A greve da Polícia Militar da Bahia tem alterado o funcionamento e a organização de toda a sociedade baiana. Inclusive levando ao adiamento o início das aulas em escolas e faculdades, além do cancelamento de diversas atividades culturais.
Os fatos ocorridos na quinta-feira, 02 de fevereiro, momento crítico da greve, quando os próprios lojistas (de forma acertada, prudente e responsável), fecharam seus estabelecimentos, levaram o Sindicato dos Comerciários de Itabuna a procurar os meios possíveis para evitar que o pior acontecesse. Diante da boataria e do pânico que tomou conta da cidade, não poderíamos pagar com vidas para saber quem estava certo ou errado.
O Sindicato dos Comerciários de Itabuna não é contra a greve da PM baiana. Os comerciários também já apoiaram o Sindcom e a CDL em suas mobilizações, como pela redução da carga tributária no país e contra a reforma do Código Tributário do Munício, em 2011, quando ocupamos a Câmara de Vereadores contra o aumento abusivo dos alvarás de funcionamento para estabelecimentos comerciais, que onerava os empresários e comprometia a empregabilidade, e não vemos nenhuma contradição de princípios nisso.
A greve dos policiais militares da Bahia é um claro movimento de rebelião contra o Estado, e assim deve ser tratada. O governo federal agiu como deve agir, em qualquer situação semelhante. A solidariedade federativa, necessariamente exercida pela União, implica no emprego de toda a força possível, a fim de assegurar o cumprimento das normas constitucionais, como a que veda a militares – e, por analogia jurídica – a policiais civis, o recurso da greve.
Os policiais militares baianos não se encontram em greve, mas em rebelião contra o Estado e, por extensão, contra a República, cuja Constituição os obriga a manter a lei e a ordem. Registre-se que o líder do movimento é um ex-militar e que, portanto, não tem legitimidade para chefia-lo. Como se encontram em rebelião, cabe ao Estado, no uso moderado de sua força e seu poder, exigir-lhes rendição imediata e usar dos dispositivos legais para punir os responsáveis pelo movimento.
Há quem se esqueça das ultimas greves realizadas aqui na Bahia, que, nas oportunidades, foram mortos policiais militares, assassinados pelos companheiros, a mando do então Governador o Sr. ACM. Quanto a Itabuna, os boatos que foram alardiados na ultima quinta-feira, não foram praticados, divulgados por policiais militares sérios. Mas sim por alguns poucos BANDIDOS, travestidos de policia. Somos sim a favor das reinvidicações da nossa policia, mas não estamos aceitando são as BADERNAS provocadas por uma minoria, que envergonha a categotria.
Há quem se esqueça de uma das ultimas greves realizadas aqui na Bahia, quando o então Governador, ACM, mandou bater, e chegando ao absurdo de matar policiis grevistas. E nós somos a favor das reinvidicações dos policiais. O que não concordamos é com o tipo que foi feito aí em Itabuna, na quinta-feira dia 1 de Fevereiro. Quando eu ví com mmeus olhos, policiais apaizana, provocando civís, amedrotando gerente de lojas, etc. Mas a bem da verdade, quero dizer que, sou a favor da GREVE, pois vivemos em um país democrático. Sou a favor de quem não quer trabalhar e aderiu a GREVE porém, devem, deixar trabalhar aqueles que querem.
Santayana
e a insurreição baiana
A greve dos policiais militares da Bahia é um claro movimento de rebelião contra o Estado, e assim deve ser tratada. O governo federal agiu como deve agir, em qualquer situação semelhante. A solidariedade federativa, necessariamente exercida pela União, implica no emprego de toda a força possível, a fim de assegurar o cumprimento das normas constitucionais, como a que veda a militares – e, por analogia jurídica – a policiais civis, o recurso da greve.
Os policiais militares baianos não se encontram em greve, mas em rebelião contra o Estado e, por extensão, contra a República, cuja Constituição os obriga a manter a lei e a ordem. Registre-se que o líder do movimento é um ex-militar e que, portanto, não tem legitimidade para chefia-lo. Como se encontram em rebelião, cabe ao Estado, no uso moderado de sua força e seu poder, exigir-lhes rendição imediata e usar dos dispositivos legais para punir os responsáveis pelo movimento.
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/02/07/santayana-e-a-insurreicao-baiana/
CONHEÇA OS SALÁRIOS DOS POLICIAIS MILITARES DO BRASIL.
Salários em ordem decrescente de valor:
01º – Distrito Federal – R$ 4.129.73
02º – Sergipe – R$ 3.012.00
03º – Goiás – R$ 2.722.00
04º – Tocantins – R$ 2.611,01
05º – Mato Grosso do Sul – R$ 2.176.00
06º – São Paulo – R$ 2.170.00
07º – Paraná – R$ 2.128,00 1
08º – Amapá – R$ 2.070.00
09º – Minas Gerais – R$ 2.041.00 (+ 10% concedido em OUT 2011).
10º – Maranhão– R$ 2.037.39
11º – Bahia – R$ 1.927.00
12º – Alagoas – R$ 1.818.56
13º – Rio Grande do Norte – R$ 1.815.00
14º – Espírito Santo – R$ 1.801.14
15º – Mato Grosso – R$ 1.779.00
16º – Santa Catarina – R$ 1.600.00
17º – Amazonas – R$ 1.546.00
18º – Ceará – R$ 1.529,00
19º – Roraima – R$ 1.526.91
20º – Piauí – R$ 1.372.00
21º – Pernambuco – R$ 1.331.00
22º – Acre – R$ 1.299.81
23º – Paraíba – R$ 1.297.88
24º – Rondônia – R$ 1.251.00
25º – Pará – R$ 1.215,00
26º – Rio Grande do Sul – R$ 1.172.00
27º – Rio de Janeiro – R$ 1.031,38
Essa é a tabela com o salário inicial de todos os Policiais Militares do Brasil.
http://www.salariospm.xpg.com.br/
Há quem se esqueça das ultimas greves realizadas aqui na Bahia, que, nas oportunidades, foram mortos policiais militares, assassinados pelos companheiros, a mando do então Governador o Sr. ACM. Quanto a Itabuna, os boatos que foram alardiados na ultima quinta-feira, não foram praticados, divulgados por policiais militares sérios. Mas sim por alguns poucos BANDIDOS, travestidos de policia. Somos sim a favor das reinvidicações da nossa policia, mas não estamos aceitando são as BADERNAS provocadas por uma minoria, que envergonha a categotria.
Há quem se esqueça de uma das ultimas greves realizadas aqui na Bahia, quando o então Governador, ACM, mandou bater, e chegando ao absurdo de matar policiis grevistas. E nós somos a favor das reinvidicações dos policiais. O que não concordamos é com o tipo que foi feito aí em Itabuna, na quinta-feira dia 1 de Fevereiro. Quando eu ví com mmeus olhos, policiais apaizana, provocando civís, amedrotando gerente de lojas, etc. Mas a bem da verdade, quero dizer que, sou a favor da GREVE, pois vivemos em um país democrático. Sou a favor de quem não quer trabalhar e aderiu a GREVE porém, devem, deixar trabalhar aqueles que querem.