. Segundo site “Teia de Notícias”, depois da audiência na Comissão de Infraestrutura, nesta terça-feira (7), com o diretor executivo da Agerba, Eduardo Pessoa, e com o presidente da TWB, Reinaldo Santos, o deputado Augusto Castro, vice-líder do bloco PSDB – PR, afirmou que a solução para as questões do Sistema Ferry Boat seria uma gestão compartilhada.
Segundo o parlamentar, como o presidente da TWB mostrou que a empresa não tem condições de investir, a curto prazo, para melhorar os serviços à população, a única solução seria a associação do governo do estado com a TWB para gerir o Sistema.
Reinaldo Santos informou, ainda, que não haveria problemas jurídicos em se constituir uma gestão compartilhada, já que a forma do contrato estabelecida prevê que lucro acima do previsto é repassado para o estado (ou para a sociedade, com redução das tarifas) e que o estado tem que auxiliar a TWB, quando registrado prejuízo.
Desde o inicio a TWB se mostrou incompetente para gerir o sistema ferry boat. Faltou firmeza ao governo Wagner em reincidir o contrato e colocar uma empresa mais competente.Gestão compartilhada quer dizer nas entrelinhas que o dinheiro dos contribuintes ajudará na gestão do sistema.
Quero lembrar ao deputado que a região pela qual ele foi eleito precisa de mais atenção pois os problemas da capital a assembléia está cheias de deputados lá da capitá que não nem ahi para o problema ferry e nem tão pouco para os nossos.
Caro Cláudio da Luz,
Estou exercendo um mandato parlamentar que tem, como prioridade, buscar soluções para minimizar os problemas enfrentados pelas comunidades da Região Sul. Mas, como deputado e membro de comissões temáticas – como a de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo, e a de Saúde e Saneamento – e da comissão especial do Porto Sul, tenho a obrigação e a responsabilidade de zelar pelos baianos de um modo geral. E isso inclui os que moram na Capital (onde tive 1.148 votos) . Em relação aos problemas no sistema ferry boat, que faz a travessia Salvador/ Bom Despacho, estes não afetam apenas os moradores da capital ou dos municípios de Vera Cruz e Itaparica, mas a todas as pessoas que optam por entrar em Salvador (vindo da região sul) ou sair da Capital via ferry boat.
Preocupar-me com isso não significa que não esteja atento às questões da nossa região. Através de audiências com secretários estaduais e com o próprio governador Jaques Wagner tenho apresentado demandas de Itabuna, Ilhéus, Ibicaraí, Ipirá e outros municípios da região. No momento, inclusive, estou buscando apoio para que o Cemepi (Centro Médico Pediátrico de Itabuna) não feche as portas deixando desassistidas milhares de crianças pobres. Não sei se você sabe, mas 100% do atendimento pediátrico que o Cemepi faz é pelo SUS. Na segunda-feira, 13, estarei em Itabuna com representantes da Bahia Mineradora para uma visita ao Cemepi. Eles vão conhecer o centro médico e analisar a possibilidade de ajudar para que o mesmo não feche as portas.
Desde o inicio a TWB se mostrou incompetente para gerir o sistema ferry boat. Faltou firmeza ao governo Wagner em reincidir o contrato e colocar uma empresa mais competente.Gestão compartilhada quer dizer nas entrelinhas que o dinheiro dos contribuintes ajudará na gestão do sistema.
Quero lembrar ao deputado que a região pela qual ele foi eleito precisa de mais atenção pois os problemas da capital a assembléia está cheias de deputados lá da capitá que não nem ahi para o problema ferry e nem tão pouco para os nossos.
Caro Cláudio da Luz,
Estou exercendo um mandato parlamentar que tem, como prioridade, buscar soluções para minimizar os problemas enfrentados pelas comunidades da Região Sul. Mas, como deputado e membro de comissões temáticas – como a de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo, e a de Saúde e Saneamento – e da comissão especial do Porto Sul, tenho a obrigação e a responsabilidade de zelar pelos baianos de um modo geral. E isso inclui os que moram na Capital (onde tive 1.148 votos) . Em relação aos problemas no sistema ferry boat, que faz a travessia Salvador/ Bom Despacho, estes não afetam apenas os moradores da capital ou dos municípios de Vera Cruz e Itaparica, mas a todas as pessoas que optam por entrar em Salvador (vindo da região sul) ou sair da Capital via ferry boat.
Preocupar-me com isso não significa que não esteja atento às questões da nossa região. Através de audiências com secretários estaduais e com o próprio governador Jaques Wagner tenho apresentado demandas de Itabuna, Ilhéus, Ibicaraí, Ipirá e outros municípios da região. No momento, inclusive, estou buscando apoio para que o Cemepi (Centro Médico Pediátrico de Itabuna) não feche as portas deixando desassistidas milhares de crianças pobres. Não sei se você sabe, mas 100% do atendimento pediátrico que o Cemepi faz é pelo SUS. Na segunda-feira, 13, estarei em Itabuna com representantes da Bahia Mineradora para uma visita ao Cemepi. Eles vão conhecer o centro médico e analisar a possibilidade de ajudar para que o mesmo não feche as portas.