Todos têm conhecimento sobre o estado de beligerância que vive o Estado da Bahia neste momento. Às vésperas do Carnaval, oportunidade de grande movimentação econômica e cultural, que beneficia não somente Salvador, mas, vários municípios do estado, uma parte radicalizada dos policiais militares abandonou a mesa de negociações com o governo estadual e decidiu promover uma das greves mais sangrentas de que se tem notícia na história da Bahia. Uma greve que não atinge apenas o governo, mas, sobretudo, o povo baiano, que vem sofrendo com a ausência da PM das ruas.
Mais de uma centena de mortos já são contabilizados por conta da greve policial. Os bandidos, encorajados pela falta de policiamento, invadem lojas comerciais, atemoriza o povo, transformam Salvador num inferno. Não bastasse a ação dos bandidos, há indícios de que alguns policiais estariam por trás de atos de vandalismo e terror, numa reversão completa do que deveria ser o trabalho desses agentes da sociedade. Não quero acreditar nesta versão, mas, se verdadeira, ao invés de promoverem a paz, esses agentes estariam promovendo na verdade a guerra na cidade.
Considero, neste momento, uma atitude extremamente oportunista, para não dizer criminosa, adotada por certos setores da política baiana, que confundem embate político com apoio à desordem. Não há, neste episódio medonho, espaço para incentivos a um movimento de caráter tão inoportuno quanto o da greve policial no estado. O que o momento exige de todos os homens públicos da Bahia, e do Brasil, é uma condenação explícita e sem espaço para dúvidas ao que vem sendo praticado pelos líderes desse movimento. Todos os homens públicos da Bahia devem cerrar fileiras ao lado do esforço que vem desenvolvendo o governador para por um fim a esse estado de coisas.
É importante lembrar que o governador Jaques Wagner tentou por todos os meios impedir a deflagração do movimento. Vinha negociando normalmente, dentro dos limites fiscais a que estão submetidos todos os estados, com mais de uma representação dos policiais militares. Dentro das limitações impostas pela Lei, ofereceu aumentos e vantagens escalonadas, assumindo um esforço orçamentário enorme, para que a paz fosse preservada no estado e a Polícia Militar da Bahia pudesse contar, volto a enfatizar, dentro dos limites que a lei fiscal possibilita, com perspectivas futuras melhores.
Em meio a essas negociações, uma das entidades representativas da Polícia Militar resolveu então radicalizar o movimento. Hoje a Bahia vive um embate perverso, que não apenas coloca em trincheiras opostas os líderes do movimento e o governo, mas, também, em lados diametralmente opostos, esses mesmos líderes policiais e a população em geral. O povo da Bahia está com medo, e, o pior, é que esse medo não apenas se refere à ação dos bandidos, como já disse, estimulado pela ausência da PM das ruas, mas, medo, também, daqueles que são pagos para defender a população: medo dos policiais.
O que a sociedade baiana exige da Polícia Militar estadual, com urgência, é o retorno ao trabalho. É o retorno imediato ao policiamento das ruas. É o retorno, sem demora, à defesa da paz e da tranquilidade nas ruas e nos campos da Bahia. Este é papel da Polícia Militar: a do policiamento ostensivo, que visa inibir a ação dos bandidos. O que o Governo da Bahia pede aos grevistas é preservar as negociações -certamente, obedecendo aos limites impostos pela Lei -, com a preservação, também, das atividades policiais, com todos, então, cumprindo suas obrigações constitucionais.
A Bahia precisa urgentemente de paz. É impossível ao nosso estado, que vem alcançando índices extraordinários de desenvolvimento econômico e social, passar pela situação de intranquilidade como vem acontecendo agora. Impõe-se aos líderes grevistas a necessidade de terminar o movimento, já, para que as negociações fluam. E aos líderes políticos impõe-se a temperança, o equilíbrio, a responsabilidade para com a paz e para com o respeito à Constituição. Afinal de contas, a política não deve ser vista como refúgio para oportunistas e irresponsáveis.
Esse cara de pau que mora em Salvador, e que não trabalha, ainda quer ser prefeito de Ilhéus.
Lembrem-se que ele é mensaleiro.
Cuidado povo de Ilhéus. Cuidado funcionários públicos, cuidados policiais.
Concordo plenamente com deputado. A greve dos militares não tem legalidade juridica nem moral, é uma maneira de desinstabilizar o gover do PT da Bahia. O reajuste do salário dos policias é justo,mas não da maneira que querem fazer.
quem deve trabalhar sao esses deputados que vivem das benesses do poder ,de intrigas na midia e nao trabalham numca
Esse cara de pau que mora em Salvador, e que não trabalha, ainda quer ser prefeito de Ilhéus.
Lembrem-se que ele é mensaleiro.
Cuidado povo de Ilhéus. Cuidado funcionários públicos, cuidados policiais.
Concordo plenamente com deputado. A greve dos militares não tem legalidade juridica nem moral, é uma maneira de desinstabilizar o gover do PT da Bahia. O reajuste do salário dos policias é justo,mas não da maneira que querem fazer.