Os proprietários de drogarias e farmácias têm até o dia 1º de setembro para contratar farmacêuticos, inscritos no Conselho Regional de Farmácia, para atuar nos estabelecimentos durante todo o horário de funcionamento. A fiscalização neste sentido será intensificada pela Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde de Itabuna. Outra obrigação que os fiscais vão cobrar das farmácias é o controle de medicamentos antimicrobianos.
A presença de farmacêuticos durante todo o horário de funcionamento das farmácias é uma exigência da Lei Federal nº 5.991/73 e, em caso de descumprimento, os estabelecimentos podem ser interditados. As empresas já foram informadas pela Vigilância Sanitária de que a fiscalização será rigorosa. O coordenador do órgão, Antonio Carlos Carvalho, explica que as farmácias que ainda não tem um profissional em tempo integral devem legalizar a situação até a data estipulada a fim de evitar interdição.
Segundo Carvalho, cerca de 50% dos estabelecimentos de Itabuna já contam com o farmacêutico, mas este não permanece no estabelecimento durante todo o tempo de funcionamento. “Um farmacêutico só pode ser responsável por uma farmácia ou drogaria. Isso permite mais segurança para quem precisa comprar medicamentos, reduzindo a prática de o balconista trocar o que foi prescrito por remédios mais baratos e também vai ajudar a diminui a automedicação”, prevê o coordenador da Vigilância Sanitária.
Por que também não exigir que o médico, o advogado, o engenheiro, o arquiteto trabalhem em tempo integral? Praticamente um dia de trabalho de um médico corresponde ao mês todo de um farmacêutico, que recebe pouco mais de 2000 rais como salário base da categoria.
É como criar uma profissão limitada a receber o mesmo salário o resto da vida.
Não desmerecendo as profissões como pedreiro, cabeleireiro, eletricistas entre outras que não precisam de formação superior, mas tem remunerações muito além.
Infelizmente o Conselho de Farmácia, que é pago pelos próprios farmacêuticos, serve apenas para extorquir estes profissionais e sempre criar medidas que limitem o crescimento destes.
Mas necessário que o tempo integral de um farmacêutico em uma farmácia é de um médico em um hospital, de um engenheiro em uma obra, de um político a serviço do povo.
Profissão Vergonha,
Não discordo da necessidade de qualquer profissional, de qualquer área, em seu posto de trabalho.
Farmacêuticos serão valorizados quando fizerem seu trabalho. Quando revelada a diferença de sua presença nas farmácias e drogarias.
As drogarias e farmácias que investem em um atendimento diferenciado dos seus clientes prestando serviços de saúde, garantido uso racional do medicamento, que inclui sua utilização correta, eficaz e segura,tem credibilidade na sociedade.
Ressalto aos “empresários” do ramo de drogarias de Itabuna que o desvio de função do farmacêutico é ilegal!!
Os assinacêuticos e os proprietários de drogarias que gostam da impurroterapia ou aqueles que compram medicamentos ilegais irão perder com essa iniciativa!!
Também sugiro inspeção sanitária dura nas drogarias de Itabuna. Algumas funcionam sem a mínima higiene.
infelizmente nas Farmácias, os farmacêuticos nunca serão valorizados, é utópico pensar o contrário.
São poucas, mas existem farmácias onde há farmacêuticos trabalhando em tempo integral, mas, veja se por isso esses profissionais são valorizados? Continuam a receber o mísero salario base da categoria para a carga horária de 8 horas, que em qualquer outra profissão, sem precisar ter feito curso superior, irá ganhar muita vezes muito mais.
A maioria das farmácias com certeza fecharam as portas, pois os encargos funcionais e trabalhistas tornarão inviáveis esta atividade.
O grande efeito será a falta de trabalho para esta categoria.
Tenho 100% de convicção que será uma atividade limitada, ineficiente e ineficaz.
Sem falar que o papel do Farmacêutico está resumido a alimentar dados no programa de computador de controle de remédios controlados e antibióticos, por enquanto, pois é atribuição exclusiva deste profissional e que requer muito tempo, consumindo quase todo trabalho do dia-a-dia.
Sinceramente, recomendo as graduados em farmácias que procurem outras ramificações desta área, se der sorte e encontrar parabéns, caso contrário terão muito a lamentar.
Concordo que os farmacêuticos devem ser mais presentes nas farmácias, mas discordo da sua exclusividade. Acho que o conselho deveria criar uma estratégia mais justa e dinâmica para este profissional.
Deve preestabelecer horas mínimas de atuação, e criar procedimentos que não torne engessada uma profissão.
