. O Sindicato dos Bancários de Itabuna realiza nesta terça-feira, dia 20/12, às 10h30m, manifestação em frente à agência do Itaú para protestar contra as demissões ocorridas neste ano. O Dia Nacional de Luta contra Demissões foi aprovado durante o Encontro Nacional de Dirigentes Sindicais do Itaú Unibanco, que terminou no último dia 15/12, em São Paulo.
Os sindicalistas de todo o país repudiaram o processo de demissões em curso no banco e definiram a pauta de reivindicações específicas para ser negociada com a instituição.
A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe juntamente com a CTB/Bahia vai tentar retardar por duas horas o atendimento em todas as agências do Itaú nos dois estados.
A instituição, presidida pelo banqueiro Roberto Setúbal, bateu novo recorde de lucro entre os bancos brasileiros até setembro deste ano, atingindo R$ 10,949 bilhões, uma alta de 15,97%, se comparado ao mesmo período do ano anterior.
Enquanto isso, o Itaú ganhou o título de campeão de demissões no mesmo período. Milhares de pais e mães perderam seus empregos devido à política de rotatividade. Além disso, o banco cortou 2.496 vagas no mesmo período, sagrando-se como o número 1 do desemprego no sistema financeiro, o que é cruel e injustificável.
O Itaú é o banco que mais lucra no Brasil e em contrapartida está demitindo bancários, o que demonstra que a instituição não tem responsabilidade social e nem se importa em oferecer um atendimento de qualidade para os clientes e usuários dos serviços bancários. “A nossa luta é pela inclusão do emprego bancário como uma alternativa à melhoria no atendimento nas agências”, afirma Jorge Barbosa, presidente do Sindicato dos Bancários de Itabuna.
Também consta da pauta a luta por previdência complementar fechada para todos os funcionários, melhorias no Plano de Saúde e medidas para garantir igualdade de oportunidades e o fim das discriminações de gênero, raça, orientação sexual e contra pessoas com deficiência dentro da empresa.
A mão de obra, dentro de uma empresa (atividade econômica organizada pera produzir bens ou serviços, com intuito lucrativo), é apenas mais um dos “fatores de produção”, jnto com equipamentos eletroeletrônicos, veículos, estabelecimento, carteira de clientes, insumos, marcas e patentes…
Se parte dela está ociosa ou obsoleta, deve ser substituída ou “cortada”.
Mercado não é instituição de caridade.
O problema de vcs, do sulbaiano, é que estão acostumados com as prefeituras e HBLEM’s da vida, cabides de empregos, reduto de incompetentes apadrinhados e instrumentos de desvios do $$$$ produzido em regiões bem sucedidas.
A família Setúbal não é de cacauicutores falidos e nem uma oligarquia política do NE.
As demissões em questão não são frutos de ociosidade e de mão de obra obsoleta.
É a ganância de fazer rotatividade para pagar menos e assim aumentar ainda mais seus lucros fabulosos.
É uma prática absurda de empresas sem responsabilidade social. É mesquinharia da pior espécie.
Mas, se você considera isto eficiência, “tá bão” !!!.
A mão de obra, dentro de uma empresa (atividade econômica organizada pera produzir bens ou serviços, com intuito lucrativo), é apenas mais um dos “fatores de produção”, jnto com equipamentos eletroeletrônicos, veículos, estabelecimento, carteira de clientes, insumos, marcas e patentes…
Se parte dela está ociosa ou obsoleta, deve ser substituída ou “cortada”.
Mercado não é instituição de caridade.
O problema de vcs, do sulbaiano, é que estão acostumados com as prefeituras e HBLEM’s da vida, cabides de empregos, reduto de incompetentes apadrinhados e instrumentos de desvios do $$$$ produzido em regiões bem sucedidas.
A família Setúbal não é de cacauicutores falidos e nem uma oligarquia política do NE.
Sr Marcos
As demissões em questão não são frutos de ociosidade e de mão de obra obsoleta.
É a ganância de fazer rotatividade para pagar menos e assim aumentar ainda mais seus lucros fabulosos.
É uma prática absurda de empresas sem responsabilidade social. É mesquinharia da pior espécie.
Mas, se você considera isto eficiência, “tá bão” !!!.