O prefeito de Prado, Gilvan Santos (PSD), sofreu um revés no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA). A Corte determinou a suspensão parcial de uma licitação de R$ 14,7 milhões destinada ao transporte escolar.

O motivo foi a desclassificação de uma empresa em 144 dos 149 lotes do certame. Segundo a denúncia, a empresa apresentou propostas com descontos de 23,8%, que poderiam representar uma economia de R$ 3,3 milhões aos cofres municipais.

A prefeitura alegou que os preços eram inexequíveis e não atendiam às exigências do edital. Já a empresa questionou a desclassificação sem a oportunidade de comprovar a viabilidade das propostas.

O TCM identificou indícios de irregularidades no julgamento e determinou a suspensão dos atos relacionados aos 144 lotes até nova deliberação.

A decisão também envolve o pregoeiro André Dornelo Alves Daniel. O mérito da denúncia ainda será analisado pelo Tribunal.