REITOR DA UESC QUER MOBILIZAÇÃO POR MAIS UNIVERSIDADES FEDERAIS NA BAHIA
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O reitor da Uesc, Joaquim Bastos, afirma que o número de vagas oferecidas no ensino superior da Bahia ainda é muito pequeno, e nem de longe atende à demanda de estudantes que tentam entrar anualmente nas universidades e faculdades do estado.
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“Por isso, entendo que a Bahia, que dispõe de apenas uma universidade federal (a UFBa), já comporta outras quatro ou cinco, isto não só em função do tamanho do seu território, mas também pelo aspecto populacional”, opina Bastos.
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Ele fez a declaração quando falava para empresários, profissionais liberais e formadores de opinião durante a 13ª edição do Fórum de Líderes Empresariais de Itabuna, promovida pela Associação Comercial do município e realizada na tarde desta sexta-feira (07), no Hotel Tarik Plaza.
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O reitor defende a criação de novas universidades federais baseado em dados que colocam as instituições de caráter privado na liderança absoluta do ensino de nível superior. Hoje, essas escolas detêm 90 por cento das vagas para universitários em todo o País.
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“Sobram apenas 10 por cento das vagas para as universidades públicas, sejam federais, municipais ou estaduais, o que é uma flagrante disparidade, num País de baixo padrão de renda”, observa.
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Em 2009, por exemplo, foram disponibilizadas 139 mil vagas para o ensino superior na Bahia. As faculdades particulares absorveram sozinhas 113 mil vagas, sobrando uma reduzida fatia de 26 mil alunos para as universidades estaduais.
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Joaquim Bastos alertou para a necessidade de uma ampla mobilização da sociedade regional para pressionar o governo a implantar uma universidade federal no sul da Bahia, onde a Uesc atua como única instituição de ensino superior do setor público.


































