Mulheres dos municípios de Breojlândia, Itapitanga, Coaraci e Aurelino Leal poderão ser beneficiadas pela emissão gratuita de documentos civis e trabalhistas, além de garantir o acesso aos direitos previdenciários.
Segundo o deputado federal Josias Gomes, do PT da Bahia, “este é mais um exemplo de como o governo federal se preocupa com a questão da cidadnia em nosso país”. A ação faz parte do Programa Nacional de Documentação das Trabalhadoras Rurais (PNDTR), beneficiando no Nordeste 16 municípios de cinco estado, incluindo a Bahia, que ajuda a promover a inserção social dessas trabalhadoras, seja na reforma agrária ou na agricultura familiar.
Os mutirões seguem até o próximo sábado (21). Os mutirões são realizados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). De acordo com o MDA, de todas as regiões do País atendidas pelo programa, o Nordeste é o que apresenta a maior demanda por documentos das trabalhadoras rurais.
O ministro Marco Aurélio Mello lamentou na ocasião que o tribunal que sinalizara “uma correção de rumos visando um Brasil melhor para nossos bisnetos”, estivesse “a um passo de desmerecer a confiança que nos foi confiada”. Irônico como quase sempre, Mello disse que já não falava em esperança de dias melhores para os filhos e para os netos.
E o que disse o ministro Luis Roberto Barroso:
“Não julgamos para a multidão, julgamos pessoas.” Sou um juiz constitucional, me pauto pelo que acho certo ou correto. (…). Se a decisão for contra a opinião pública é porque este é o papel de uma Corte constitucional”.
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COINCIDENTEMENTE:
O ESCRITÓRIO DO MINISTRO Luís Roberto Barroso, RECEBEU DA UNIÃO, R$ 2.000.000,00 POR SERVIÇOS PRESTADOS SEM LICITAÇÕES
DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO SEÇÃO 3 Nº 154-12/08/2013 – ISSN 1677-7069
ENQUANTO ISSO, NO BRASIL REAL:
SESSÃO DO STF 11/09/2013
O ministro Marco Aurélio Mello lamentou na ocasião que o tribunal que sinalizara “uma correção de rumos visando um Brasil melhor para nossos bisnetos”, estivesse “a um passo de desmerecer a confiança que nos foi confiada”. Irônico como quase sempre, Mello disse que já não falava em esperança de dias melhores para os filhos e para os netos.
E o que disse o ministro Luis Roberto Barroso:
“Não julgamos para a multidão, julgamos pessoas.” Sou um juiz constitucional, me pauto pelo que acho certo ou correto. (…). Se a decisão for contra a opinião pública é porque este é o papel de uma Corte constitucional”.
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COINCIDENTEMENTE:
O ESCRITÓRIO DO MINISTRO Luís Roberto Barroso, RECEBEU DA UNIÃO, R$ 2.000.000,00 POR SERVIÇOS PRESTADOS SEM LICITAÇÕES
DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO SEÇÃO 3 Nº 154-12/08/2013 – ISSN 1677-7069
https://twitter.com/arykara/status/378480576858042368/photo/1
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COISAS DESSE TIPO SÓ ACONTECEM NO BRASIL, PRINCIPALMENTE DE 2003 PRA CÁ