O engenheiro civil não precisa ficar 8 horas em uma construção para que esta seja sólida, o professor não precisa e nem fica 8 horas em uma sala de aula, o bom médico com certeza não trabalha 8 horas seguida em uma mesma instituição, o advogado não fica 8 horas em audiências, o jornalista tem flexibilidades, os analistas de sistemas trabalha por produtividade.
Mas o pobre farmacêutico, terá que ficar 8 horas dentro da farmácia, porque senão será penalizado, autuado pela vigilância, pelo CRF, podendo até perder o direito a exercer a profissão.
Só tenho a lamentar por estes profissionais, mesmo, felizmente, eu não sendo desta área.
Por que também não exigir que o médico, o advogado, o engenheiro, o arquiteto trabalhem em tempo integral? Praticamente um dia de trabalho de um médico corresponde ao mês todo de um farmacêutico, que recebe pouco mais de 2000 rais como salário base da categoria.
É como criar uma profissão limitada a receber o mesmo salário o resto da vida.
Não desmerecendo as profissões como pedreiro, cabeleireiro, eletricistas entre outras que não precisam de formação superior, mas tem remunerações muito além.
Infelizmente o Conselho de Farmácia, que é pago pelos próprios farmacêuticos, serve apenas para extorquir estes profissionais e sempre criar medidas que limitem o crescimento destes.
Mas necessário que o tempo integral de um farmacêutico em uma farmácia é de um médico em um hospital, de um engenheiro em uma obra, de um político a serviço do povo.
POBRE DESTINO DOS FARMACÊUTICOS.
Profissão Vergonha,
Não discordo da necessidade de qualquer profissional, de qualquer área, em seu posto de trabalho.
Farmacêuticos serão valorizados quando fizerem seu trabalho. Quando revelada a diferença de sua presença nas farmácias e drogarias.
As drogarias e farmácias que investem em um atendimento diferenciado dos seus clientes prestando serviços de saúde, garantido uso racional do medicamento, que inclui sua utilização correta, eficaz e segura,tem credibilidade na sociedade.
Ressalto aos “empresários” do ramo de drogarias de Itabuna que o desvio de função do farmacêutico é ilegal!!
Os assinacêuticos e os proprietários de drogarias que gostam da impurroterapia ou aqueles que compram medicamentos ilegais irão perder com essa iniciativa!!
Também sugiro inspeção sanitária dura nas drogarias de Itabuna. Algumas funcionam sem a mínima higiene.
Drª Farmacêutica,
infelizmente nas Farmácias, os farmacêuticos nunca serão valorizados, é utópico pensar o contrário.
São poucas, mas existem farmácias onde há farmacêuticos trabalhando em tempo integral, mas, veja se por isso esses profissionais são valorizados? Continuam a receber o mísero salario base da categoria para a carga horária de 8 horas, que em qualquer outra profissão, sem precisar ter feito curso superior, irá ganhar muita vezes muito mais.
A maioria das farmácias com certeza fecharam as portas, pois os encargos funcionais e trabalhistas tornarão inviáveis esta atividade.
O grande efeito será a falta de trabalho para esta categoria.
Tenho 100% de convicção que será uma atividade limitada, ineficiente e ineficaz.
Sem falar que o papel do Farmacêutico está resumido a alimentar dados no programa de computador de controle de remédios controlados e antibióticos, por enquanto, pois é atribuição exclusiva deste profissional e que requer muito tempo, consumindo quase todo trabalho do dia-a-dia.
Sinceramente, recomendo as graduados em farmácias que procurem outras ramificações desta área, se der sorte e encontrar parabéns, caso contrário terão muito a lamentar.
Drª Farmacêutica,
Concordo que os farmacêuticos devem ser mais presentes nas farmácias, mas discordo da sua exclusividade. Acho que o conselho deveria criar uma estratégia mais justa e dinâmica para este profissional.
Deve preestabelecer horas mínimas de atuação, e criar procedimentos que não torne engessada uma profissão.
O engenheiro civil não precisa ficar 8 horas em uma construção para que esta seja sólida, o professor não precisa e nem fica 8 horas em uma sala de aula, o bom médico com certeza não trabalha 8 horas seguida em uma mesma instituição, o advogado não fica 8 horas em audiências, o jornalista tem flexibilidades, os analistas de sistemas trabalha por produtividade.
Mas o pobre farmacêutico, terá que ficar 8 horas dentro da farmácia, porque senão será penalizado, autuado pela vigilância, pelo CRF, podendo até perder o direito a exercer a profissão.
Só tenho a lamentar por estes profissionais, mesmo, felizmente, eu não sendo desta área.
Os “assinacêuticos”… “QUASE”… “Mataram” a Profissão Farmacêutica… Ênfase às Drogarias…