A assessoria do deputado Geraldo Simões (PT), enviou um e-mail para este blogueiro informando que o mesmo não teve nenhuma participação na decisão do Instituto de Gestão das Águas (Ingá) em negar autorização para que a prefeitura cobrisse o canal da Avenida Amélia Amado. ( Veja aqui para entender). .
Segundo a assessoria, a negativa da outorga – decisão do órgão gestor das águas na Bahia está amparada nas políticas e nas leis estadual e federal de Recursos Hídricos, que determina que ações e intervenções que possam afetar a quantidade, qualidade e regime das águas superficiais e subterrâneas estão sujeitos à prévia outorga de direito de uso dos recursos hídricos. .
A cobertura de rios, córregos e canais também está em desacordo com Instrução Normativa 11/09 do INGÁ, que determina que “só é permitida intervenção em corpo d’água para melhoria da drenagem desde que não seja adotado revestimento impermeabilizante; e que sejam adotados canais em seção aberta e manutenção do leito natural”.
Tá vendo, João Matheus, o que dar ficar postando comentários a pedido de gente da PMI.
Essa Faculdade onde esses Engenheiros Ambientais da PMI se formaram não deve ser reconhecida pelo MEC.
Não adianta tentar denegrir a imagem de Geraldo, pois o povo grapiúna sabe com certeza quem é ele, certamente pelo povo conhecê-lo, ele estourará urnas.
Inclusive, em seu lugar blogueiro, procurava expor em seu blog a vergonha o abandono em que essa cidade se encontra.
Parece que não há prefeito em Itabuna.
Ah! Antes que eu esqueça de dizer, as pessoas que hoje tentam denegrir a imagem de G S só não pode ter a cara de pau de após ele estourar urnas, querer se aproximar. Por que ai amiguinho é ser muito cara de pau.
Tá vendo, João Matheus, o que dar ficar postando comentários a pedido de gente da PMI?.
Essa Faculdade onde esses Engenheiros Ambientais da PMI se formaram não deve ser reconhecida pelo MEC.
Não adianta tentar denegrir a imagem de Geraldo, pois o povo grapiúna sabe com certeza quem é ele, certamente pelo povo conhecê-lo, ele estourará urnas.
Inclusive, em seu lugar blogueiro, procurava expor em seu blog a vergonha o abandono em que essa cidade se encontra.
Parece que não há prefeito em Itabuna.
Ah! Antes que eu esqueça de dizer, as pessoas que hoje tentam denegrir a imagem de G S só não pode ter a cara de pau de após ele estourar urnas, querer se aproximar. Por que ai amiguinho é ser muito cara de pau.
O tal defende o INGÁ !!!
Pergunto: O que aconteceu no caso de Salvador quando o INGÁ não se intrometeu na cobertura do canal da centenário e depois que João Henrique saiu da tropa de Wagner o INGÁ que parar as obras da cobertura do canal do Imbuí?
Ora.. sr. “Muito Bem” … você acredita em papai noel também?
A assessoria ou o proprio deputado demoraram a dar esta nota.
A questão ao que vejo não é culpar o deputado pelo embargo do Ingá, mas cobrar dele um posicionamento sobre o assunto, pois o que fica para nós eleitores é a nítida impressão de que o deputado torce contra a obra, isto é fato.
Porque então ele não faz como o próprio governador que é de seu partido e procura trazer obras para nossa cidade? Seu mandato vai passar e nenhuma marca será deixada. E a pecha de que ele não tem obras vai se consolidando ainda mais.
Quanto ao canal, acho que o Ingá está sendo político. Qualquer Itabunense sabe que aquela obra é muito importante para nossa cidade, pois além de ser um esgoto a céu aberto hoje é uma FAVELA, herança de Fernando Gomes e Jorge Tomate.
Um comentário sobre a votação da emenda Ibsen e a postura dos deputados Geraldo e Emiliano.
Quando houve toda aquela discussão de que o Rio não queria dar nada do pré-sal, o NE se articulou, foi lá e buscou a partilha dele e, por tabela, dos demais entes da Federação.
O Ibsen deixou claro que o RS não foi ouvido, bem como os demais estados. Então, ele foi lá e se fez ouvir. Quando se trata de assuntos nacionais que envolvem a Federação, se não ouvir o NE, SP, Minas e RS, a coisa não rola.
