Num momento em que o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, só protagoniza números negativos, um dado que vai na contramão dessa realidade (pasmem!) precisa ser evidenciado: Está disponível no site do Ministério da Saúde uma espécie de boletim referente ao gasto com AIHs (Autorizações de Internação Hospitalar) de média e alta complexidade em 2010. O HBLEM, com uma demanda atendida equivalente a R$6.171.407,71, aparece à frente dos hospitais de Porto Seguro (R$5.528.505,82), Jequié (R$3.797.102,58) e Ilhéus (R$3.168.640,01).
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Procurado para comentar esses dados, o secretário municipal de Saúde de Itabuna, Geraldo Magela, disse já estar de posse dessa informação. E mais: apresentou à nossa reportagem um documento, com o timbre do SUS e da SESAB (Secretaria de Saúde do Estado da Bahia), que amplia esse cenário. Se levadas em conta as glosas (produtividade não reconhecida e, por isso, não paga) do mês de dezembro, o custo com AIHs no Hospital de Base aumenta em R$16.332. Assim, a unidade itabunense supera a de Vitória da Conquista, que em 2010 teve com internações um gasto de R$6.172.104,35. “Isso sem falar nos outros meses”, ressalva.
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Ou seja, por incrível que pareça, os registros do Ministério da Saúde, somados ao relatório da SESAB, atestam que o Hospital de Base é a unidade de maior produtividade no Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia.
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Para Magela, esses números ratificam “a justeza de reivindicar o aumento de pelo menos um a dois milhões de reais no repasse mensal para o hospital de Base”. “São vidas que estão em jogo, tem mortes que são evitáveis”, alerta ele.
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Quem quiser comprovar essas informações pode acessar o site do MS, indo especificamente à fonte MS/DATASUS/TABWIN/SIHDB, e/ou acessar, para constatar a glosa de dezembro, .