. O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) cobra que o Governo Estadual e a Prefeitura de Itabuna cheguem a um consenso para resolver a grave crise de saúde que o município enfrenta. Sem a Gestão Plena desde 2008, o Itabuna não consegue atender a demanda, sobrecarregada com a demanda de pelo menos outras 120 cidades da região.
O Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães, administrado pela Prefeitura, e o Centro Médico Pediátrico de Itabuna – Cemepi, privado com cerca de 100% de atendimento pelo Sistema Único de Saúde, recebem recursos inferiores aos gastos e estão sob ameaça de ter que parar as suas atividades. “A população não pode ficar sofrendo enquanto não se chega a um acordo”, critica deputado.
Várias tem sido as reuniões com a Secretaria de Saúde do Estado, junto com a administração municipal, buscando uma solução para o impasse, informa Augusto Castro. Segundo o parlamentar, o Estado não abre mão de destinar mais recursos para a rede municipal e tenta convencer a Prefeitura a entregar o Hospital de Base para que seja administrado pela Secretaria de Saúde do Estado. A equipe municipal de Itabuna não quer a estadualização do hospital e insiste na recuperação da Gestão Plena, perdida na gestão anterior.
O argumento é que só com a Plena o município terá como recuperar e ampliar sua rede de saúde.
Augusto Castro diz não ter uma opinião formada sobre a estadualização. Mas insiste que os dois gestores precisam chegar a um acordo com urgência. “Se a estadualização for a melhor opção, que seja concretizada, mas com a condição de que a população seja beneficiada com um bom atendimento e não enfrente as mesmas dificuldades que os pacientes de outras cidades que tem hospital estadual”, argumenta, acrescentando que, se não houver essa garantia, que o município tenha a Gestão Plena de volta e garanta uma boa assistência aos itabunenses.
Na opinião do deputado, enquanto não há um consenso sobre essa questão, o Estado tem que dividir a responsabilidade com a Prefeitura, inclusive no apoio para que o Cemepi, não feche as portas.
“Não podemos deixar que a política partidária interfira na assistência à saúde. Itabuna está prestes a completar 101 de emancipação, é a cidade pólo da região Sul, com quase 205 mil habitantes, e merece respeito”, diz Augusto Castro.
Eu queria muito acreditar que o problema do Hospital de Base é falta de dinheiro. Vejamos:
A prefeitura pede um aumento de 500.000 reais, contudo quando a prefeitura detinha a gestão plena de saúde o valor repassado para o hospital de base girava em torno de 4,5 milhoes de reais ou seja 3 milhoes a mais que hoje, e nem por isso o hospital funcionava.
Lembremos alguns outros fatos.
O HB adquiriu um tomografo quebrado.
Comprava 1 Tonelada de carne por mês
Tem entre os seus funcionários super salários de R$ 9.000,00
e médicos de R$ 25.000,00
Não sei se permanece mas tinha entre seus diretores um senhor com o apelido de Pezão, que na verdade deveria ser conhecido como Maozâo não preciso explicar porque.
Outra coisita
O Senhor Conrado que não é doutor mas sim apenas médico, informou que a folha do hospital é de R$600.000,00 para pagar funcionários e R$1.000.000,00 para pagar médicos. Sendo assim vejamos.
Digamos que o salário médio de um funcionário do HB seja R$2.000,00 e os encargos trabalhistas seja hipoteticamente de 50% ou seja cada trabalhador sai por R$3.000,00. Neste caso o HB teria em seus quadros 200 funcionários. (Sabemos que o salário é bem abaixo que isso e que não há pagamento dos encargos trabalhistas embora este seja recolhido dos funcionários)
Digamos que o salário médio de um médico do HB seja R$4.000,00 e os encargos trabalhistas seja hipoteticamente de 50% ou seja cada médico sai por R$6.000,00. Neste caso o HB teria em seus quadros 166 médicos. (Sabemos que o salário é bem abaixo que isso e que não há pagamento dos encargos trabalhistas embora este seja recolhido dos funcionários)
Seria então problema de falta de dinheiro ou de má gestão.
E outra porque o atendimento do hospital de base é tão ruim
tem tanto funcionário e tanto médico (sic)
Gostaria que isso fosse apurado por aqueles que se dizem representantes do povo
Eu queria muito acreditar que o problema do Hospital de Base é falta de dinheiro. Vejamos:
A prefeitura pede um aumento de 500.000 reais, contudo quando a prefeitura detinha a gestão plena de saúde o valor repassado para o hospital de base girava em torno de 4,5 milhoes de reais ou seja 3 milhoes a mais que hoje, e nem por isso o hospital funcionava.
Lembremos alguns outros fatos.
O HB adquiriu um tomografo quebrado.
Comprava 1 Tonelada de carne por mês
Tem entre os seus funcionários super salários de R$ 9.000,00
e médicos de R$ 25.000,00
Não sei se permanece mas tinha entre seus diretores um senhor com o apelido de Pezão, que na verdade deveria ser conhecido como Maozâo não preciso explicar porque.
Outra coisita
O Senhor Conrado que não é doutor mas sim apenas médico, informou que a folha do hospital é de R$600.000,00 para pagar funcionários e R$1.000.000,00 para pagar médicos. Sendo assim vejamos.
Digamos que o salário médio de um funcionário do HB seja R$2.000,00 e os encargos trabalhistas seja hipoteticamente de 50% ou seja cada trabalhador sai por R$3.000,00. Neste caso o HB teria em seus quadros 200 funcionários. (Sabemos que o salário é bem abaixo que isso e que não há pagamento dos encargos trabalhistas embora este seja recolhido dos funcionários)
Digamos que o salário médio de um médico do HB seja R$4.000,00 e os encargos trabalhistas seja hipoteticamente de 50% ou seja cada médico sai por R$6.000,00. Neste caso o HB teria em seus quadros 166 médicos. (Sabemos que o salário é bem abaixo que isso e que não há pagamento dos encargos trabalhistas embora este seja recolhido dos funcionários)
Seria então problema de falta de dinheiro ou de má gestão.
E outra porque o atendimento do hospital de base é tão ruim
tem tanto funcionário e tanto médico (sic)
Gostaria que isso fosse apurado por aqueles que se dizem representantes do povo
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