PRESIDENTE DA EMASA NÃO EXPLICA AUMENTO NA ÁGUA, AVALIA VEREADOR
Não foram satisfatórias as explicações do presidente da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), engenheiro Alfredo Melo, na Câmara Municipal, sobre os supostos aumentos abusivos nas tarifas de água.
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Melo atendeu a um convite dos vereadores Gerson Nascimento e Wenceslau Júnior, que não se deram por satisfeitos com as justificativas do presidente da Emasa. Para eles, faltou o crucial, que era a explicação para os aumentos não autorizados pelo Legislativo nas contas de água.
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O presidente explanou sobre os investimentos da empresa de água e esgoto, sobre a ampliação na capacidade de distribuição – hoje é de 600 litros por segundo, mas já possui planta instalada para 900 litros/segundo –, elogiou o fato de a Emasa ter passado a distribuir as contas em papel lacrado e ainda respondeu a questionamentos de vereadores e do público presente.
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“Para mim, a questão que motivou essa audiência não foi equacionada. Vou conceder um prazo, que consiste em esperar pela emissão das duas próximas tarifas, e se essas questões não estiverem sanadas, tomaremos as providências legais”, afirma o vereador Wenceslau Júnior.
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DETALHAMENTO
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O parlamentar se refere à ocorrência de aumentos de até 300% nas contas de água, que não foram explicadas pelo presidente. “Além disso, vamos exigir que o consumidor tenha a informação do que está sendo cobrado. É direito de quem paga ser informado sobre o valor do metro cúbico, em que classe social sua conta está vinculada e qual o valor da tarifa dessa classe, para os casos de residências sem hidrômetro”.
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Já o vereador Gérson Nascimento afirmou que pediu ao presidente que encaminhe à Câmara as planilhas de recadastramento dos consumidores e o zoneamento ou a classificação por faixa social a que cada um pertence. “Queremos que isso conste nas contas, até para que cada um possa acompanhar a evolução de seu consumo e, até vir a eventualmente reclamar contra possíveis abusos”.
SITUAÇÃO INDEFINIDA DENTRO DO PR
Nesta terça-feira este blogueiro manteve contato com um deputado estadual do PR, e questionei o mesmo sobre a aliança do PR com o PT. Ele respondeu afirmando que quando liga para César Borges, ele informa que não tem na decidido ainda com o PT.
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Segundo o deputado, César garantiu que antes de anunciar a aliança iria se reunir com a bancada do partido. Esse encontro ainda não aconteceu e não tinha sido marcado, por conta disso provavelmente só na próxima semana que deverá decidir essa situação.
160 MIL POR MÊS
O Esporte Clube Vitória acertou nesta semana a contratação do atacante Roger, que estava no São Paulo. O clube pagará ao atleta o salário de R$ 160 mil por mês. O jogador se destacou no Vitória no campeonato brasileiro de 2009.
Sindicato dos Comerciários de Itabuna encara fusão com cautela
Enquanto muita gente soltou fogos com o anúncio de fusão das redes Ricardo Eletro e Insinuante, o Sindicato dos Comerciários de Itabuna encara a aliança com certa cautela e muita desconfiança.
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O presidente do Sindicato, Jairo Araújo, não se ilude com as boas intenções da Máquina de Vendas, nova holding surgida da fusão, que, segundo seus acionistas, até 2014 pretende chegar a mil lojas e 30 mil empregados.
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Para ele, a fusão desses magazines faz parte do processo de centralização e concentração do capital, em detrimento da classe trabalhadora. “Essas fusões sempre representam bons lucros para as empresas e muitos prejuízos para os trabalhadores, faz parte da essência capitalista”, apontou. Juntas, as duas redes contarão com 480 lojas espalhadas em 17 Estados do país e 15 mil empregados, representando o segundo maior grupo varejista do país, atrás apenas do Pão de Açúcar.
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Apesar de Ricardo Nunes, dono da Ricardo Eletro, ter afirmado que o fechamento de lojas está descartado, Araújo acha difícil que não aconteça uma mudança na logística das lojas. “Se não houver demissões será ótimo, mas a prática tem demonstrado que a junção dessas empresas vem sempre acompanhada de enxugamento da folha”.
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Para o sindicalista, as fusões, e a conseqüente concentração de renda na mão de poucos grupos, implicam no fechamento de empresas menores. “A tendência é que as empresas locais desapareçam e isso terá impacto na vida desses trabalhadores”, observou.
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Para evitar surpresas, o Sindicato está realizando reuniões com os trabalhadores da Insinuante e da Ricardo Eletro para discutir essas e outras questões, tais como a organização dos trabalhadores. “Numa situação como essa, a categoria precisa se manter atenta e organizada para não ser pega de calças curtas”, alertou Jairo.
IMATURIDADE POLÍTICA






































