O prefeito de Canavieiras, Almir Melo, reuniu, nesta terça-feira (4), os secretários municipais para avaliar a Administração no primeiro mês de 2014 e estabelecer novas metas. No entender os prefeito, este ano as dificuldades deverão ser maiores do que as registradas em 2013 e, portanto, os recursos para investimento e o custeio da máquina devem ser mais escassos.
Na avaliação do prefeito, as dificuldades financeiras tem como principal vetor a desoneração na alíquota dos tributos, a exemplo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), sobre os automóveis e a linha branca (fogões, geladeiras, máquinas de lavar, dentre outros eletrodomésticos). O IPI e o Imposto de Renda, são os componentes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Na opinião de Almir Melo, a distribuição do bolo tributários contribui para a instabilidade econômica e financeira dos municípios, que passam a depender das verbas federais e estaduais para executar obras e serviços em benefício da população. “A cada dia que passa aumentam as responsabilidades do municípios, embora o ingresso dos recursos não obedeçam a mesma proporção”, assegura.
MEDIDAS TOMADAS –
Em decorrência das perspectivas de dificuldades com a diminuição das transferências constitucionais, o prefeito determinou que se observe, ainda mais, o princípio da economicidade, basilar na Administração Pública. “A previsão é que não conseguiremos arrecadar nem mesmo R$ 30 milhões, daí nossa recomendação de cautela”, ressalta.
Entre as recomendações do prefeito, estão a manutenção da responsabilidade, honradez e a transparência no trato da administração pública, a exemplo do que aconteceu durante todo o ano de 2013. “Temos que continuar realizando uma administração exemplar, voltada para a reconstrução de Canavieiras, através de um trabalho constante e eficiente”, asseverou.
É DE UM PREFEITO ASSIM QUE Vitória da Conquista PRECISA, E NÃO, DAQUELE TRASTE DO PT.
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RESTAURANTE POPULAR DE R$ 1 MILHÃO ESTÁ ABANDONADO EM Vitória da Conquista
Equipamentos de cozinha de restaurante popular em Vitória da Conquista (BA) nunca foram usados. Alguns aparelhos ainda estão encaixotados desde que a obra, de orçamento milionário e feita com verba pública, ficou pronta, em 2010. No local, que está totalmente abandonado, há infiltrações e rachaduras nas paredes Divulgação
Um restaurante popular, feito com verba do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome), está pronto desde 2010, em Vitória da Conquista (328 km de Salvador), mas nunca entrou em operação.
Dentro dele estão equipamentos necessários ao funcionamento, ainda encaixotados. Por fora e por dentro há infiltrações nas paredes, cujo reboco está caindo, por causa da ação do tempo.
Iniciada em 2007, quando foi lançado o programa Restaurantes Populares –que integrava o extinto Fome Zero–, na segunda gestão do governo Luiz Inácio Lula da Silva (2007 a 2010), a obra teve custo total de R$ 1.297.307,50, sendo R$ 1,2 milhão do MDS e o restante da Prefeitura de Vitória da Conquista.
Localizado no centro da cidade, no entorno de uma área conhecida como “a pedra”, onde ficam comerciantes de carros usados, e próximo a um canal de esgoto a céu aberto, o restaurante frustrou quem esperava usar o serviço.
É DE UM PREFEITO ASSIM QUE Vitória da Conquista PRECISA, E NÃO, DAQUELE TRASTE DO PT.
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RESTAURANTE POPULAR DE R$ 1 MILHÃO ESTÁ ABANDONADO EM Vitória da Conquista
Equipamentos de cozinha de restaurante popular em Vitória da Conquista (BA) nunca foram usados. Alguns aparelhos ainda estão encaixotados desde que a obra, de orçamento milionário e feita com verba pública, ficou pronta, em 2010. No local, que está totalmente abandonado, há infiltrações e rachaduras nas paredes Divulgação
Um restaurante popular, feito com verba do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome), está pronto desde 2010, em Vitória da Conquista (328 km de Salvador), mas nunca entrou em operação.
Dentro dele estão equipamentos necessários ao funcionamento, ainda encaixotados. Por fora e por dentro há infiltrações nas paredes, cujo reboco está caindo, por causa da ação do tempo.
Iniciada em 2007, quando foi lançado o programa Restaurantes Populares –que integrava o extinto Fome Zero–, na segunda gestão do governo Luiz Inácio Lula da Silva (2007 a 2010), a obra teve custo total de R$ 1.297.307,50, sendo R$ 1,2 milhão do MDS e o restante da Prefeitura de Vitória da Conquista.
Localizado no centro da cidade, no entorno de uma área conhecida como “a pedra”, onde ficam comerciantes de carros usados, e próximo a um canal de esgoto a céu aberto, o restaurante frustrou quem esperava usar o serviço.
http://www.conquistanews.com.br/pronto-desde-2010-restaurante-popular-nunca-serviu-refeicoes-na-ba/