Quando Bahia ou Pernambuco se manifesta, os demais estados do NE vão juntos. Quando o Sul se manifesta, os demais estados do Sul vão juntos.
Quando o Sul pôs fim a politica do café-com-leite, foi o NE quem apoiou Vargas significativamente. O Rio de Janeiro agiu muito mal, analisando dentro de uma perspectiva histórica, ao tratar desse assunto, uma vez que ele não tem história de líderes fluminense de representação nacional.
Politicamente falando, ele não tem história de liderança política nacional, teve Brizola, mas era gaúcho e já havia passado pelo governo do RS. O Rio tem peso por ser a segunda economia e o terceiro eleitorado, mas, nacionalmente falando, não tem liderança nacional.
A liderança do Sudeste ainda pertence a SP e Minas, estes, no entanto, qdo o assunto converge em interesse dos dois, se unem, quando não, cada um defende o seu interesse.
O NE tem divergências, mas nas questões nacionais, todos falam a mesma língua, a chamada solidariedade regional, daí não serem apenas lideranças regionais quando se manifestam, mas falam como lideranças nacionais, porque se unem e tem peso, uma vez que juntos formam o segundo colégio eleitoral em nível de região.
Quando o NE se une com o Sul, unem-se a segunda e a terceira região do país, tanto em questões eleitorais quanto econômicas. Por tabela, o Norte fica com o NE.
O Rio não tem história de articulação politica nacional, talvez seja isso que esteja sendo tão mostrado na maneira de o governador conduzir as coisas, até mesmo o senador já deu declarações desastrosas.
Isso não ajuda em nada as coisas e eles parecem não perceber ou não admitir que não ajuda. Não houve um senador que se manifestasse favorável ao Rio, houve apenas a promessa do Romero Jucá de que a coisa seria equilibrada lá.
Claro que o Senado não irá colocar lenha na fogueira, mas irá pesar muito a necessidade de cada estado. Isso serve para o governo também, pois quando for negociar, deveria ouvir a bancada de cada região. A costura política disso aí foi muito mal feita, a princípio.
Não dá para falar de questões nacionais deixando de fora os outros entes.
A atitude dos dois deputados foi lamentável. O Rio tem todo o direito de defender o direito dele, mas cada estado tem o direito de defender o seu. Espero que eles tenham uma boa explicação para dar ao nosso povo,nossa gente, porque tão atitude nos envergonha. Por outro lado, aqueles que divergem ideologicamente deles, têm todo direito de fazer uso político disso contra eles, pois os interesses da Bahia foi, é e será supra partidário.
Tá vendo, João Matheus, o que dar ficar postando comentários a pedido de gente da PMI.
Essa Faculdade onde esses Engenheiros Ambientais da PMI se formaram não deve ser reconhecida pelo MEC.
Não adianta tentar denegrir a imagem de Geraldo, pois o povo grapiúna sabe com certeza quem é ele, certamente pelo povo conhecê-lo, ele estourará urnas.
Inclusive, em seu lugar blogueiro, procurava expor em seu blog a vergonha o abandono em que essa cidade se encontra.
Parece que não há prefeito em Itabuna.
Ah! Antes que eu esqueça de dizer, as pessoas que hoje tentam denegrir a imagem de G S só não pode ter a cara de pau de após ele estourar urnas, querer se aproximar. Por que ai amiguinho é ser muito cara de pau.
Tá vendo, João Matheus, o que dar ficar postando comentários a pedido de gente da PMI?.
Essa Faculdade onde esses Engenheiros Ambientais da PMI se formaram não deve ser reconhecida pelo MEC.
Não adianta tentar denegrir a imagem de Geraldo, pois o povo grapiúna sabe com certeza quem é ele, certamente pelo povo conhecê-lo, ele estourará urnas.
Inclusive, em seu lugar blogueiro, procurava expor em seu blog a vergonha o abandono em que essa cidade se encontra.
Parece que não há prefeito em Itabuna.
Ah! Antes que eu esqueça de dizer, as pessoas que hoje tentam denegrir a imagem de G S só não pode ter a cara de pau de após ele estourar urnas, querer se aproximar. Por que ai amiguinho é ser muito cara de pau.
O tal defende o INGÁ !!!
