ITABUNA: OS DONOS DAS PRAÇAS E CALÇADAS

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Em Itabuna os comerciantes que exploram o ramo de bebidas, fazem o que querem, colocando mesas e cadeiras em praças, parque infantil e calçadas.
Abusam de som auto, sujam os locais públicos, destroem o patrimônio do município, utilizam indevidamente espaços que não são proprietários.
A cabeceira da ponte do São Caetano e até o muro do Centro de Cultura são alvos deste comércio. A prefeitura de Itabuna tem que tomar uma solução.

































Como depende da prefeitura Municipal de Itabuna se é o próprio Secretário Carlos Veloso Leahy quem autoriza tais atividades e as ocupações.
O Secretário de Ind´pustria e Comércio cobra taxas pessoais, variando de valor a depender do local, a exemplo da Praça Otávio Mangabeira que todos são taxados de acordo o espaço que ocupa, e desta forma ele vai se fazendo.
Na rua que atualmente chamam de POINT onde fica os bares marcosam e o espetinho do kinho, alí a coisa tá feia, pois além dos bares tem também o comércio das drogas e o sexo explicito ao ar livre, basta conversar com o Coronel Comandante da CPR – Companhia de Policia Regional que sabe de tudo isso mas nada pode fazer porque foi o Carlos Leahy quem autorizou as ocupações e os horários de funcionamento dos bares.
Cidade sem lei, cidade sem prefeito, cidade sem Câmara, cidade sem justiça, cidade sem policia, cidade sem homem, é nisso que dá, nessa balbpurdia e nessa cachorrada que está aí.
E o pior de tudo é q os pedestres tem q caminhar pelas ruas e os carros ficam parados no meio da rua e não existe fiscalização para coibir isso, inclusive na Beira Rio, uma rua toda é fechada com mesas e cadeiras obstruindo a passagem de carros, acho q a fiscalização deve ser mais eficiente e não haver conivência nessa fiscalização, afinal somos uma cidade de 200 mil habitantes deixa isso para as cidades menores, os comerciantes querem ganhar dinheiro invistam em espaço, como fez o Codornas e não tornar a cidade em bar ao céu aberto!!!
Além das calçadas e praças as ruas também são tomadas pelos “donos do pedaço” sem que as autoridades (in)competentes tomem providências. Itabuna está realmente abandonada pelas autoridades. O cidadão ordeiro paga o pato e paga a conta.