O deputado federal Geraldo Simões (PT/BA) manifestou sua preocupação com a forma em que o Governo Federal vem procedendo em relação à concessão de portos na Bahia. Ele considera salutar que as iniciativas de avançar no processo de concessões tenham por objetivo o aumento da competitividade Para ele, “este aumento de competitividade deve ser buscado de forma racional, sem sacrifício da produtividade e de otimização de escala dos portos. Não podemos r fomentar a concorrência com aumento de custos e tarifas, penalizando lá na ponta a toda a sociedade”.
Simões lembra que o governador da Bahia, Jaques Wagmer, considerou que as propostas para o setor, feitas pelo Governo Federal, prejudicarão a Bahia. Considerando que as autoridades federais estarão sensíveis às demandas legítimas e que objetivam maior eficiência e menores custos para a atividade portuária, ele tomou iniciativa de apresentar à Secretaria Especial de Portos – SEP e à Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ, uma indicação de modificações na proposta para a concessão no Estado da Bahia.
Entre essas propostas ficam definido que os dois terminais grandes de líquidos, já existentes, Tequimar e Volpak, que têm direito contratuais de ampliação, sejam autorizados a expandirem-se, o que geraria menos custos que uma licitação para um terceiro terminal; e que ao terminal de Salvador, que acaba de fazer vultoso investimento em seu berço de atracação, para 340 metros e que está disposto a investir em outro berço de 350 metros, para o qual já apresentou plano, seja autorizada a assim proceder.
O secretário da Fazenda Manoel Vitório não soube explicar supostas irregularidades existentes em uma conta aberta em 2010 pelo governo do Estado no Banco do Brasil, com o número 1000000-3, que já chegou a atingir um saldo negativo de R$ 3 bilhões.
O secretário da Fazenda Manoel Vitório não soube explicar supostas irregularidades existentes em uma conta aberta em 2010 pelo governo do Estado no Banco do Brasil, com o número 1000000-3, que já chegou a atingir um saldo negativo de R$ 3 bilhões.