Pergunto: O que aconteceu no caso de Salvador quando o INGÁ não se intrometeu na cobertura do canal da centenário e depois que João Henrique saiu da tropa de Wagner o INGÁ que parar as obras da cobertura do canal do Imbuí?
Ora.. sr. “Muito Bem” … você acredita em papai noel também?
A assessoria ou o proprio deputado demoraram a dar esta nota.
A questão ao que vejo não é culpar o deputado pelo embargo do Ingá, mas cobrar dele um posicionamento sobre o assunto, pois o que fica para nós eleitores é a nítida impressão de que o deputado torce contra a obra, isto é fato.
Porque então ele não faz como o próprio governador que é de seu partido e procura trazer obras para nossa cidade? Seu mandato vai passar e nenhuma marca será deixada. E a pecha de que ele não tem obras vai se consolidando ainda mais.
Quanto ao canal, acho que o Ingá está sendo político. Qualquer Itabunense sabe que aquela obra é muito importante para nossa cidade, pois além de ser um esgoto a céu aberto hoje é uma FAVELA, herança de Fernando Gomes e Jorge Tomate.
Um comentário sobre a votação da emenda Ibsen e a postura dos deputados Geraldo e Emiliano.
Quando houve toda aquela discussão de que o Rio não queria dar nada do pré-sal, o NE se articulou, foi lá e buscou a partilha dele e, por tabela, dos demais entes da Federação.
O Ibsen deixou claro que o RS não foi ouvido, bem como os demais estados. Então, ele foi lá e se fez ouvir. Quando se trata de assuntos nacionais que envolvem a Federação, se não ouvir o NE, SP, Minas e RS, a coisa não rola.
Quando Bahia ou Pernambuco se manifesta, os demais estados do NE vão juntos. Quando o Sul se manifesta, os demais estados do Sul vão juntos.
Quando o Sul pôs fim a politica do café-com-leite, foi o NE quem apoiou Vargas significativamente. O Rio de Janeiro agiu muito mal, analisando dentro de uma perspectiva histórica, ao tratar desse assunto, uma vez que ele não tem história de líderes fluminense de representação nacional.
Politicamente falando, ele não tem história de liderança política nacional, teve Brizola, mas era gaúcho e já havia passado pelo governo do RS. O Rio tem peso por ser a segunda economia e o terceiro eleitorado, mas, nacionalmente falando, não tem liderança nacional.
A liderança do Sudeste ainda pertence a SP e Minas, estes, no entanto, qdo o assunto converge em interesse dos dois, se unem, quando não, cada um defende o seu interesse.
O NE tem divergências, mas nas questões nacionais, todos falam a mesma língua, a chamada solidariedade regional, daí não serem apenas lideranças regionais quando se manifestam, mas falam como lideranças nacionais, porque se unem e tem peso, uma vez que juntos formam o segundo colégio eleitoral em nível de região.
Quando o NE se une com o Sul, unem-se a segunda e a terceira região do país, tanto em questões eleitorais quanto econômicas. Por tabela, o Norte fica com o NE.
O Rio não tem história de articulação politica nacional, talvez seja isso que esteja sendo tão mostrado na maneira de o governador conduzir as coisas, até mesmo o senador já deu declarações desastrosas.
Isso não ajuda em nada as coisas e eles parecem não perceber ou não admitir que não ajuda. Não houve um senador que se manifestasse favorável ao Rio, houve apenas a promessa do Romero Jucá de que a coisa seria equilibrada lá.
Claro que o Senado não irá colocar lenha na fogueira, mas irá pesar muito a necessidade de cada estado. Isso serve para o governo também, pois quando for negociar, deveria ouvir a bancada de cada região. A costura política disso aí foi muito mal feita, a princípio.
Não dá para falar de questões nacionais deixando de fora os outros entes.
A atitude dos dois deputados foi lamentável. O Rio tem todo o direito de defender o direito dele, mas cada estado tem o direito de defender o seu. Espero que eles tenham uma boa explicação para dar ao nosso povo,nossa gente, porque tão atitude nos envergonha. Por outro lado, aqueles que divergem ideologicamente deles, têm todo direito de fazer uso político disso contra eles, pois os interesses da Bahia foi, é e será supra partidário.
G. S. é maquiavelíco,ele está por tras disso.Ele não quer que Azevedo acerte na sua administração.