o jogador se explique sobre as circunstâncias em que essas fotos foram feitas, até para que, de fato e de direito, assumindo para si o papel de referência que é para todos os jovens que sonham em vencer na vida jogando futebol, se desconstrua essa falsa máxima que famoso pode tudo. Não pode! E não pode justamente por ser famoso.
A organização social dos homens é implacável em relação a isso. Não defende-se aqui a tese de que a vida de alguém talentoso não os pertence, mas, a partir do momento em que a mídia constrói a imagem desse alguém famoso, cabe também à ela repercutir as incoerências e as contradições que desenham a história desse alguém, justamente para que não haja a falsa crença de que “o Adriano pode, porque tem muito dinheiro!”.
E é assim, a partir da construção e reconstrução de nossas referências, que uma celebridade como o jogador Adriano conhece o melhor e o pior dos seres humamos. Consumidores da vida alheia que são os reles normais que estão por aí, deve-se pensar duas vezes antes de sair por aí com uma arma em punho.
E tenho dito!