O Plano Safra deste ano será ampliado em 14,7% em relação à safra passada. Do total de recursos que serão investidos, R$ 4,2 bilhões, a agricultura familiar irá receber R$ 1,5 bilhão¸ 50% a mais do que em 2010. O lançamento do Plano Agrícola e Pecuário da Bahia (Plano Safra) 2011/2012 foi realizado nesta quinta-feira (21), no Hotel Stella Maris, em Salvador, pelo governador Jaques Wagner, e pelo ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ailton Florence, e o secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O plano contempla uma série de contribuições para o fortalecimento e a expansão da agropecuária baiana, responsável por 24% do PIB, 30% dos empregos e 37% das exportações estaduais. Entre as várias ações de apoio à agropecuária no estado que são beneficiadas pelo plano estão os programas de Crédito Assistido, Mais Alimentos, Seguro Safra, Desenvolvimento Regional Sustentável e o Programa de Aquisição de Alimentos. Esta é a terceira vez que o Governo do Estado lança um Plano Safra, disponibilizando recursos estaduais e federais, por intermédio dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura.
Isso é muito importante para o pequeno agricultor, sobretudo na Bahia, em que há a maior população do campo no país. Vai ajudar muito a agricultura familiar.
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Matheus,
Está meio fora de pauta, mas na conjuntura atual, penso que valha a pena atentarmos para este nome, acredito que, num futuro próximo, poderia ser um bom nome para governar a Bahia e, quiçá o Brasil.
Ele é soteropolitano, doutor em economia e professor licenciado da Ufba, por hoje estar à frente da Petrobras. Gostaria imensamente que um dia ele pudesse governar este estado e vou continuar na torcida para isso. No ano passado, foi eleito por uma revista britânica, o quarto executivo mais influente do mundo, dentre os dez escolhidos.
Penso que valha a pena seus leitores que acompanham política atentarem este nome e torcer para que ele possa aceitar este desafio. Seu nome: José Sergio Gabrielli de Azevedo. Por outro lado, por ele ser bom, se tentar vai receber ataques de todos os lados. Quando se sabe que o adversário é bom, os ataques vão de pernadas a socos.
É também um assunto fora de pauta, mas que cabe falar sobre ele visto que, dentro de poucos dias, o Congresso retomará a questão das distribuição dos royalties do pré-sal.
Abaixo, três vídeo-aulas de Aloysio Mercadante a participação do presidente Petrobras. Neles, são abordadas a forma como é extraído o pré-sal as perspectivas de produção, a finalidade desse dinheiro e, sobretudo, a questão dos royalties. Vale lembrar que o Congresso não só pode, como deve derrubar o veto do ex-presidente Lula e fazer uma divisão mais equânime entre os estados.
Não adianta o governador do Rio se espernear pois como todos sabemos, o petróleo pertence ao Estado brasileiro e não a estados ditos “produtores”. O Rio não está fazendo nenhum favor e nem tão pouco sendo generoso com nenhum estado. Nem o Rio, nem SP, nem ES, mas por ser um direito de todos. Vale lembrar que, a decisão é e será sempre política, daí a necessidade de se derrubar o veto, se não houver negociação. Se os estados ditos produtores recorrerem ao Supremo e este prejudicar os demais entes da Federação, cabe ao Poder Legistalativa fazer aquilo que lhe é de direito, ou seja, uma emenda constitucional para que se legitime o direito dos demais entes.
Mas o que deve de fato, é haver uma distribuição mais equânime, isto que não se pode abrir mão, para que não se repita o que aconteceu com o açúcar, o ouro, o café e a industrialização. Isso que não pode e nem deve ficar se repetindo. Vale a pena assistirmos aos vídeos abaixo.
Isso é muito importante para o pequeno agricultor, sobretudo na Bahia, em que há a maior população do campo no país. Vai ajudar muito a agricultura familiar.
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Matheus,
Está meio fora de pauta, mas na conjuntura atual, penso que valha a pena atentarmos para este nome, acredito que, num futuro próximo, poderia ser um bom nome para governar a Bahia e, quiçá o Brasil.
Ele é soteropolitano, doutor em economia e professor licenciado da Ufba, por hoje estar à frente da Petrobras. Gostaria imensamente que um dia ele pudesse governar este estado e vou continuar na torcida para isso. No ano passado, foi eleito por uma revista britânica, o quarto executivo mais influente do mundo, dentre os dez escolhidos.
Penso que valha a pena seus leitores que acompanham política atentarem este nome e torcer para que ele possa aceitar este desafio. Seu nome: José Sergio Gabrielli de Azevedo. Por outro lado, por ele ser bom, se tentar vai receber ataques de todos os lados. Quando se sabe que o adversário é bom, os ataques vão de pernadas a socos.
http://www.youtube.com/watch?v=b6y6P0ZlcnQ&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=XODa0e0GS3k&feature=related
Segue para quem se interessar sobre o tema, outras entrevistas.
http://www.youtube.com/watch?v=dy2CmDsDx2w&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=5UdSDpg7Z68&feature=relmfu
http://www.youtube.com/watch?v=aRpFX-FuJRM&feature=related
Matheus,
É também um assunto fora de pauta, mas que cabe falar sobre ele visto que, dentro de poucos dias, o Congresso retomará a questão das distribuição dos royalties do pré-sal.
Abaixo, três vídeo-aulas de Aloysio Mercadante a participação do presidente Petrobras. Neles, são abordadas a forma como é extraído o pré-sal as perspectivas de produção, a finalidade desse dinheiro e, sobretudo, a questão dos royalties. Vale lembrar que o Congresso não só pode, como deve derrubar o veto do ex-presidente Lula e fazer uma divisão mais equânime entre os estados.
Não adianta o governador do Rio se espernear pois como todos sabemos, o petróleo pertence ao Estado brasileiro e não a estados ditos “produtores”. O Rio não está fazendo nenhum favor e nem tão pouco sendo generoso com nenhum estado. Nem o Rio, nem SP, nem ES, mas por ser um direito de todos. Vale lembrar que, a decisão é e será sempre política, daí a necessidade de se derrubar o veto, se não houver negociação. Se os estados ditos produtores recorrerem ao Supremo e este prejudicar os demais entes da Federação, cabe ao Poder Legistalativa fazer aquilo que lhe é de direito, ou seja, uma emenda constitucional para que se legitime o direito dos demais entes.
Mas o que deve de fato, é haver uma distribuição mais equânime, isto que não se pode abrir mão, para que não se repita o que aconteceu com o açúcar, o ouro, o café e a industrialização. Isso que não pode e nem deve ficar se repetindo. Vale a pena assistirmos aos vídeos abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=b6y6P0ZlcnQ&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=AXtTgK8CKPI&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=fGgktC8Dt_Y&feature=related