Segundo blog ” Teia de Notícias“, na tarde desta quinta-feira (16), a juíza Luciana Amorim Hora, da Vara Criminal de Cruz das Almas, a 146 km de Salvador, proibiu a realização da tradicional guerra de espadas do município.
A juíza acatou a ação pública ajuizada na última quarta-feira pelo promotor criminal do Ministério Público da Bahia (MP-BA) Christian Menezes. Um dos argumentos do promotor, apoiado pela magistrada, é que a guerra de espadas provoca lesões não apenas em quem participa da manifestação, mas aos demais populares, além de deteriorar os patrimônios privados e públicos.
“A guerra de espadas é uma atividade ilícita que se utiliza de um artefato perigoso, feito de forma artesanal, sem autorização do Exército”, afirmou a juíza.
A tradicional manifestação popular ocorre desde a década de 30 na cidade e é uma das responsáveis pela movimentação da economia da cidade e por empregar diversas famílias direta ou indiretamente.
Para o promotor, a medida só foi tomada porque o poder público local não cumpriu o acordo, feito em 2010, de estabelecer um local adequado para a realização da tradição.
Para os espadeiro,s a medida é radical e não avalia as “consequências desastrosas” para a população que vive da produção do artefato. A prefeitura da cidade vai recorrer da decisão
Lamentável! Isso é um erro, pois fere a cultura da cidade que perderá muito com isso.
Se fosse assim então teriam que acabar com várias outras festas culturais mundo afora.
Segurança? Não, seria o caso de fiscalizar e punir quem solta essas espadas de forma errada e muitas vezes nos locais errados.
Mas quando algo foge do controle as autoridades preferem punir de todo jeito.
Também perdem as pessoas que procuram àquela cidade, agora quem sabe não irão procurar mais.