Desenvolvida nacionalmente pelo Ministério Público Federal (MPF) e apoiada pelo Ministério Público estadual, a campanha “10 medidas contra a corrupção” foi lançada nesta quarta-feira no auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia, no município de Itabuna.
As propostas do projeto foram apresentadas pela promotora de Justiça Renata Caldas Souza Lazzarini e pelos procuradores da República Tiago Modesto Rabelo e Cristina Nascimento de Melo. Também participarão do evento os promotores de Justiça Inocêncio de Carvalho Santana e Thaiana Rusciolelli Souza.
A campanha resume medidas de combate à corrupção e tem o objetivo de alcançar 1,5 milhão de assinaturas de apoio ao Projeto de Lei de iniciativa popular, para que ele chegue ao Congresso Nacional.
Dentre as medidas propostas estão a prevenção à corrupção, com o estabelecimento de teste de integridade e publicidade obrigatória pela administração pública; o aumento das penas de corrupção para que não se tenha dificuldade em punir; a celeridade nas ações de improbidade administrativa, de forma que a punição não demore para ocorrer; a criminalização do enriquecimento ilícito; a responsabilização dos partidos políticos e a criminalização do caixa dois.
AGORA TODO MUNDO LANÇA PROGRAMA CONTRA CORRUPÇÃO, QUANDO O REI DA COISA ESBANJAVA PODER NINGUÉM DIZIA NADA, ATÉ OS GRANDES JORNAIS BENEFICIADOS COM POLPUDOS EMPRÉSTIMOS DO BNDES COMEÇAM A SE ASSANHAREM.
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EDITORIAL DO ESTADÃO – 18/08/2015
UM MITO QUE SE ESVAI
EDITORIAL DO ESTADÃO: UM MITO QUE SE ESVAI.
Publicado no Estadão em 18/08/2015
A evidência do processo de desconstrução de um mito foi uma marca importante deixada pelos protestos de rua do dia 16: Lula nunca mais! O repúdio a Dilma e ao PT eram as outras palavras de ordem dominantes no evento, óbvias por mirarem as personagens que se destacam na cena política: a protagonista e seu coro. Mas, por detrás de Dilma e do PT, emergiu fortemente na percepção dos cidadãos a figura do arquiteto da grande mistificação populista que encantou a maioria dos brasileiros enquanto pôde se manter sobre seus pés de barro…
Por apego ao poder, o chefão do PT corrompeu, principalmente, um projeto político em que, durante muito tempo, uma maioria de brasileiros de boa-fé, completamente iludida, acreditou firmemente: a redução das desigualdades com o pleno acesso da população marginalizada da vida econômica aos bens sociais essenciais, como educação, saúde, saneamento, transporte, segurança…
Lula, portanto, corrompeu com sua ambição de poder um projeto político que fez as pessoas acreditarem ser socialmente desejável e exequível. E acabou por inviabilizá-lo – aí com a forte ajuda de Dilma – ao vinculá-lo à “ideologia do bem” segundo a qual não existe verdade fora do Estado. Razões suficientes para que o País queira vê-lo pelas costas.
AGORA TODO MUNDO LANÇA PROGRAMA CONTRA CORRUPÇÃO, QUANDO O REI DA COISA ESBANJAVA PODER NINGUÉM DIZIA NADA, ATÉ OS GRANDES JORNAIS BENEFICIADOS COM POLPUDOS EMPRÉSTIMOS DO BNDES COMEÇAM A SE ASSANHAREM.
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EDITORIAL DO ESTADÃO – 18/08/2015
UM MITO QUE SE ESVAI
EDITORIAL DO ESTADÃO: UM MITO QUE SE ESVAI.
Publicado no Estadão em 18/08/2015
A evidência do processo de desconstrução de um mito foi uma marca importante deixada pelos protestos de rua do dia 16: Lula nunca mais! O repúdio a Dilma e ao PT eram as outras palavras de ordem dominantes no evento, óbvias por mirarem as personagens que se destacam na cena política: a protagonista e seu coro. Mas, por detrás de Dilma e do PT, emergiu fortemente na percepção dos cidadãos a figura do arquiteto da grande mistificação populista que encantou a maioria dos brasileiros enquanto pôde se manter sobre seus pés de barro…
Por apego ao poder, o chefão do PT corrompeu, principalmente, um projeto político em que, durante muito tempo, uma maioria de brasileiros de boa-fé, completamente iludida, acreditou firmemente: a redução das desigualdades com o pleno acesso da população marginalizada da vida econômica aos bens sociais essenciais, como educação, saúde, saneamento, transporte, segurança…
Lula, portanto, corrompeu com sua ambição de poder um projeto político que fez as pessoas acreditarem ser socialmente desejável e exequível. E acabou por inviabilizá-lo – aí com a forte ajuda de Dilma – ao vinculá-lo à “ideologia do bem” segundo a qual não existe verdade fora do Estado. Razões suficientes para que o País queira vê-lo pelas costas.