O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação de improbidade administrativa contra o ex-prefeito do município de Buerarema, Orlando Filho, acusado de diversas irregularidades em procedimentos licitatórios, ocorridos nos anos de 2007 e 2008, para contratação de serviços de transporte escolar.
Também foram acionadas as empresas Nunes Locadora de Veículos, Mota Locadora e Matos Locadora e dois sócios de cada uma delas. Segundo o MPF, houve fracionamento de despesas, montagem de processos e simulação de competição com verbas federais do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), além de subcontratação irregular de empresa.
Por conta das diversas irregularidades, o MPF pede a condenação do ex-prefeito, das três empresas e de seus sócios nas sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa – art. 12, inciso II, da Lei n. 8.429/92 – que implicam no ressarcimento integral do dano, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil, proibição de contratar com o poder público e dele receber benefícios ou incentivos fiscais e creditícios.
Os assassinatos das irmãs Andrea e Mônica, cujos corpos foram encontrados na BR-101, próximo a Buerarema, seguem impunes. Ao que parece às autoridades policiais, por falta de apoio ou incompetência mesmo, tiraram o pé do acelerador e essa barbaridade marcha a passos largos para fazer parte de uma vergonhosa e crescente estatística de crimes impunes em Itabuna.Mataram duas jovens estudantes. A família segue inconsolável, e apela para que haja julgamento dos réus.A justiça itabunense precisa dar resposta à sociedade sobre o duplo assassinato ocorrido em 1992, onde as jovens estudantes Andréa e Mônica foram executadas. O bárbaro crime completa 20 anos de impunidade, pois os acusados ainda não foram condenados. Daí vem à cabeça de qualquer cidadão itabunense aquela “clássica” pergunta: se as irmãs fossem filhas de um Helenilson Chaves ou um Fernando Gomes será que esse triste episódio não teria sido esclarecido? Bom, com a palavra o Ministério Público.
Nota do Blog: A polícia e a justiça precisam dar uma resposta e colocar atrás das grades os marginais que mataram sem dor ou compaixão as estudantes Andréa e Mônica.
Justiça débil
Os assassinatos das irmãs Andrea e Mônica, cujos corpos foram encontrados na BR-101, próximo a Buerarema, seguem impunes. Ao que parece às autoridades policiais, por falta de apoio ou incompetência mesmo, tiraram o pé do acelerador e essa barbaridade marcha a passos largos para fazer parte de uma vergonhosa e crescente estatística de crimes impunes em Itabuna.Mataram duas jovens estudantes. A família segue inconsolável, e apela para que haja julgamento dos réus.A justiça itabunense precisa dar resposta à sociedade sobre o duplo assassinato ocorrido em 1992, onde as jovens estudantes Andréa e Mônica foram executadas. O bárbaro crime completa 20 anos de impunidade, pois os acusados ainda não foram condenados. Daí vem à cabeça de qualquer cidadão itabunense aquela “clássica” pergunta: se as irmãs fossem filhas de um Helenilson Chaves ou um Fernando Gomes será que esse triste episódio não teria sido esclarecido? Bom, com a palavra o Ministério Público.
Nota do Blog: A polícia e a justiça precisam dar uma resposta e colocar atrás das grades os marginais que mataram sem dor ou compaixão as estudantes Andréa e Mônica.
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